OPERACIONAL

Força Aérea encerra Exercício Conjunto NUNTIUS em Campo Grande (MS)

Cerca de 160 militares participaram do adestramento que objetivou o emprego em missões de Apoio Aéreo Aproximado com a formação de novos Guias Aéreos Avançados
Publicado: 22/10/2020 10:15
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Fonte: Ala 5, por Cap Gil e Sgt Juliana
Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Jonathan Jayme - Revisão: Major Monteiro

Sob a coordenação do Comando de Preparo (COMPREP), por meio do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), encerrou-se na sexta-feira (16) o Exercício Conjunto NUNTIUS. O adestramento, iniciado no dia 21 de setembro, aconteceu na Ala 5, em Campo Grande (MS), visando à interoperabilidade das três Forças Armadas. A Marinha do Brasil (MB), o Exército Brasileiro (EB) e a Força Aérea Brasileira (FAB) participaram da formação operacional de militares, a qual objetivou o emprego em missões de Apoio Aéreo Aproximado com a formação de novos Guias Aéreos Avançados.

O treinamento foi realizado por meio das aeronaves de combate A-29 Super Tucano, do Terceiro Esquadrão do Terceiro Grupo de Aviação (3º/3º GAV) - Esquadrão Flecha; A-4 Skyhawk, do Esquadrão VF-1 (MB); e H-60L Blackhawk, do Segundo Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (2º/10º GAV) - Esquadrão Pelicano.

Cerca de 160 militares participaram do Exercício. Os alunos do Curso receberam instruções sobre o fluxo do Guiamento Aéreo Avançado, modalidades de emprego, emissão laser, armamento aéreo, bem como o controle terminal de ataques em alvos.

Concluíram o curso com aproveitamento e foram diplomados 11 militares, sendo quatro da FAB, quatro do EB e três da MB. Durante a Cerimônia foram entregues, ainda, Certificados de Agradecimento aos Instrutores Externos.

O Sargento da FAB William Silva do Nascimento, primeiro colocado do Curso, destacou a importância do Exercício: “Ser qualificado como Guia Aéreo Avançado é relevante para a progressão operacional, pois aumenta a capacidade para atuar no terreno, tendo em vista o emprego de ataque aéreo coordenado entre o Guiamento Aéreo Avançado e o meio aéreo utilizado. Além disso, possibilitou o intercâmbio entre as Forças, o que acarretou compartilhar doutrinas, agregar e nivelar conhecimentos aplicados pelas demais Organizações”, afirmou.

Fotos: Soldado Wanderson Antônio de Oliveira/ ASCOM-MD