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Notaer traz informações sobre planejamento financeiro a longo prazo

Além de dividir metas em etapas, é importantes investir o dinheiro economizado
Publicado: 12/02/2016 08:00
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Fonte: Agência Força Aérea

  Educação financeira não significa somente equilibrar despesas e receitas, mas gerenciar a própria renda de forma a conquistar sonhos. Então, já parou para pensar no que você deseja para os próximos cinco anos?

O primeiro passo é listar os seus sonhos de médio prazo. A partir daí, divida essa meta em etapas para se organizar. Por exemplo: se o seu objetivo é poupar R$ 50 mil em cinco anos, ao final do primeiro ano deverá ter poupado R$ 10 mil (meta parcial), ao final do segundo ano, R$ 20 mil e assim por diante. Depois de dividir a meta em etapas, o mais indicado é administrar as “metas parciais” da mesma maneira que se administram metas de curto prazo.

No entanto, nem sempre é fácil se disciplinar para seguir o que foi planejado. Isso acontece porque temos a tendência de olhar apenas o valor total da meta, o que dificulta a tomada de decisões no dia a dia e até a mudança de alguns hábitos em favor daquele objetivo. Para algumas pessoas, é difícil entender que o todo (as metas de médio ou longo prazo) é a soma de pequenas partes (atitudes diárias voltadas para economizar e poupar).

Outra dica: não adianta traçar planos muito desafiadores se o preço a pagar por eles é alto demais e não cabe no orçamento. Então, antes de estabelecer qualquer meta que exija certo nível de sacrifício, analise como isso poderá impactar você, sua família e a qualidade de vida de todos. É necessário alinhar o planejamento aos seus valores pessoais, para que não haja frustração nem desistência no meio do caminho.

É importante lembrar que para atingir a meta não basta guardar o dinheiro debaixo do colchão. Investimentos fazem a quantia render, mas evite a caderneta de poupança, porque atualmente ela não cobre a inflação. Consulte sites de órgãos públicos e privados que ensinam a investir em fundos de maior rentabilidade e que preservam o poder de compra do dinheiro.

Por fim, é bom ter em mente que, ao longo de 24, 36, 48 ou até 60 meses, muita coisa pode acontecer. Esteja preparado para, de vez em quando, fazer alterações na rota. Um imprevisto financeiro ou um problema de saúde, por exemplo, podem exigir que você adie os planos ou mude a estratégia. Nessa lógica, se você estipulou um prazo, mas percebeu que não será possível cumpri-lo, basta analisar o que já evoluiu e rever as metas. Isso servirá para traçar novos caminhos e manter-se motivado e com foco para seguir adiante.

Fonte e para mais informações consulte o portal de educação financeira do Banco do Brasil. 

Leia esta e outras reportagens na edição de fevereiro do Notaer: