NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Notícia de avanço em acordo com a Boeing faz Embraer subir 6%

Informação sobre aval do presidente Michel Temer a formato do negócio motivou disparada do papel

Publicado Em 12/06 - 23h32

A notícia de que mais um passo em direção ao acordo de combinação de negócios com a americana Boeing teria sido dado, divulgada no fim do pregão desta terça-feira, 12, foi suficiente para o papel ordinário da fabricante aeronáutica brasileira Embraer ter forte alta na B3 (nova denominação da Bolsa paulista). O papel ON da companhia subiu 6,12%, cotado a R$ 24,78.

O papel reagiu a uma reportagem publicada pelo site da Bloomberg sobre a negociação com a Boeing. Segundo a notícia, o presidente Michel Temer teria dado aval para a mais recente proposta relativa à criação de uma joint venture, segundo fontes de mercado. A posição do governo é chave para o acordo, uma vez que ele detém uma “golden share” – tipo de ação que garante o direito de barrar uma operação de troca de controle. Essa ação especial foi mantida mesmo depois da privatização da Embraer, concretizada em 1994.

A Bloomberg citou ainda que o negócio estaria “quase fechado”, faltando “10% de detalhes” para a viabilização definitiva da operação. Desde o início das discussões com a norte-americana, os papéis da Embraer têm apresentado forte lucro: em 2018, a ação ganhou mais de 24%, enquanto a valorização supera 60% em 12 meses.

Analistas lembram que o acordo seria importante para as duas empresas, especialmente depois que a franco-alemã Airbus fechou contrato com a canadense Bombardier de olho no mercado de aviação regional, justamente o principal ponto de atração da Embraer para a Boeing. A negociação, que se estende há meses, também envolve a divisão de defesa da fabricante brasileira, considerada estratégica pelo governo porque está ligada à defesa nacional.

 

Bairro tranquilo no Rio, Urca vive dias de terror

Uma das mais seguras localidades da cidade abriga instituições militares e tem entre seus moradores o cantor Roberto Carlos

Roberta Jansen Publicado Em 13/06 - 03h00

Considerada uma das localidades mais tranquilas da cidade, sobretudo pela presença de diversas instituições militares, a Urca, bairro de classe média alta na zona sul do Rio, viveu momentos de terror nos últimos cinco dias a despeito da intervenção federal. Nesta terça-feira, 12, em mais um desdobramento decorrente da guerra entre facções criminosas, a polícia prendeu três traficantes flagrados com armas e munições deixadas para trás durante o confronto de sexta-feira, que interrompeu, pela primeira vez por causa de violência, a circulação de um dos cartões-postais da cidade, o bondinho do Pão de Açúcar.

Sede de várias instituições militares, como a Escola Superior de Guerra, o Instituto Militar de Engenharia e de um quartel do Exército, a Urca tem uma única entrada e saída pelo asfalto e é considerado um dos bairros mais seguros do Rio, com raras ocorrências policiais significativas. Seus moradores – entre eles o cantor Roberto Carlos – são de classe média alta. Por causa da segurança, trata-se de um dos últimos bairros do Rio a ter ainda tanto casas quanto prédios.

De janeiro a maio deste ano, o laboratório de dados de violência armada Fogo Cruzado registrou 2,3 mil tiroteios e/ou disparo de arma em toda a cidade. Na Urca, foram apenas dois eventos e, mesmo assim, na entrada do bairro. Na Praça Seca, na zona oeste, o recordista do período, foram 169 registros.

Mas na sexta-feira passada, os moradores da Urca vivenciaram outra realidade, comumente enfrentada nas comunidades e nos bairros mais pobres. Traficantes que atuam nos morros da Babilônia e Chapéu Mangueira, no Leme, tentaram fugir da polícia pela mata que liga essas duas comunidades ao morro da Urca. Houve um intenso tiroteio entre policiais e criminosos.

O bondinho do Pão de Açúcar parou pela primeira vez por causa da violência desde que foi inaugurado, em 1912. Turistas e visitantes ficaram presos no alto do Pão de Açúcar por cerca de duas horas. “Estou aqui há 16 anos e nunca tinha visto nada igual. Foi muito tiro”, afirmou um vendedor de pipocas da Praia Vermelha, que preferiu não se identificar. “Aqui sempre foi a única praia do Rio que nunca teve arrastão, nunca teve assalto, nunca teve nada disso por conta dos militares.”

O restaurante do Círculo Militar, ao pé do morro, que tem uma das vistas mais deslumbrantes do Rio, estava lotado na hora do tiroteio. “Os turistas ficaram apavorados com a quantidade de tiros, nunca tinham visto nada igual”, relatou uma funcionária do local, que também não quis ser identificada. “Hoje está assim, vazio, acho que as pessoas estão com medo de vir.”

Apesar do intenso tiroteio, naquele dia foi reportado apenas que um policial havia se ferido com estilhaços de granada, mas ninguém teria morrido. No domingo, no entanto, parentes de supostos traficantes que estavam desaparecidos fizeram uma caminhada de aproximadamente duas horas por trilhas na mata até chegar à Urca, refazendo o trajeto percorrido pelos fugitivos na sexta-feira.

Eles conseguiram localizar visualmente seis corpos em pedras, à beira-mar, numa região de difícil acesso. Um sétimo corpo foi achado à tarde, na mata. Os parentes dos mortos chamaram os bombeiros e disseram que a polícia teria executado os homens e jogado seus corpos no mar.

Investigação

A PM informou apenas que os corpos serão submetidos à perícia. A Polícia Civil, que investiga o caso, disse que só vai se pronunciar oficialmente quando o laudo do Instituto Médico Legal (IML) ficar pronto. O Gabinete da Intervenção não quis se manifestar.

“Mais uma vez estamos diante de uma ação policial recoberta de mistérios, o que contribuiu para que haja uma suspeição”, afirmou a cientista social Sílvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania e do Observatório da Intervenção Federal. “A ação policial pode ter tido uso legítimo e necessário da força, mas, em vez de mostrar as evidências, a polícia nada diz. E, se houve confronto e mortes, por que os corpos foram atirados lá de cima?”

Cronologia

- Dia 8

Traficantes dos morros da Babilônia e Chapéu da Mangueira, no Leme, zona sul do Rio, tentam fugir da polícia pela mata que liga as duas comunidades. Há intenso tiroteio entre policiais e criminosos. Como consequência, o bondinho do Pão de Açúcar para pela primeira vez desde que foi fundado.

- Dia 10

Parentes de supostos traficantes que estavam desaparecidos caminham por duas horas nas trilhas da mata até chegar à Urca e conseguem avistar seis corpos sobre pedras, numa área de difícil acesso. À tarde, um sétimo corpo é achado na mata. Os bombeiros são chamados.

- Dia 12

Procurada, a Polícia Militar informa apenas que os corpos serão submetidos à perícia. Já a Polícia Civil diz que se pronunciará oficialmente somente quando o laudo do IML ficar pronto. O Gabinete da Intervenção não quis se manifestar.

 

Um plano revelador

Para realizar o que está proposto no documento elaborado pelo gabinete, não era preciso decretar nenhuma intervenção federal

Publicado Em 13/06 - 03h00

O gabinete da intervenção federal na área de segurança pública do Rio de Janeiro concluiu o trabalho de elaboração de seu plano estratégico de atuação, conforme noticiou o Estado. Bem feito e com propostas muito razoáveis, o documento reúne as melhores virtudes militares. Ao longo das 80 páginas do plano, vislumbra-se um diagnóstico ponderado, com a sugestão de medidas realistas, acerca de um problema que, como se sabe, é especialmente complexo.

Ao se debruçar com sensatez sobre a questão da segurança pública no Estado do Rio de Janeiro, o plano expõe, no entanto, uma grande contradição da intervenção federal. Para realizar o que está proposto no documento não era preciso decretar nenhuma intervenção federal. Tudo o que o gabinete do general Walter Braga Netto se propõe a fazer – e que está correto – poderia ser feito pelo governo do Estado do Rio de Janeiro num regime normal de trabalho. Ou seja, as próprias medidas propostas pela coordenação da intervenção federal explicitam o caráter desnecessário e desproporcional da intervenção.

Aprovado pelo general Braga Netto em 29 de maio, o plano apresenta 66 metas, divididas em cinco eixos: diminuição dos índices de criminalidade, recuperação da capacidade de operação dos órgãos de segurança pública, articulação entre os entes federativos, fortalecimento do caráter institucional da segurança e do sistema prisional e melhoria da qualidade da gestão prisional.

Entre as propostas do plano estão a permissão legislativa para contratar militares da reserva para atuar nas polícias, um maior poder de atuação da Polícia Militar sobre desmanches de veículos e um sistema unificado de chamados de emergência concentrado no telefone 190. Como se pode observar, são medidas que estão ao alcance de uma administração estadual realizar.

Por não requerer prerrogativas especiais, o plano pode servir de pauta para outros governos estaduais. O único requisito é trabalhar com competência. Logicamente, a competência exigida inclui cuidar das contas públicas. Sem um mínimo de equilíbrio fiscal, as administrações públicas serão incapazes de prover os recursos necessários à segurança pública.

O plano estratégico da intervenção federal estima em R$ 1 bilhão o custo de sua realização. Segundo o general Braga Netto, a quantia é “imprescindível” para que o gabinete “tenha as mínimas condições de execução da missão recebida”. Ao expor a conta da segurança, o gabinete da intervenção federal revela um dos grandes problemas que afetam a segurança pública no País: a irresponsabilidade fiscal. O Estado que não cuida de suas finanças tem enormes dificuldades para prover segurança a seus cidadãos, como se vê com tanta clareza no Rio de Janeiro.

O governo federal havia prometido destinar R$ 1 bilhão para as ações da intervenção. Ainda que talvez não seja possível cobrar imediatamente esse valor do Estado do Rio de Janeiro, a conta deve ser levada oportunamente aos seus verdadeiros responsáveis. De outra forma, a intervenção seria um desmedido prêmio a quem não fez por merecer. Além de ser uma injustiça com o restante do País, que pagaria, por meio da União, uma conta que não é sua, a manobra seria um incentivo à irresponsabilidade política do cidadão fluminense. Para melhorar as finanças e a segurança, é preciso eleger um tipo de governante diferente daqueles que têm sido escolhidos desde 1979.

“O que se observa nos últimos trinta anos é o crescimento da violência e a degradação da segurança pública no Estado do Rio de Janeiro. Os altos índices de corrupção e aparelhamento da máquina estatal tiveram reflexos diretos nas políticas de segurança públicas adotadas. A gestão ineficaz, fraudulenta e irresponsável dos recursos do Estado implicou na insolvência do mesmo”, relata o documento. Eis o drama do Estado do Rio de Janeiro, que não pode ser resolvido por decreto federal.

Confirma-se, assim, a vigência da ordem lógica: deve-se planejar antes de atuar. Fosse respeitada tal ordem, seria evidente que não era necessário impor a drástica medida da intervenção. Bastava trabalhar seriamente.

 

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Airbus: Detalhes do programa espacial brasileiro devem sair em julho


Murillo Camarotto Publicado Em 12/06 - 21h23

BRASÍLIA - A Airbus Defence and Space, braço de aeronaves militares e de serviços aeroespaciais da multinacional francesa, acredita que os detalhes do novo programa espacial brasileiro serão conhecidos em meados de julho, o que possibilitará à empresa uma noção mais clara dos serviços que o governo terá de contratar.

De olho nessas oportunidades, a companhia está promovendo, esta semana em Brasília, um simpósio para discutir com autoridades brasileiras as principais necessidades do país no campo de “observação da Terra”, um dos principais serviços oferecidos pela área espacial da Airbus.

Vice-presidente responsável pela América Latina, Stephen Roux (foto) disse ao Valor que apenas oficiais das Forças Armadas e poucos representantes civis do governo foram convidados para o “Earth Observation Day”, que termina hoje na capital federal.

O objetivo do evento é apresentar as principais soluções da empresa no segmento de observação, onde o Brasil está relativamente atrasado. Prova disso é a vinda de um representante da Agência Espacial Peruana, que apresentou aos vizinhos brasileiros a capacidade de seu sistema.

“Nesse campo particular da observação, o Peru mudou profundamente em 2016, quando nós lançamos o mais poderoso sistema de observação já construído na América Latina”, disse Roux. O aparato, de altíssima resolução, permite visualizar, via satélite, objetos de até 70 centímetros. “É um ‘benchmark’ a ser apresentado para as instituições brasileiras”, disse o executivo.

Os serviços de observação têm uma série de funcionalidades, militares e civis. Podem ser usados no monitoramento de fronteiras, prevenção de desastres naturais, planejamento agrícola e gestão de recursos hídricos.

As imagens podem ser captadas por meio de satélites próprios ou contratados de empresas como a Airbus. No caso brasileiro, o programa espacial e o lançamento recente do primeiro satélite geoestacionário atestam o objetivo de dar mais autonomia ao país nesse segmento. Há, no entanto, muito a ser feito.

“Não sei se posso dizer que o Brasil está atrasado, mas sim que ainda há muito a fazer no campo da observação. Hoje percebemos que isso está mais claro na cabeça dos tomadores de decisão. Então, é o tempo certo para acompanharmos isso, trocar visões e entender o mercado”, disse Roux.

O executivo afirmou, no entanto, que a empresa não está em busca de aquisições no país e que a estratégia passa por parcerias que tornem a Airbus cada vez mais “nacional”. “Nós não estamos buscando aquisições. Estamos, sim, atrás de parcerias. Por que? Porque nós queremos, assim como nossos colegas de helicópteros da Helibras, ser brasileiros”, afirmou o vice-presidente.

Apesar da crise e de interrupções de investimentos do governo, que acarretaram, por exemplo, no cancelamento da compra de uma aeronave militar, Roux reafirmou a confiança no Brasil.

“Não vamos nos envolver na política do país. Queremos acompanhar a tendência e nos adaptar à situações, mas continuamos otimistas. Ainda acredito que haja necessidades na agricultura, controle de fronteiras. O calendário político está fora do nosso controle, mas queremos manter nossa presença”, disse.

 

PORTAL G-1


Estudantes do ITA se preparam para competições nos Estados Unidos e Canadá

Duas equipes criaram protótipos de foguete e robôs, que serão utilizados nas disputas. As competições acontecem entre os dias 18 e 23 de junho.

G1 Vale Do Paraíba E Região Publicado Em 12/06 - 11h52

Estudantes do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) se preparam para participar de uma competições internacionais de tecnologia nos Estados Unidos e no Canadá. Entre os projetos elaborados, estão a criação de um foguete e um robô.

Na competição que será nos Estados Unidos, o grupo de estudantes tem a missão de fazer com que o foguete seja lançado a uma altura de três quilômetros. O desenvolvimento do projeto acontece há pelo menos um ano.

“A missão é ele subir carregando 4,5 Kg de um experimento científico e dele ser recuperado 100%. Ele tem que chegar ao solo e pousar, intacto”, conta Raphael Galate, aluno de Engenharia Aeroespacial.

Além do foguete, a equipe de robótica do ITA irá participar do ‘Robocup 2018’, uma copa mundial de robótica no Canadá. Um dos destaques da competição será a junção dos robôs com o futebol.

Um número total de 60 alunos integram a equipe responsável pela elaboração de quatro robôs, utilizados durante as partidas.

“Aqui eles têm acesso a parte mais prática da engenharia. Então eles acabam tendo bastante teoria, tendo várias disciplinas de várias partes da engenharia. Aqui eles veem uma parte toda integrada”, afirma Marcos Máximo, responsável pelo projeto.

Os dois times embragam nessa semana para as competições, que estão marcadas para acontecer entre os dias 18 e 23 de junho.

 

PORTAL R7


Senado aprova MP com ações emergenciais para venezuelanos

Medida determina ações nas áreas de proteção social, saúde, educação, direitos humanos, alimentação e segurança pública para imigrantes no RR

Agência Brasil Publicado Em 12/06 - 20h12

O Senado aprovou nesta terça-feira (12) a medida provisória (MP) que trata de ações emergenciais de assistência aos venezuelanos que têm migrado para o Brasil através de Roraima. Como já foi aprovado pelos deputados, o chamado projeto de lei de conversão segue agora para sanção presidencial.

ImagemA proposta foi editada pelo governo federal em fevereiro, propondo medidas de assistência emergencial de acolhimento a pessoas que chegam no Brasil decorrente de “fluxo migratório provocado por crise humanitária”. A MP determina ações emergenciais nas áreas de proteção social, saúde, educação, direitos humanos, alimentação e segurança pública.

Entre as medidas estão a oferta de atividades educacionais, formação e qualificação profissional e de infraestrutura e saneamento para as famílias venezuelanas que estão vivendo em Roraima em situação precária.

A medida provisória também prevê ajuda na mudança dos imigrantes venezuelanos que quiserem ir para outros estados do Brasil, a chamada interiorização. Ao defender a aprovação do texto, a senadora Ângela Portela (PDT-RR) pediu apoio do governo federal para auxiliar o estado de Roraima, que não “consegue sozinho” lidar com a alta quantidade dos imigrantes, em especial na capital Boa Vista.

Segundo a senadora, há uma “demanda crescente” por serviços de educação e atendimento da rede pública de saúde, além de problemas causados ao estado decorrentes de aumento da criminalidade.

Crítica a trecho

Os senadores Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e Lídice da Mata (PSB-BA) defenderam a MP, mas alertaram para um trecho incluído no projeto prevendo a criação de cotas de migrantes para, segundo eles, limitar a migração dos venezuelanos para outros estados brasileiros.

“Essas cotas podem ensejar movimento de recusa de movimentos migratórios espontâneos em direção a outros municípios”, disse Lídice da Mata, pedindo o veto do presidente Michel Temer a essa parte da MP. Após os apelos, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), disse que o Palácio do Planalto vetará esse trecho da medida provisória.
 

 

PORTAL DEFESANET


Trabalho dos esquadrões de Transporte da FAB em 2018


Ten Emília Maria E Cap Oliveira Publicado Em 12/06 - 11h00

Para quem controla o espaço aéreo e defende a soberania nacional, a missão de integrar o território brasileiro vai muito além de encurtar distâncias num país de dimensões continentais. Os esquadrões de Transporte da Força Aérea Brasileira (FAB) realizam, todos os dias, missões e treinamentos essenciais para uma força armada, como transporte de cargas, lançamento de paraquedistas ou reabastecimento em voo.

Outras missões influenciam diretamente na vida de brasileiros e brasileiras em todas as regiões do país e envolvem também ações de luta contra o tempo para salvar vidas. Do transporte de tropas para realizar segurança onde for necessário, passando por traslado de órgãos para transplantes e remoção de feridos para atendimento médico, entre tantas outras possibilidades, a Aviação de Transporte cumpre seu papel diante da sociedade.

Para ter uma dimensão da relevância dessas missões para os cidadãos, confira um pouco do trabalho realizado apenas no ano de 2018:

Evacuações Aeromédicas e transportes de equipes de saúde

Em março, o Esquadrão Tracajá (1° ETA) realizou missão de Evacuação Aeromédica (EVAM) com uma aeronave C-98 Caravan, que decolou do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) rumo a São Luís (MA), transportando uma paciente gestante de 23 anos. Ela estava em trabalho de parto e com o bebê atravessado no útero - o que os médicos chamam de apresentação fetal córmica.

Naquele mesmo mês, o 1º ETA já havia realizado resgate de uma senhora de 68 anos que apresentava fratura no fêmur. "É muito gratificante saber que, no cumprimento da missão da Força Aérea, também transportamos assistência. Afinal, é a todos os brasileiros que devemos nossa razão de ser, existir e voar”, diz o Tenente Julian Dias Moreira, um dos pilotos do 1º ETA.

No final de maio, a aeronave C-95 Bandeirante do Esquadrão Pastor (2º ETA), sediado em Natal (RN), transportou até Recife (PE) duas pessoas que precisavam de cuidados médicos e estavam no Arquipélago de Fernando de Noronha (PE). Para as missões de EVAM, a aeronave leva a bordo equipe médica e equipamentos necessários ao transporte dos enfermos, como maca, hidratação venosa, aparelhos de reanimação cardiorrespiratória, entre outros.

Também em maio, a FAB levou médicos e enfermeiros da Organização Não Governamental Expedicionários da Saúde (EDS) para a região amazônica. A equipe foi transportada de Campinas (SP) até Lábrea (AM).

Durante a missão, houve a necessidade de transporte de um paciente infartado, de Lábrea até Porto Velho (RO), em uma aeronave C-98 Caravan. O avião é operado pelo Esquadrão Cobra (7º ETA), sediado na Ala 8, em Manaus (AM).

O transporte de equipes para atendimento à saúde também aconteceu em abril. O Boeing 767 do Esquadrão Corsário (2º/2º GT), sediado na Ala 11, no Rio de Janeiro (RJ), levou um grupo de 230 voluntários para Salvador (BA). Os passageiros fazem parte da Organização Voluntários do Sertão. O destino final do grupo foi à cidade de Santaluz, a 288 quilômetros da capital baiana.

Esse tipo de missão é realizada de acordo com a disponibilidade das aeronaves e de lugares, além da avaliação da necessidade de tratamento especializado com urgência.

Mais de 90 órgãos transportados no primeiro semestre

Com a mobilização de militares e a disponibilização de aeronaves em tempo integral, a FAB realiza, constantemente, operações de transporte de órgãos. “O tempo é o bem mais precioso que a equipe tem ao sermos acionados. Quanto mais rápido agimos, maior a chance de salvarmos uma vida”, explica o Tenente Aviador Hudson Negreiros dos Santos, do Quinto Esquadrão de Transporte Aéreo (5°ETA).

Os acionamentos - realizados a qualquer hora do dia e da noite - ocorrem de acordo com a demanda repassada pelo Ministério da Saúde, que coordena o Sistema Nacional de Transplantes (SNT).

Em fevereiro, aeronaves da FAB foram acionadas três dias seguidos. Na primeira missão, um C-95 Bandeirante partiu de Brasília (DF) para buscar um fígado e um coração em Goiânia (GO). Depois, um C-99 decolou com a equipe médica do aeroporto do Galeão (RJ), coletou um rim, um fígado e um coração em Boa Vista (RR), e levou os órgãos até a capital federal. Dois dias depois, outro C-95 retornou para Canoas (RS) com um pulmão coletado em Navegantes (SC). Os seis órgãos coletados, em apenas um fim de semana, foram transportados por três esquadrões diferentes.

No mesmo mês, um garoto de 12 anos recebeu o transplante de um coração transportado de Curitiba (PR) até o Rio de Janeiro pelo 3º Esquadrão de Transporte Aéreo (3º ETA). A tripulação decolou de Santa Cruz (RJ), com destino ao sul do país, para buscar o órgão.

Em abril, dois corações foram levados para serem transplantados em Recife (PE). Um deles foi coletado em Mossoró (RN) e acompanhado pela equipe médica num C-95 Bandeirante. O outro foi retirado do doador em Petrolina (PE).

"Eu vibrei muito vendo que nossa tripulação fez seu melhor para que a equipe médica e o órgão chegassem o mais rápido possível a seu destino. É gratificante fazer a diferença para salvar uma pessoa", conta o comandante da missão, Tenente Aviador Maurício Ancelloni Prado Garcia.

Até o início de junho, foram transportados 98 órgãos, sendo: 40 fígados, 37 corações, 13 rins, 7 pulmões e 1 pâncreas. “A ação coordenada entre a FAB e os diversos elos da sociedade produz retorno extremamente positivo para a população, além de ratificar a prontidão da Força Aérea na nobre missão de integrar os brasileiros, de integrar a nação”, afirma o Comandante do 3° ETA, Major Aviador Fábio Ferreira Silva.

Operação São Cristóvão

No fim de maio, as aeronaves da FAB realizaram diversos transportes de medicamentos, em apoio ao Ministério da Saúde, para minimizar os desabastecimentos causados pela mobilização dos caminhoneiros.

Nos dias 28 e 29, dois aviões C-130 Hércules do Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT) – Esquadrão Gordo – transportaram 23 toneladas de remédios de Montes Claros (MG) para Recife (PE).

Na quarta e quinta-feira (30 e 31), outros dois voos foram realizados por um C-130 do Esquadrão Cascavel (1º GTT), transportando o total de 25 toneladas de medicamentos de São Paulo (SP) para Salvador (BA).

"É uma grande realização saber que nosso trabalho está ajudando alguém e, até mesmo, salvando vidas", disse um dos pilotos, Capitão Aviador Guilherme Guimarães.

Também no dia 31, o Esquadrão Onça (1°/15° GAV) transportou 397 kg de medicamentos para Campo Grande (MS). Os medicamentos foram levados do Rio Grande do Sul e de Goiás para serem distribuídos no Mato Grosso do Sul.

Mais de 500 imigrantes transportados na Operação Acolhida

A Força Aérea Brasileira (FAB) realiza o transporte de assistidos no processo de interiorização para outras localidades brasileiras. Também atua na condução de pessoal militar e civil de apoio e suporte logístico no transporte de material e suprimentos.

Desde o mês de abril, quando foi iniciada a missão de interiorização articulada entre Governo Federal, Organização das Nações Unidas (ONU), municípios e entidades da sociedade civil, a aeronave Boeing 767, do Esquadrão Corsário (2º/2º GT), transportou 527 venezuelanos. Eles foram movimentados em três etapas para as cidades de São Paulo, Manaus e Cuiabá.

A FAB participa da Operação Acolhida também no transporte de suprimentos e de pessoal de apoio. Em abril, o Boeing 767 decolou rumo a Boa Vista com aproximadamente 26 toneladas de medicamentos, além de equipe médica.

No dia 8 de maio, a FAB também transportou 107 m3 de material - colchões, material de limpeza, material de higiene pessoal, entre outros - para apoio ao trabalho da força-tarefa.

O futuro do Transporte

Em breve, a Aviação de Transporte da FAB vai contar com uma nova aeronave: o cargueiro multimissão KC-390. As duas primeiras unidades estão confirmadas para serem entregues à Ala 2, em Anápolis (GO). Ao todo, 28 aeronaves adquiridas pelo governo brasileiro irão compor a frota da FAB.

Robusto, moderno e de alta capacidade operacional, o KC-390 se materializou a partir do conceito e ideias de pilotos e engenheiros da FAB que ansiavam por demandas acima das cumpridas pelo C-130 Hércules.

 

PORTAL CAMPO GRANDE NEWS


Captação de órgãos realizada na Santa Casa vai salvar, ao menos, 7 vidas

Cirurgia teve início hoje, às 12h30. Coração, rins, pâncreas e córneas irão ajudar pacientes em MS, Acre e São Paulo.

Anahi Gurgel Publicado Em 12/06 - 14h39

A Santa Casa de Campo Grande iniciou, na tarde desta terça-feira (12), a captação de órgãos de um paciente de 30 anos que irão beneficiar, pelo menos, sete pessoas de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Acre. Somente neste ano, já foram realizadas pelo hospital 17 procedimentos.

A cirurgia para retirada do coração, pâncreas, córneas, rins e fígado. O coração foi o primeiro a ser encaminhado a São Paulo, em jato fretado. Permanecerão em Campo Grande as córneas e um dos rins. O outro rim será enviado a São Paulo em voo comercial. Por meio de aeronave da FAB (Força Aérea Brasileira) será enviado o fígado para o Acre e o pâncreas também para São Paulo.

A vítima, um homem de 30 anos, faleceu em decorrência de um acidente de motocicleta, ocorrido na Capital. Ele sofreu um traumatismo craniano encefálico, que evoluiu para morte encefálica, segundo informações da assessoria de imprensa da Santa Casa.

O procedimento só é realizado após um intenso trabalho realizado jeito por equipe multidisciplinar do hospital, formada por médicos, enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos, para repassar todas as informações aos familiares.

O acompanhamento é feito pela equipe da OPO (Organização de Procura de Órgãos) Durante o ano de 2017 foram registradas 35 doações de órgãos e captados quatro corações, quatro pulmões, 19 fígados e 56 rins. Em 2016 houveram 10 captações a menos, totalizando 25 doações. Aumento que, segundo o hospital, se deve principalmente ao consentimento dos familiares e ao empenho das equipes envolvidas nos processos.

Somente neste ano, foram realizadas 17 captações de órgãos na Santa Casa.

Balanço – O ano passado foi marcado pelo aumento no número de transplantes e captações de órgãos feitos na Santa Casa. Ao todo foram 17 transplantes de rins e 35 captações de órgãos que beneficiaram pacientes de Mato Grosso do Sul e de outros estados.

Foram realizados pelas equipes de urologia e nefrologia do hospital, 14 transplantes com doadores falecidos e três com doadores vivos. Em relação à 2016, quando foi retomado o procedimento de transplante na instituição, houve aumento de 750%, no qual foram realizados apenas dois procedimentos, um com doador vivo e outro com falecido.

O hospital também deve retornar, em breve, os transplantes de coração em breve.

 

OUTRAS MÍDIAS


MARINGÁ POST (PR) - Com exoneração dos aposentados da FAB, Aeroporto de Maringá abre licitação de R$ 2,9 milhões para contratar empresa que vai operar Torre de Controle


Walter Tele Publicado Em 12/06 - 11h04

A empresa SBMG – Terminais Aéreos de Maringá abriu licitação para contratação de empresa especializada para operar a Torre de Controle, Estação Meteorológica de Superfície (EMS) e Sala de Informações Aeronáuticas (AIS), que compõe o EPTA do Aeroporto Regional de Maringá Silvio Name Júnior.

ImagemPor recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU), 19 dos 28 operadores de voo da Torre de Controle do Aeroporto foram afastados. Eram aposentados pela Força Aérea Brasileira e a legislação impede que servidores tenham duas fontes de rendimentos de órgãos públicos.

Desde então (4/6), a decisão para aproximação de pousos e decolagens passou a ser dos pilotos das aeronaves, e não mais da Torre de Controle. O procedimento de torre foi substituído pelo procedimento de rádio das 18h às 24h. Das 4h às 18h, as decisões permanecem sendo dos operadores de voo.

O valor máximo da licitação publicada nesta terça-feira (12/6) é de R$ 2,916 milhões por um ano. A empresa deverá fornecer 3 técnicos para a AIS, 5 para EMS, 10 controladores de tráfego aéreo para a Torre de Controle e 1 coordenador. Os envelopes serão abertos às 9h do dia 18 de julho.

Para auxiliar nos trabalhos da Torre, quatro profissionais de apoio do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II) está em Maringá desde meados de maio. Também houve redução de profissionais por turno.

O superintendente do aeroporto de Maringá, Fernando Rezende, já havia adiantado que a substituição dos técnicos seria por meio da contratação de empresa especializada. Segundo ele, as mudanças nos procedimentos, de torre para rádio, não prejudicam a segurança dos pousos e decolagens.

 

TORCEDORES.COM - Atleta pernambucano de Caratê ingressa ao PAAR das Forças Armadas e sonha com as Olimpíadas de 2020

Líder do ranking nacional em sua categoria, o Caratê olímpico, e integrante da seleção brasileira, o atleta pernambucano Paulo Victor deu mais um passo rumo às Olimpíadas de 2020. Na última sexta (8), ele foi ingressado ao Programa de Atletas de Alto Rendimento (PAAR) das Forças Armadas. O atleta passou após por um curso completo de formação militar, e agora faz parte da equipe que disputará os Jogos Mundiais Militares em 2019.

Cido Vieira Publicado Em 12/06 - 15h40

O PAAR

ImagemO projeto criado em 2008, em parceria do Ministério da Defesa e do Ministério do Esporte, visa formar equipes para a disputa dos Jogos Mundiais Militares, uma espécie de laboratório para descoberta de representantes brasileiros nas Olimpíadas. Neste ano, o programa fará inclusão de novas modalidades, incluindo, o Caratê, que estreará como modalidade olímpica em Tóquio. Essa foi a quarta convocação da Força Aérea, seletiva que visa a disputa dos jogos no próximo ano.

“Este ano convocamos atletas de novas modalidades, como o Caratê, que virou modalidade olímpica; o judô; o lifesaving, também conhecido como salvamento aquático; e, ainda, aumentamos a equipe de ginástica artística masculina para obter o número necessário para formar uma equipe”, relatou o Chefe da Divisão de Desporto Militar da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA), Major infante Marcos Vinicius Pires Brant.

Para ser ingressado no programa, Paulo passou por um curso de formação militar, conduzido pela Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA), na cidade de Campo dos Afonsos/RJ. Essa foi a quarta convocação da Força Aérea, que tem como objetivo, selecionar atletas para disputar os Jogos Mundiais Militares de 2019. que foi composto por instruções de regulamento militar, código penal militar, ordem unida, treinamento físico militar, tiro e exercício de campanha.

De posse da patente de 3º Sargento da Força Aérea Brasileira (FAB), Paulo Victor se diz realizando um sonho que trazia desde a infância, e agora foca em outros grandes objetivos em sua carreira, entre eles a participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020.

“Hoje realizei mais um sonho, me tornei militar da aeronáutica, através do PAAR, oportunidade que só trará acréscimos na minha vida de atleta e me ajudará a alcançar meus objetivos no esporte.”, declarou Paulo Victor, que tem entre seus propósitos, disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020.

 FICHA DO ATLETA: Paulo é integrante da Seleção Brasileira de Caratê e está na modalidade de Caratê Olímpico. O atleta é o primeiro no ranking nacional masculino kumite acima de 84kg, além de somar vários títulos ao seu currículo. Entre eles, Paulo acumula 11 Campeonatos Pernambucano, 5 Campeonatos Norte/Nordeste, Campeão Brasileiro e Pan-Americano, além de um Vice Campeonato Sul-Americano 2017.

 

 

PODER AÉREO - Vídeo: alunos de ensaio em voo brasileiros avaliam o caça Gripen


Publicado Em 12/06

Quatro estudantes do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo da Força Aérea Brasileira, em São Paulo, estiveram na Saab, em Linköping, na Suécia, para conduzir seu projeto de exame final.

Os alunos do XXVII Curso de Ensaios em Voo (CEV) realizaram, entre os dias 07 e 18 de maio, a avaliação final do curso, chamada Preview, na aeronave JAS 39 Gripen D, em Linköping, Suécia. O objetivo foi verificar a capacidade dos pilotos e engenheiros alunos em avaliar uma aeronave de alta performance para as ações de defesa aérea e ataque.

A avaliação foi baseada na Solicitação de Ensaio de Instrução, feita pela Divisão de Formação em Ensaios em Voo, do Instituto de Pesquisa e Ensaios em Voo (IPEV), Unidade da Força Aérea Brasileira (FAB) localizada em São José dos Campos (SP), e reúne os principais requisitos operacionais e de certificação da aeronave.

Na oportunidade, os pilotos e engenheiros alunos realizaram oito voos na aeronave JAS 39 Gripen D, pertencente à SAAB, e dois voos na aeronave “alvo” SK-60 (SAAB 105).

Após a conclusão do CEV, os novos pilotos e engenheiros de ensaio serão engajados em programas de outras aeronaves, como do KC-390 e do Gripen E/F, entre outros que o IPEV participa atualmente, a fim de garantir que a entrega das aeronaves seja realizada conforme os requisitos contratuais definidos.

Confira o vídeo no link: 

https://www.aereo.jor.br/2018/06/12/video-alunos-de-ensaio-em-voo-brasileiros-avaliam-o-caca-gripen/

 

DIÁRIO DA AMAZÔNIA - Médicos da Aeronáutica realizam atendimentos em Vilhena

Especialistas em nove área fazem atendimento em mutirão em parceria com o Executivo

Publicado Em 12/06 - 18h16

ImagemTeve início esta semana no Centro Especializado de Reabilitação (CER) os serviços de atendimento médico em ritmo de mutirão numa parceria entre a Aeronáutica e a Prefeitura de Vilhena.

Os trabalhos começaram na manhã da última-feira (11). As atividades fazem parte de uma ação direta da parceria entre o Deslocamento de Controle de Espaço Aéreo de Vilhena (DTCEAVHA) e a Prefeitura municipal, por meio da secretaria de Saúde, que cedeu o espaço do CER para que acontecessem os atendimentos. A equipe conta com nove médicos, entre eles, ginecologistas, clinico geral, dermatologista e pediatria.

Segundo o comandante Andrade, a equipe veio para atender 118 funcionários da Base Aérea, mas conseguiu estender os atendimentos à população. Devem ser atendidas pelo menos 20 pessoas por dia, já agendadas nos postos de Saúde do município. A previsão é que, até sexta-feira (15) devem ser atendidas mais de 600 pessoas.

“Quero agradecer e parabenizar a esses profissionais que vieram para atender aos funcionários da Base Aérea, mas que, vendo a necessidade da população, decidiram estender esse atendimento. A Prefeitura irá sempre buscar dar apoio para que a comunidade seja beneficiada sempre”, disse o prefeito Adilson de Oliveira.