NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

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PORTAL G1


Após adaptação em santuário em SP, ursa exibe novo visual; veja antes e depois

Conhecida como ursa mais triste do mundo durante campanha de transferência, Rowena engordou cerca de 80 quilos e trocou de pelo no clima ameno no interior paulista. Na nova casa, ela recebeu até tratamento para pele.

G1 Vale Do Paraíba E Região | Publicada em 28/04/2019 08:08

Sete meses após mudar para um santuário de animais em Joanópolis (SP), a ursa Rowena reflete na aparência a nova rotina de cuidados. Ela engordou cerca de 80 quilos e ganhou uma nova pelagem - resultado de uma vida em um ambiente com temperaturas mais amenas, alimentação adequada e tratamentos de saúde. (veja antes e depois nas fotos acima e abaixo)

Durante a campanha de transferência dela do Piauí para o interior paulista, o animal chegou a ficar conhecida como 'a ursa mais triste do mundo'. Ela enfrentava temperaturas de até 40°C no antigo lar. A ursa viveu 25 anos em um circo, foi resgatada no Maranhão e doada ao parque de Teresina pelo Ibama.

De acordo com a fundadora do santuário em Joanópolis, Silvia Pompeu, a ursa chegou no local com queda de pelos, que estavam ralos e emaranhados. Com o tratamento que recebeu, os tufos começaram a cair e deram espaço para uma nova pelagem, mais macia.

"Ela tinha muito problemas de pele, como sarna, micose, fungos, infecções, infestação de verminoses. Tinha um cheiro muito forte. Muito desses problemas eram devido ao calor e à alimentação. A gente começou a tratar com uma dieta mais regrada e o organismo foi respondendo. É igual uma pessoa, o resultado é de dentro para fora", explicou.

A ursa chegou a Joanópolis com aproximadamente 120 quilos, após pouco mais de um semestre na nova rotina, engordou e pesa atualmente cerca de de 200 quilos.

"Ela não sofre nenhum estresse agora, não passa calor, não passa fome, não passa pelas situações de quando era usada no circo. Mesmo com uma idade avançada, ela tem qualidade de vida e está saudável agora", concluiu Silvia.

Histórico

No antigo lar, ela comia diariamente 15 quilos de frutas e verduras e três vezes por semana era alimentada com carne. Durante o período em que viveu no circo, a ursa foi acostumada a se alimentar de ração de cachorro. O alimento era usado por veterinários para poder atrair ela de um recinto para outro.

Ela foi transportada até São Paulo em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e levada em uma cabine climatizada especial até Joanópolis, no interior paulista. Chamada de Marsha, ela ganhou o novo nome de Rowena para marcar a nova fase da vida do animal.

Caminhada Ecológica no Parque Estadual da Serra Azul reúne mais de 400 pessoas e arrecada alimentos

Evento foi realizado pela Centro América FM Araguaia, em comemoração ao trigésimo aniversário do Cindacta-I, em Barra do Garças.

Por Ivan De Jesus, Centro América Fm | Publicada em 28/04/2019 13:53

Mais de 400 pessoas participaram da 3ª Caminhada Ecológica, no Parque Estadual da Serra Azul, em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, nesse sábado (27). O evento foi realizado pela Centro América FM Araguaia, em comemoração ao trigésimo aniversário do Cindacta-I, unidade da Força Aérea Brasileira que executa atividades de controle do tráfego aéreo comercial e militar, vigilância do espaço aéreo e comando das ações de defesa aérea.

O destacamento fica no platô do Parque Estadual da Serra Azul, a 13 quilômetros do centro da cidade, com um altitude de 715 metros. A caminhada, com cerca de 6 quilômetros, ida e volta, teve início no Centro de Visitantes do parque, em direção ao pátio do Cindacta.

Os participantes fizeram a doação de alimentos não perecíveis, que serão entregues para creches de Barra do Garças.

O comandante do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo, Capitão Especialista Controlador de Voo, Cássio Volek, diz que o evento superou as expectativas. “A caminhada foi um grande sucesso e eu parabenizo a população do Araguaia que participou em peso. Vamos contabilizar quantos quilos de alimentos foram arrecadados e já na próxima semana eles serão entregues para as creches”, afirmou.

No pátio do Cindacta foram montados diversos estandes, como o do projeto Sentinela Sustentável, do 58º Batalhão de Infantaria Motorizado do Exército, que atua na sustentabilidade e na preservação do meio ambiente. Outro estande foi o do Instituto Armando Luvison, que apresentou uma série de animais taxidermizados após serem vítimas de atropelamento nas rodovias.

A supervisora administrativa e financeira da Rádio Centro América FM Araguaia, Dilma Bet, ficou impressionada com a beleza do local. “O lugar é maravilhoso e a vista é espetacular. Com certeza valeu a participação de toda a comunidade nessa comemoração dos 30 anos do Cindacta e ainda podendo ajudar as instituições carentes da nossa cidade”, disse.

A 3ª edição da Caminhada Ecológica foi realizada pela Centro América FM Araguaia e Cindacta, com o apoio do Exército Brasileiro, Policia Rodoviária Federal, Policia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

GAZETA DO POVO


Alistamento militar para mulheres aos 18 anos? Isso pode virar realidade

Já existem mulheres no posto de tenente-coronel, mas a maior parte delas, segundo o Exército ocupa, como praça, a graduação de sargento e, como oficial, os postos de tenente, capitão e major

Gazeta Do Povo | Publicada em 28/04/2019 09:52

Todos os homens brasileiros que completam 18 anos têm de se alistar obrigatoriamente no serviço militar. Projeto de lei em tramitação no Senado quer permitir que mulheres também possam se alistar. A diferença é que, para elas, o alistamento seria facultativo.

O projeto estava na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado, que o enviou na última quarta-feira (24) para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa. De autoria da ex-senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), o Projeto de Lei 213/2015 será submetido ao colegiado para avaliação do impacto orçamentário da proposta para as Forças Armadas.

Segundo o relator do projeto, senador Marcos do Val (Cidadania-ES), o texto atual foi redigido junto com a assessoria parlamentar do Ministério da Defesa, e já conta com definição da nova rubrica orçamentária. Na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, Do Val classificou a proposta como “louvável”.

“A prestação desse serviço pode, em outras coisas, proporcionar o descobrimento de novas vocações para a carreira castrense [militar]. As mulheres têm plenas condições de cumprir este serviço, caso desejem. As Forças Armadas já admitem oficiais e praças do sexo feminino”, diz o relator da proposta.

Segundo cálculos do Ministério da Defesa do fim do ano passado, do contingente total de 367.849  membros das Forças Armadas, 31.496 são mulheres: 8.537 na Marinha, 10.745 no Exército e 12.214 na Aeronáutica.

O caminho das mulheres na carreira militar

Hoje, as mulheres interessadas em uma carreira militar ingressam nas Forças Armadas por concurso ou de forma voluntária, com período temporário de um ano de permanência, que pode ser prorrogado.

Sancionada pela ex-presidente Dilma Rousseff, a Lei n.º 12.705/2012 estabeleceu um prazo de cinco anos para que escolas preparatórias integrassem alunas. E autorizou também a atuação de mulheres como combatentes do Exército Brasileiro em áreas que até então contavam apenas com homens.

Hoje, segundo informações do Exército Brasileiro, a maior parte das mulheres na instituição está nos quartéis, organizações militares de saúde, estabelecimentos de ensino e órgãos de assessoria. As funções são desempenhadas nas mesmas condições dos homens, e as promoções acontecem em condições de igualdade. Elas recebem também a mesma instrução militar básica recebida pelos homens.

Já existem mulheres no posto de tenente-coronel. Mas a maior parte delas, segundo o Exército ocupa, como praça, a graduação de sargento e, como oficial, os postos de tenente, capitão e major.

No Exército, os concursos com possibilidades também para mulheres são os da Escola de Saúde do Exército (EsSEx), com cursos de formação de oficiais de 37 semanas. Médicas, farmacêuticas e dentistas de até 36 anos podem participar do concurso.

A Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx), em Salvador (BA), admite mulheres que pretendam seguir carreira militar nas áreas de administração ,direito, veterinária, estatística, informática, magistério e enfermagem. No Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro, as mulheres podem estudar engenharia e trabalhar no Exército. São dez especialidades com cursos de cinco anos. É preciso ter entre 16 e 22 anos para participar do concurso.

Também no Rio de Janeiro, a Escola de Sargentos de Logística (EsSLog) forma sargentos de ambos os sexos. As mulheres são aceitas nas especialidades de intendência, topografia, material bélico, manutenção de comunicações, aviação e música.

A Força Aérea recebe mulheres pelas escolas de formação de sargentos e oficiais. O curso da Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) de Guaratinguetá (SP) exige ensino médio completo e ter menos de 24 anos até a matrícula. As especialidades são eletricidade, eletrônica, equipamentos de voo, meteorologia, suprimento, administração, informações aeronáutica, cartografia, desenho e enfermagem. Graduada, a aluna se torna terceiro-sargento especialista e pode chegar a oficial a partir de seleções internas.

Em Pirassununga (SP), a Academia da Força Aérea (AFA) forma, em cursos de quatro anos, aspirante a oficial da Força Aérea Brasileira (FAB), com possibilidade de chegar a oficial-general. Interessadas precisam ter pelo menos 17 anos e menos de 21 até o fim de dezembro do ano da matrícula, e ter ensino médio completo.

Mulheres entre 32 e 35 anos com formação superior com registro em conselho regional podem optar pelo Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIARR) em Belo Horizonte (MG). Lá, fazem curso de 17 semanas e saem nomeadas como primeiro tenente, e podem seguir carreira como oficial da FAB.  Entre as carreiras oferecidas estão medicina, engenharia e direito.