NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


AGÊNCIA BRASIL


Bolsonaro cumprimenta populares em solenidade de 7 de Setembro

Sem desfile militar, presidente participou de cerimônia no Alvorada

Agência Brasil | Publicada em 07/09/2020 11:02

Sem desfile militar por causa da pandemia de covid-19, o presidente Jair Bolsonaro cumprimentou populares numa cerimônia de cerca de meia hora no gramado do Palácio da Alvorada para celebrar o Dia da Independência. Acompanhado da primeira-dama Michelle Bolsonaro, do vice-presidente Hamilton Mourão, de ministros e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o presidente assistiu ao hasteamento da bandeira e a manobras de sete aviões da Esquadrilha da Fumaça.

Pouco antes das 10h, Bolsonaro saiu do Palácio da Alvorada no Rolls Royce presidencial acompanhado de um grupo de crianças. Depois de percorrer 400 metros até a Praça das Bandeiras, ele se dirigiu ao alambrado e cumprimentou apoiadores.

Logo depois de o presidente se posicionar diante da bandeira, a Esquadrilha da Fumaça escreveu no céu a palavra “Brasil”, marcando o início da cerimônia de hasteamento, que ocorreu sob o som do Hino Nacional, executado pela Banda do Batalhão da Guarda Presidencial.

Em seguida, a banda tocou o Hino da Independência, para marcar a celebração do Sete de Setembro. Por volta das 10h15, a Esquadrilha da Fumaça voltou a executar uma série de acrobacias sobre o Palácio da Alvorada.

Câmeras exclusivas da TV Brasil instaladas em dois aviões permitiram a quem assistia a cerimônia pela televisão ou pela internet acompanhar as manobras de dentro das aeronaves.

Por volta das 10h20, o presidente começou a caminhar de volta para o Alvorada, mas voltou ao alambrado, onde cumprimentou um jovem sentado numa cadeira de rodas e apertou novamente a mão de populares. Em seguida, Bolsonaro retornou ao palácio, enquanto tirava fotos com convidados. O presidente não discursou nem falou com a imprensa.

Cerca de 20 minutos antes do início da cerimônia, às 9h40, a primeira-dama Michelle Bolsonaro também cumprimentou o público que estava no alambrado. Ela tirou selfies com apoiadores e permaneceu cerca de cinco minutos próxima às grades.

O dia do presidente começou às 7h50, com um café da manhã com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, e com os chefes das Forças Armadas. Os convidados começaram a chegar ao Palácio da Alvorada às 9h15.

 

BANDNEWS TV


Esquadrilha da fumaça se apresenta em Brasília


Da Redação | Publicada em 07/09/2020 12:30

Esquadrilha da fumaça se apresenta em Brasília

TV BRASIL


TV Brasil exibe programa especial no 7 de Setembro

Edição do Brasil em Pauta vai comemorar os 198 anos da Independência

Agência Brasil | Publicada em 07/09/2020 09:05

Nesta segunda-feira (7), os veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) transmitiram edição especial para comemorar os 198 anos da Independência. O programa Brasil em Dia, da TV Brasil, entrevistou o historiador Sérgio Paulo Muniz. O programa foi ao ar ao vivo, a partir das 9h.

Na entrevista, o historiador destacou os principais fatos ocorridos antes e depois da Declaração de Independência, feita pelo imperador Dom Pedro I, há 198 anos.

Também foram exibidos vídeos e reportagens de desfiles cívico-militares de anos anteriores.

O público participou da programação especial por meio da hashtag #TVBrasilno7 no Twitter, Facebook e Youtube da TV Brasil, Agência Brasil e Rádio Nacional. Os telespectadores também enviaram vídeos com antecedência para o WhatsApp (61) 99867-8787 com demonstrações de amor pelo Brasil. Os selecionados apareceram durante a transmissão especial. O público conseguiu acessar também o especial de 7 de Setembro da Rede Nacional de Rádio.

Pandemia 
Por causa da pandemia da covid-19, o desfile cívico-militar na Esplanada dos Ministérios não ocorreu neste ano para evitar aglomerações, que poderiam aumentar os riscos de contágio pela doença.

Para marcar a data, o presidente Jair Bolsonaro, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, os ministros de Estado e convidados participaram, às 10h, de solenidade com a exibição da Esquadrilha da Fumaça, seguida do hasteamento da Bandeira Nacional e da execução do Hino Nacional pela Banda do Batalhão da Guarda Presidencial.

Programa
O Brasil em Dia é um programa jornalístico exibido pela TV Brasil, de segunda a sexta-feira, com as principais notícias e realizações do governo federal.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Esquadrilha da Fumaça representa Forças Armadas na cerimônia do Dia da Pátria


Mariana Alvarenga | Publicada em 07/09/2020 15:57

Sete de Setembro, Dia da Independência. Diante da pandemia do novo coronavírus, a Presidência da República suspendeu o tradicional desfile cívico na Esplanada dos Ministérios. Mas a data não poderia passar em branco.

O Dia da Pátria foi celebrado na Praça das Bandeiras, no Palácio da Alvorada. O Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, prestigiou a solenidade ao lado do Presidente da República, Jair Bolsonaro, e das demais autoridades civis e militares.

Em mensagem divulgada em redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter), Fernando Azevedo falou da importância do Dia da Independência. "O Sete de Setembro foi um passo fundamental para a construção da nação brasileira. As Forças Armadas fazem parte dessa história, de liberdade e amor à Pátria. Que o dia da independência seja comemorado em todo o País e, principalmente, no coração de todos nós", disse ele.

O Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), ou Esquadrilha da Fumaça, como é popularmente conhecido, abriu a cerimônia, rasgando o ar para escrever “Brasil” no céu azul e ensolarado da Capital Federal. Em seguida, foram executados o Hino Nacional e o Hino da Independência, pela Banda do Batalhão da Guarda Presidencial, na Praça das Bandeiras, ao mesmo tempo em que era hasteada a Bandeira Nacional.

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, chegou cercado por crianças, no Rolls Royce presidencial. A breve cerimônia durou cerca de meia hora, mas por mais de 15 minutos foi possível assistir à apresentação da Esquadrilha da Fumaça. Sete aeronaves sobrevoaram o céu limpo de Brasília, com acrobacias e manobras arrojadas. Crianças, jovens e adultos olhavam para cima, maravilhados com as demonstrações.

O Comandante do EDA, Tenente-Coronel Aviador Marcelo Franklin, ressaltou que a Aeronáutica tem a honra de participar desse momento cívico. "Esquadrilha da Fumaça e Dia da Independência são nomes que o público espera ver juntos. Esse ano, devido à pandemia, apesar de não termos o tradicional desfile em Brasília, a Força Aérea Brasileira teve a honra de participar desse importante momento cívico. Tivemos o privilégio de representar as demais Forças e todos os brasileiros durante o evento”, pontuou.

O EDA treina suas demonstrações semanalmente e, quando chamado para eventos de grande porte, como esse, já está preparado. Durante a pandemia do novo coronavírus, as apresentações estão suspensas.

PORTAL AEROIN


FAB trabalha até abaixo de 0°C para assegurar o controle do tráfego aéreo no Brasil


Decea | Publicada em 07/09/2020 15:18

Os termômetros marcavam 8.6°C negativos e nevara na madrugada da sexta-feira (21/08), em Urubici, na serra catarinense, onde está localizado o Destacamento de Controle do Espaço Aéreo do Morro da Igreja (DTCEA-MDI), organização subordinada ao Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II).

“Foi a menor temperatura registrada neste ano. A sensação térmica foi de -11°C. Em 2013, que teve uma grande nevasca, não chegou a essa temperatura. Apesar de todos os invernos que já passei tirando serviço no Destacamento, enfrentar as baixas temperaturas nunca é fácil”, relatou o Sargento Paulo Jefferson da Silva Inácio, que serve no Destacamento.

Cerca de 40 militares têm a missão de prover os meios necessários para o controle, a segurança e a defesa do espaço aéreo no sul do Brasil. A unidade conta com radares de vigilância e de meteorologia e sistemas de telecomunicações.

A equipe técnica trabalha em sistema de plantão 24 horas para garantir o funcionamento desses equipamentos. “O serviço técnico permanente no Destacamento é de suma importância, pois, uma parcela significativa da malha aérea da região sul do Brasil é abrangida pelo radar do DTCEA-MDI, sendo assim o técnico de serviço garante através de manutenções preventivas, e por vezes corretivas, o funcionamento permanente dos equipamentos”, afirmou o Sargento Inácio.

No inverno, as condições climáticas severas e adversas tornam o trabalho desses militares um grande desafio. “Nesta época do ano, é necessário ainda utilizar roupas especiais sobre a farda. Os militares usam o abrigo polar que resiste até uma temperatura de -25°C e botas canadenses para suportar o frio extremo”, explicou o Suboficial Joelson Oliveira Rocha Melo, encarregado da Seção Técnica.

A complexidade da estrutura se justifica pela importância estratégica da região: além de ser rota do tráfego aéreo de voos internacionais da América do Sul, no trecho entre as cidades de Buenos Aires, na Argentina, e São Paulo, no Brasil, atende a um grande fluxo de aeronaves menores, como táxis aéreos.

DEFESATV


Forças Armadas têm presença histórica no maior bioma brasileiro


Da Redação | Publicada em 07/09/2020 08:00

Uma das maiores reservas naturais do planeta e o maior bioma do Brasil, a Amazônia é homenageada neste 5 de setembro. A região abriga a maior floresta tropical, a maior bacia hidrográfica do mundo e imensa biodiversidade.

A Amazônia brasileira estende-se por 5,5 milhões de metros quadrados e a vegetação que a caracteriza também se espalha pelos países vizinhos: Bolívia, Colômbia, Equador, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa, Peru e Suriname.

O dia de hoje foi escolhido como marco para a homenagem, por coincidir com a criação da Província do Amazonas, em 1850, por D. Pedro II. Historicamente as Forças Armadas sempre estiveram presentes na região, tanto assegurando a soberania nacional, quanto prestando assistência às populações locais. Marinha, Exército e Aeronáutica têm como principal missão a defesa da Pátria, e a presença na Amazônia está inserida no contexto estratégico de integração nacional, de desenvolvimento da região e da necessidade de efetiva presença do Estado Brasileiro na Amazônia.

Força Naval
A Marinha, por meio dos Navios de Assistência Hospitalar (NAsH), promove o cuidado e a atenção à saúde básica das comunidades ribeirinhas da Amazônia. O foco do trabalho são as comunidades de baixa renda que moram ao longo dos trechos navegáveis dos principais rios da bacia amazônica.

Durante as missões, são disponibilizadas consultas médicas e odontológicas, exames clínicos e laboratoriais e cirurgias de pequeno porte. Os militares profissionais de saúde também ministram palestras educativas e distribuem medicamentos, de acordo com as necessidades.

Atualmente, quatro NAsH são subordinados ao Comando da Flotilha do Amazonas e atuam na área de jurisdição do Comando do 9º Distrito Naval (Com9ºDN), que compreende os estados do Acre, do Amazonas, de Roraima e de Rondônia. São eles: Oswaldo Cruz, Carlos Chagas, Doutor Montenegro e Soares de Meirelles.

A Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental (CFAOC), subordinada ao Com9ºDN, contribui para o desenvolvimento da região, com atividades voltadas para o controle do tráfego aquaviário, o controle das embarcações, a formação do pessoal da Marinha Mercante, bem como o esforço de conscientizar os navegantes quanto à segurança e à prevenção da poluição hídrica.

Outra organização, o Centro Técnico de Formação de Fluviários da Amazônia Ocidental (CTFFAO) da CFAOC, entre suas atividades, oferece cursos de formação de Mestre, Piloto Fluvial e de Condutor Maquinista-Motorista Fluvial. A Marinha ainda contribui com a produção cartográfica na Amazônia Ocidental. Apoiado por três navios, o Centro de Hidrografia e Navegação do Noroeste (CHN-9) coleta dados hidroceanográficos e realiza atividades inerentes à manutenção dos auxílios à navegação.

Força terrestre
Presente na Amazônia desde o início do século 17, a Força Terrestre é pioneira no desbravamento da região. O Exército colabora com as populações de áreas longínquas, ao proporcionar um mínimo de infraestrutura e fornecer serviços básicos. A instalação de diversas unidades na fronteira garante a presença brasileira e a soberania nacional.

A região é coberta por dois Comandos, o Militar da Amazônia (CMA), com sede em Manaus, e o Militar do Norte (CMN), com sede em Belém. O primeiro, criado em 1956, tem sede em Manaus. É o comando de área que compreende os estados do Acre, do Amazonas, de Rondônia e de Roraima. Em 2013, foi criado o Comando Militar do Norte, que recebeu a responsabilidade de segurança estratégica sobre a banda oriental da Amazônia Legal, acrescida de parte dos estados do Tocantins e do Maranhão.

Esses Comandos cumprem com seu papel social de cooperar na modernização e no progresso das comunidades da sua área de abrangência, não só como componente militar, mas, também, na saúde e na educação. Os militares prestam apoio às populações indígenas e ribeirinhas, principalmente pelo atendimento médico nos hospitais militares. Também são importantes coadjuvantes no Projeto Calha Norte, do Ministério da Defesa.

Força Aérea
A imensidão da floresta amazônica faz com que muitos locais sejam acessíveis, de forma rápida, somente por meio das aeronaves da Força Aérea Brasileira. A presença da Força Aérea Brasileira na região amazônica ocorreu a partir de 1935, por meio do Correio Aéreo Militar.

Em 1941, foi criada a Primeira Zona Aérea, abrangendo os estados do Amazonas, do Pará, do Maranhão, do Territórios de Guaporé, Acre, Rio Branco e Amapá. Uma das aeronaves mais lembradas da região é o PBY – Catalina, conhecida pelas diversas missões de busca e resgate realizadas no início da atuação da FAB no Norte do país, pousando em terra ou na água.

Construir pistas onde não há qualquer ligação com outras regiões do país, essa é a missão da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA), criada em 1956, com a missão de implantar a malha aeroviária da região. A Força Aérea também transporta materiais para regiões sem estradas. Em 1983, a região foi dividida em dois Comandos Aéreos Regionais, com a criação do VII COMAR. O I COMAR, que até o momento era a sede da Primeira Zona Aérea, passou a compreender os estados do Pará, do Maranhão e do Amapá, o lado oriental da Amazônia Brasileira. Após a reestruturação na Força Aérea, o VII COMAR passou a se chamar ALA 8 e o I COMAR, ALA 9.

O controle do tráfego aéreo e a redução dos fatores de risco de incidentes com aeronaves são os desafios do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Belém (DTCEA-BE) e do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA I). O progresso, ao longo dos anos da atuação da Força Aérea Brasileira na região Norte, permitiu que hoje o DTCEA-BE gerencie uma extensa malha aeroviária que percorre toda a região.

DEFESA AÉREA & NAVAL


Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, destaca a importância do 7 de setembro para o Brasil


Publicada em 07/09/2020 11:38

Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, destaca a importância do 7 de setembro para o Brasil

PORTAL DEFESANET


Mulheres militares da FAB participaram das atividades operacionais no Exercício Tápio

No EXOP Tápio, a atuação das mulheres foi fundamental para o sucesso das missões

Agência Força Aérea | Publicada em 07/09/2020 12:00

A Força Aérea Brasileira (FAB) possui mais de 12.370 mulheres militares em seu efetivo, atuando nas mais diversas áreas. No Exercício Operacional  (EXOP) Tápio 2020, realizado na Ala 5 – Base Aérea de Campo Grande, entre 17 de agosto e 04 de setembro, esse cenário não foi diferente

Mulheres na FAB
As mulheres começaram a ingressar na FAB em 1982, quando foram criados os quadros femininos de oficiais e de graduadas. A Academia da Força Aérea (AFA) passou a receber mulheres em 1996, no Quadro de Oficiais Intendentes e, em 2003, no Curso de Formação de Oficiais Aviadores.

Já na Escola de Especialistas de Aeronáutica, que abrange os cargos de nível médio e técnico, a primeira vez que a mulheres ingressaram foi em 2002. E, finalmente em 2017, as primeiras alunas ingressaram na Escola Preparatória de Cadetes do Ar, em Barbacena/MG.

Homenagem da FAB ao Dia da Independência do Brasil


Da Redação | Publicada em 07/09/2020 11:50

Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, envia mensagem em reverência aos 198 anos de Independência do Brasil.