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Homenagem


A Força Aérea Brasileira (FAB) homenageia todos que fazem parte dos Esquadrões de Asas Rotativas.


Formação


Piloto de Asas Rotativas

D epois de quatro anos na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP), é que começa a formação do piloto de helicóptero. Quando concluem o Curso de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAv), os Cadetes recebem a patente de Aspirante a Oficial e já são designados para o curso de especialização na Aviação em que irão atuar. A escolha é feita de acordo com diversos parâmetros, como aptidões pessoais e média de notas de cada Cadete.

Na AFA, o aluno conclui o Curso Básico de Aviação Militar, voando o T-25 e o T-27. Depois, é necessário se aprofundar mais para cumprir as missões que envolvem as Asas Rotativas, como Busca e Salvamento ou SAR (do inglês, Search And Rescue), Evacuação Aeromédica (EVAM), Ataque e Transporte Especial, dentre outras.

A formação especializada em Asas Rotativas ocorre na Ala 10, localizada em Parnamirim (RN), região metropolitana de Natal, onde está sediado o Esquadrão Gavião (1º/11º GAV), responsável pelo Curso de Especialização em Asas Rotativas (CEO-AR). No CEO-AR, os Aspirantes passam, em média, um ano em instruções teóricas e práticas adquirindo todo o conhecimento necessário para pilotar helicópteros e o treinamento é realizado a bordo do H-50 Esquilo. Além disso, aprendem toda a doutrina inerente à Aviação que escolheram. Durante o curso, os pilotos fazem a adaptação diurna e noturna na aeronave, aprendem a operar em área restrita, voar por instrumentos, fazer resgate e transportar carga externa. Também realizam técnicas de rapel e formatura tática para emprego nas Missões de Ataque e Busca e Salvamento em Combate.

Dentre várias outras especificidades, duas características das Asas Rotativas se sobressaem: a flexibilidade e a versatilidade na hora do pouso. Um helicóptero é capaz de chegar em locais de difícil acesso, como em uma mata ou numa clareira, por exemplo. Principalmente, se a região não oferecer pistas. Eles precisam de pouco espaço para pousar e decolar.

Após a conclusão do CEO-AR, os militares são enviados para um dos Esquadrões que operam Asas Rotativas no País.

Esquadrões


Atualmente, há oito Esquadrões de Asas Rotativas na FAB em todo o Brasil:

  1°/8° GAV – Esquadrão Falcão
  2°/8° GAV – Esquadrão Poti
  3°/8° GAV – Esquadrão Puma
  5°/8° GAV – Esquadrão Pantera
  7º/8º GAV – Esquadrão Harpia
  2°/10° GAV – Esquadrão Pelicano
  1°/11° – Esquadrão Gavião
  3° Esquadrão do GTE


Veja, na ilustração, quais são os Esquadrões e as aeronaves que eles operam:

Aeronaves


Saiba quais são as missões cumpridas pelos helicópteros:

Aeronave usada na formação dos pilotos:


H-50 Esquilo



Aeronaves multimissões empregadas em Missões de Busca e Salvamento, Busca e Salvamento em Combate,
Evacuação Aeromédica, Transporte Aéreo Logístico e Defesa Aérea:


H-60 Black Hawk




H-36 Caracal



Helicópteros utilizados em Transporte Especial:


VH-35




VH-36 Caracal



Aeronaves de Ataque:


AH-2 Sabre



História


Veja, na Linha do Tempo, os momentos mais marcantes da história da Aviação de Asas Rotativas na FAB:

 

Álbum de fotos


03 Fev - Dia da Aviação de Asas Rotativas
CECOMSAER - Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

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