NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


PORTAL UOL


Forças de Segurança fazem megaoperação em comunidades do Rio


As Forças de Segurança do Rio realizam uma megaoperação na manhã desta segunda-feira (21) em comunidades da cidade para o cumprimento de ordens judiciais.

Segundo a Seseg (Secretaria de Estado de Segurança), a ação envolve policiais civis e militares, com o apoio de integrantes das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Força Nacional de Segurança Pública e da Agência Brasileira de Inteligência.

São alvo da operação as comunidades do Jacarezinho, Alemão, Manguinhos, Mandela, Bandeira Dois, Parque Arará, além do Condomínio Morar Carioca, na zona norte.

Equipes das Forças Armadas fazem o cerco em algumas dessas regiões.Algumas ruas estão interditadas e os espaços aéreos, controlados para aeronaves civis. Não há interferência nas operações dos aeroportos.

 

REVISTA ISTO É


Atleta medalha de ouro na Rio 2016 é porta-bandeira do Brasil na Universíade


Há exatamente um ano, o lutador de taekwondo Maicon Andrade Siqueira conquistava uma medalha inédita para o Brasil nos Jogos do Rio de Janeiro: o bronze na categoria acima de 80 kg. A vitória na Arena Carioca 3 levou o país a conhecer a história do mineiro de fala calma e palavras certeiras, que começou a carreira se dividindo entre o taekwondo e o trabalho como servente de pedreiro. Com luta marcada para o dia 24 na Universíade de Taipei, o atleta olímpico comemora o aniversário de sua medalha com mais uma honraria: foi o porta-bandeira da delegação brasileira e vai novamente defender seu país em uma competição internacional.

“Eu consegui concluir todas as metas que coloquei para mim mesmo junto com meus treinadores, e consegui fazer hoje o aniversário de um ano de conquista olímpica dentro de outros "jogos olímpicos", prestes a entrar para lutar. É muito satisfatório. É uma conquista muito grande pra mim, pessoalmente, para minha equipe, para a minha família, amigos e para a minha modalidade. Isso motiva a galera que está vindo lá atrás”, comemora ele, que disputa a Universíade como aluno-atleta de gastronomia na Universidade Municipal de São Caetano do Sul.

A emoção de carregar a bandeira brasileira chegou a atrapalhar o sono do atleta na noite anterior à cerimônia, realizada ontem (19) no Estádio Municipal de Taipei. Maicon dividiu a notícia com parentes no Brasil e com os colegas do taekwondo, assim que foi comunicado pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), um dia antes do evento. “Não consegui manter segredo. A galera ficou a mil. Me deram os parabéns e todo mundo ficou alegre pelo esporte”, confessa ele.

O grande momento de Maicon, porém, quase sofreu um contratempo. O Brasil foi um dos poucos países que conseguiu entrar no estádio na hora programada, já que um protesto na área do estádio acabou resultando no adiamento da entrada de todas as delegações que ficam a partir do Canadá na ordem alfabética. Para esses países, a as bandeiras foram levadas por voluntários, antes da chegada das delegações ao estádio, que se deu apenas depois que a situação foi resolvida. Com a sorte ao seu lado, o lutador brasileiro comemorou o calor da torcida taiwanesa.

O atleta entra na disputa para valer e que acredita que o destaque na Universíade pode ajudá-lo na busca por patrocínio. Hoje, o atleta conta com o apoio da Bolsa Atleta, da Aeronáutica e do município de São Caetano do Sul.

Para ser campeão da Universíade, Maicon pode ter pela frente o campeão olímpico de 2016, o lutador do Azerbaijão Radik Isaev, que foi para Taipei disputar a categoria dos pesos pesados do taekwondo. Mas os adversários do brasileiro também terão que superar um Maicon mais experiente e preparado para a vitória.

“Estou bem firme e mais experiente. Só pego atletas bons, e a gente aprende muito lutando com eles. Dei uma evoluída muito grande na minha carreira, estou vindo muito bem [para a Universíade]”, diz ele, que complementa: “Estou mais inteligente na modalidade, usando mais ainda a minha cabeça e bem mais centrado. O esporte é 30% o corpo, e 70%, a cabeça. O atleta é a cabeça, não é só o corpo. É o emocional”.

*O repórter viajou a convite da Confederação Brasileira do Desporto Universitário

 

PORTAL G-1


Avião faz pouso de emergência e aeroporto de MT é interditado por duas horas

Aeronave de pequeno porte pousou de barriga no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. Pousos e decolagens foram suspensos por duas horas em terminal.

Por G1 Mt

Uma aeronave de pequeno porte precisou fazer um pouso de emergência no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea grande, região metropolitana de Cuiabá, na manhã deste domingo (20), após o trem de pouso apresentar problemas. O avião pousou "de barriga" na pista e a ocorrência resultou na interdição do terminal.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, nenhum pouso ou decolagem foi permitido no Aeroporto Marechal Rondon por cerca de duas horas, até que a aeronave fosse retirada da pista. Não houve vítimas. O G1 não conseguiu localizar o proprietário do avião.

Segundo os bombeiros, o avião decolou de uma fazenda no interior do estado em direção ao aeroporto de Várzea Grande. O nome do município, porém, não foi informado até a publicação desta matéria.

Ainda no ar, o piloto teria percebido que havia um problema no trem de pouso e acionou a torre de controle, pedindo para que os bombeiros ficassem a postos para prestar atendimento, se fosse necessário. Nome militares participaram da ação.

Dentro da aeronave, além do piloto, estavam o dono da fazenda e o filho dele. Ninguém ficou ferido, segundo o Corpo de Bombeiros.

 

Advogado morre em queda de ultraleve na zona rural de Palmas

Piloto conseguiu se arrastar para fora da aeronave e se salvar, mas o advogado morreu carbonizado. Acidente aconteceu a cerca de 100 metros de pista particular.

Por G1 Tocantins

advogado José Simone Nastari morreu na tarde deste domingo (20) após a queda de um ultraleve na zona rural de Palmas. A Polícia Militar informou que o acidente aconteceu a cerca de 100 metros de uma pista particular no local chamado de sítio Flyer. O piloto da aeronave conseguiu escapar, mas o passageiro ficou preso e foi carbonizado.

Conforme apurado pela TV Anhanguera no local do acidente, o ultraleve estava sendo pilotado por Paulo Sérgio de Sousa. Ele conseguiu se arrastar e sobreviveu.

O advogado ficou preso às ferragens e foi carbonizado após a aeronave pegar fogo. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Palmas e o Corpo de Bombeiros foram acionados e estão no local. O IML foi chamado para fazer a retirada da vítima.

A superintendência da Infraero no Tocantins informou que o local é usado por vários aeroclubes, mas não é homologado e por isso não opera com planos de voo.

O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) informou que recebeu a ocorrência e deve enviar uma equipe de peritos nesta segunda-feira (21) para Palmas.

 

JORNAL O POVO (CE)


Brasil pede que OMC abra painel contra subsídios


O Governo apresentou à Organização Mundial do Comércio (OMC) pedido de abertura de painel contra o Canadá por subsídios ao setor aeronáutico. Desde março, o Brasil estava tentando resolver, sem sucesso, a questão no Órgão de Solução de Controvérsias, que funciona como um tribunal de conciliação da OMC.

Por meio de nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que estima que o governo canadense tenha injetado, na última década, US$ 3 bilhões em nível federal, provincial e local no programa C-series, da empresa Bombardier. Produtora de aviões de pequeno e de médio porte para voos regionais, a Bombardier é a principal concorrente da Embaer no mercado internacional. “Na avaliação do governo brasileiro, os elevados subsídios concedidos pelo Canadá à Bombardier resultaram em grave prejuízo à indústria aeronáutica nacional e diversos dos programas envolvem subsídios proibidos pelas regras da OMC”, destacou o Itamaraty no comunicado.

A OMC analisará o pedido de abertura do painel na próxima reunião do Órgão de Solução de Controvérsias, em 31 de agosto. Caso o Canadá não aceite o pedido, o painel será automaticamente aberto na reunião seguinte do órgão, em 29 de setembro.

 

OUTRAS MÍDIAS


PLANTAOBRASIL


Ministro braço direito de Temer usa ilegalmente aviões da FAB porque tem medo de ser hostilizado

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, além de ser alvo da Lava Jato no exercício do cargo, tem driblado as regras para usar aviões da Força Aérea Brasileira em seu retorno para casa, de Brasília, aos finais de semana.

Segundo reportagem de Daniel Carvalho e Gustavo Uribe, da Folha de S.Paulo, publicada neste domingo 20, o ministro dribla o veto para utilização de aeronaves da FAB para se deslocar em fins de semana a Porto Alegre, reduto eleitoral e domicílio familiar.

A autorização para o uso de aviões no retorno para casa foi suspensa em 2015 pela então presidente Dilma Rousseff. Mas Padilha usa como argumento a "segurança": ele tem medo de ser hostilizado em voos e aeroportos comerciais.

 

METROPOLES (DF)


Em ações cinematográficas, caças fazem 12 interceptações por mês

Se o piloto oponente se recusar a seguir as ordens da FAB, é iniciada uma série de procedimentos que podem resultar até mesmo em tiro fatal

MIRELLE PINHEIRO

ImagemA 164km do Congresso Nacional, na base da Força Aérea Brasileira (FAB), em Anápolis (GO), caças supersônicos desafiam a gravidade diariamente em combates dignos de cinema. Por cerca de uma hora, são disparados tiros e bolas de fogo - para desviar mísseis infravermelhos. Há até reabastecimento das aeronaves no ar.

A ação faz parte do treinamento de combate dos militares do 1º Grupo de Defesa Aérea (1° GDA), também conhecido como Esquadrão Jaguar. Os exercícios são realizados para manter excelência e fazer com que os pilotos atuem com exatidão na proteção do Centro-Oeste.

Desde que a Lei do Abate foi sancionada, em 2004, a FAB já fez mais de 2 mil interceptações de aeronaves suspeitas que cortam os céus do país. É quase uma ação a cada dois dias.

A norma estabelece que, se o piloto oponente se recusar a seguir as ordens da defesa aérea, é iniciada uma série de procedimentos que podem resultar até mesmo em um tiro de destruição, geralmente fatal.

O Metrópoles acompanhou por um dia os militares que atuam a bordo da aeronave F-5M, no município goiano. Conhecidos como “caçadores”, eles mantêm uma rotina rígida e sacrificam, muitas vezes, a vida pessoal em nome da Pátria.


AlertaImagem

Dentre as atividades executadas pelo Esquadrão Jaguar, existe uma função de extrema importância e que demanda habilidade, rapidez e perícia. A cada dia, um dos pilotos ocupa o cargo chamado de “alerta”. O militar que está nessa posição trabalha em um período de 24h, ininterruptamente.

Esse militar fica em uma sala com todas as vestimentas necessárias para realizar o voo de emergência. Ele precisa estar pronto para quando a sirene tocar. O aviso geralmente é dado quando há uma invasão do espaço aéreo. Nesse caso, as aeronaves da FAB devem fazer uma interceptação.

Dado o alerta, o piloto tem de correr e decolar no menor tempo possível, geralmente, em menos de cinco minutos. O caça usado no serviço de alerta já fica preparado e foi averiguado com antecedência para sanar eventuais problemas.

A agilidade é tão necessária que uma bicicleta fica perto da saída do esquadrão para auxiliar no deslocamento do plantonista até a aeronave. A reportagem perguntou ao piloto, que não pode ser identificado, como ele se sente ao ouvir o barulho da sirene. Sem titubear, respondeu: “Correr”. Quando acionado, o militar nunca sabe se a missão é real ou de treinamento. Em todas as situações, o acionamento é executado com máximas agilidade e dedicação.

Muitas vezes, o piloto que é interceptado não sabe que há uma aeronave da FAB o acompanhando”, afirmou o tenente-coronel aviador Paulo Cezar Fischer da Silva, comandante do 1º GDA. Segundo ele, primeiramente o militar precisa cumprir as medidas de averiguação, que consistem em verificar visualmente o tipo e a matrícula da aeronave.

Se houver necessidade de mais informações, o caça sobrevoa no campo de visão do piloto. “Neste momento, a frequência do rádio deve ser alterada para que os questionamentos acerca da rota, tipo de missão e tripulação sejam feitos”, acrescentou o comandante do Esquadrão Jaguar.

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Apoio em solo

Além do piloto, uma grande equipe de apoio é mantida em alerta. Os que executam esse serviço permanecem durante todo o plantão no esquadrão. São eles: mecânico da aeronave, mecânico de armamento e auxiliar do mecânico. O grupo, literalmente, corre contra o tempo para providenciar a decolagem o mais rapidamente possível.

Cada um tem responsabilidades bem definidas. Aos mecânicos cabe manter a aeronave pronta para o acionamento, possibilitando a partida dos motores e a ativação dos sistemas de armamento em tempo recorde para permitir uma decolagem imediata e segura.

Para participar da escala de alerta, os militares devem ser qualificados operacionalmente na aeronave. Isso envolve a realização de um curso com aproximadamente um ano de duração, no qual são submetidos a provas teóricas, voos de treinamento em simulador e, depois, na aeronave.

 
Turbilhão de sensações

Uma vez dentro do caça, o piloto está sujeito às mais diversas situações. Nem mesmo o ar-condicionado da aeronave é capaz de amenizar a grande perda de água do organismo. A cabine é estreita e as manobras executadas exigem um excelente condicionamento físico.

“Os nossos militares passam por treinamentos físicos específicos, pois há um grande impacto no organismo a cada voo”, disse o tenente-coronel aviador Paulo Cezar Fischer da Silva. Ele explica que os pilotos também precisam de muita concentração. “É necessário foco para executar o que lhe foi ordenado, uma vez que ele não tem autonomia para decidir sobre o que vai fazer. Apenas informa as condições ao controlador e cumpre o que é determinado”, acrescentou.

Ao enfrentar a força da gravidade, chamada de Força G, os militares podem chegar a desmaiar dentro das aeronaves. As roupas usadas por eles, no entanto, inflam e fazem com que os pilotos recobrem a consciência em um intervalo de tempo mais rápido. Além das condições físicas, outro obstáculo na vida de quem decide seguir a profissão é a carga horária extensa, além das constantes mudanças de endereço.

Em Anápolis, os militares contam com duas vilas residenciais: uma para os graduados e outra para os oficiais. As casas são da FAB, mas eles pagam um aluguel mensal.

Capacete inteligenteImagem

O sucesso das missões realizadas pelos “caçadores” tem uma grande contribuição dos capacetes usados por eles. O equipamento permite que os pilotos mirem em seus alvos apenas com o movimento da cabeça.

Antigamente, os pilotos de caça precisavam se posicionar atrás dos seus adversários para efetuarem os disparos. Hoje, os mísseis modernos podem ser disparados até contra alvos situados no setor traseiro do avião. Além de ajudar na mira, o capacete serve como um visor: informações de voo, como velocidade e altura, são projetadas diretamente sobre o olho esquerdo.

Narcotráfico

Dentre as aeronaves interceptadas por não estarem de acordo com as normas da defesa aérea, estão os aviões, geralmente de pequeno porte, usados por narcotraficantes no transporte da droga. O último caso no qual o Esquadrão Jaguar participou, dando cobertura a uma equipe de Campo Grande (MS), foi em 25 de junho deste ano.

Um avião bimotor foi interceptado na região de Aragarças (GO). Ele carregava 50kg de cocaína. O integrante do Jaguar seguiu o protocolo das medidas de policiamento e interrogou o piloto do bimotor. O militar determinou a mudança de rota e o pouso obrigatório no aeródromo de Aragarças.

Inicialmente, a aeronave interceptada seguiu as instruções da defesa aérea, mas em vez de pousar no aeródromo indicado, arremeteu. O militar da FAB novamente comandou a mudança de rota e solicitou o pouso, porém o avião não respondeu. A partir desse momento, a atitude do piloto do bimotor foi classificada como hostil.

A aeronave da FAB executou o tiro de aviso - uma medida de persuasão para forçar a aeronave interceptada a cumprir as determinações da defesa aérea - e voltou a comandar o pouso obrigatório.

O avião interceptado novamente não respondeu e pousou na zona rural do município de Jussara, interior de Goiás. No local, a polícia apreendeu a droga. O piloto também foi localizado e preso. A interceptação da aeronave se deu na Operação.

Ostium

A investigação é coordenada pelo Comando de Operações Aeroespaciais (Comae), da Aeronáutica, em conjunto com a Polícia Federal e outros órgãos de segurança e mira voos irregulares que possam estar ligados a crimes como o narcotráfico. A FAB acredita que após a operação, o tráfico na fronteira do país diminuiu em até 80%.

ImagemGripen

Atualmente, a grande expectativa dos pilotos brasileiros é com relação à chegada de 36 novos caças, o sueco Gripen NG de múltiplo emprego. O modelo é supersônico monomotor projetado para missões no ar, ar-mar e ar-solo, sob quaisquer condições meteorológicas.

A previsão é de que os caças sejam entregues à Força Aérea Brasileira entre 2019 e 2024. A principal base de operações do Gripen será na Ala 2, antiga Base Aérea de Anápolis, podendo operar a partir de pistas de pouso espalhadas em todo o país.

Com 14,1m de comprimento e 8,6m de largura, o Gripen NG atinge mais de duas vezes a velocidade do som e possibilitará que os pilotos da FAB sintam até nove vezes a força da gravidade quando fizerem manobras.

 
História

O espaço onde funciona o 1ª Grupamento de Defesa Aérea em Anápolis respira história. A estrutura foi inaugurada em 1972. A primeira aeronave usada nesse serviço foi o F-103 Mirage III, escolha que teve o objetivo de criar a primeira unidade de interceptação da América Latina.

Os moradores mais antigos de Anápolis lembram com nostalgia do caça histórico que pousava por lá. “Somos acostumados a acordar com os barulhos dos caças. O Mirage sempre foi motivo de orgulho para todos que moram aqui”, disse uma oficial da Aeronáutica que também é moradora da cidade.

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