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EMAER recebe Curso de Gestão de Riscos e Controle Interno da CGU

No total, 130 pessoas participaram da instrução em Brasília
Publicado: 23/06/2017 17:03
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Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Felipe Bueno

O efetivo do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), localizado em Brasília, realizou o Curso de Gestão de Riscos e Controle, oferecido pela Controladoria-Geral da União (CGU). A instrução foi realizada em 22 e 23 de junho, no auditório do Grupamento de Apoio de Brasília (GAP-BR), e contou com 130 participantes, incluindo, militares de outras unidades da Força Aérea Brasileira (FAB), da Marinha, do Exército e civis do Ministério da Defesa.

O evento teve a coordenação do Major-Brigadeiro Mauro Martins Machado, Chefe da Sétima Subchefia do EMAER, do Coronel Marcel Gomes Moure e do Coronel Jorge Andre Carneiro da Cunha, também da Unidade. “O Governo Federal tem buscado implantar a gestão de riscos em todos os Órgãos de Direção Setorial (ODS), então, o engajamento com este curso foi muito forte. Os participantes vieram de São José dos Campos, Natal, Rio de Janeiro e de outras localidades”, ressaltou o Coronel Carneiro da Cunha.

A cerimônia de abertura foi presidida pelo Chefe do EMAER, Tenente-Brigadeiro Raul Botelho. As palestras foram ministradas por Karen Cremer, Coordenadora-Geral de Auditoria na área de minas e energia da CGU. “Não é um curso só de sensibilização, mesmo com um público maior que o comum. É um curso de aprofundamento na área de gestão de riscos no setor público. É o começo de um estudo que deve ser feito por todos e, sem dúvidas, traz benefícios e otimiza o serviço público. Algo muito bom que vimos foi a presença de oficiais superiores até soldados, e isso é importante porque gestão de riscos é uma tarefa coletiva, de todos”, explicou. Além dela, quatro monitores da CGU participaram da instrução.

Para o Coronel Marcel Gomes Moure, o Curso de Gestão de Riscos e Controle Interno da CGU é um marco na reestruturação da FAB. “Se olharmos a história da FAB, já fazíamos o gerenciamento de risco, mas com foco na atividade operacional de aviação. Porém, o que se quer com essa instrução da CGU é que mude a cultura de sistematização de riscos em diversas áreas: ambiental, financeira, logística, segurança. Agora estamos finalizando um curso e, desta maneira, entendemos que a FAB está intimamente aliada com as orientações da CGU”, finalizou.