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Acompanhe os horários de ativação das Áreas de Exclusão durante os Jogos Olímpicos.

Notícias


ESPORTE – Ministro da Defesa acredita em apoio da iniciativa privada para ampliar programa

Controle do Espaço Aéreo


A Força Aérea Brasileira (FAB) terá mais de 11 mil militares responsáveis pelo gerenciamento do tráfego aéreo durante os Jogos Olímpicos. O número inclui aqueles que atuarão na cidade do Rio de Janeiro e os que vão gerenciar os voos vindos de outras partes do País ou do exterior.

No Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), localizado no Rio de Janeiro (RJ), a Sala Master de Comando e Controle irá reunir representantes de diversos órgãos governamentais, tais como Secretaria de Aviação Civil (SAC), Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Polícia Federal, Anvisa e concessionárias de aeroportos, dentre outros. Serão 24 horas por dia compartilhando informações sobre a chegada, os deslocamentos e a partida de autoridades, delegações e do público espectador.

Somente para o dia 22 de agosto são estimados 405 mil passageiros em dez aeroportos brasileiros envolvidos no esquema especial para as Olimpíadas: Pampulha e Confins (Belo Horizonte); Juscelino Kubitscheck (Brasília); Guarulhos, Congonhas e Viracopos (São Paulo); Santos Dumont e Galeão (Rio de Janeiro).


Do primeiro ao último dia de competição, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), por meio do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), divulgará o Boletim Digital de Movimentos Aéreos das Olimpíadas. Nele será possível visualizar os números de voos da aviação regular, charter, geral e de asa rotativa (helicópteros) nos principais aeroportos das cidades-sede. O Boletim também vai divulgar o comparativo entre a movimentação do dia de competição e a média desse dia nas últimas quatro semanas, bem como o percentual de pontualidade do aeroporto.



Defesa Aérea


O espaço aéreo terá regras especiais durante o período dos Jogos. De 24 de julho e 22 de agosto (Jogos Olímpicos), e de 7 a 19 de setembro (Jogos Paralímpicos), haverá restrições específicas para o sobrevoo da cidade do Rio de Janeiro.

Em uma área denominada BRANCA, que abrange de Angra dos Reis até Cabo Frio, e do Oceano até quase com a divisa com Minas Gerais, estarão proibidos voos de treinamento, instrução e turísticos, dentre outras restrições. Também estarão proibidas operações de paraquedas, parapentes, balões, dirigíveis, ultraleves, aeronaves experimentais, asas-deltas, pulverização agrícola, reboque de faixas, aeromodelos, foguetes e veículos aéreos remotamente pilotados.

Entre os dias 3 e 22 de agosto, e 7 a 19 de setembro, haverá a ativação da área AMARELA nos dias de competições esportivas. Com 27,78 quilômetros de raio (15 milhas náuticas), incluindo os aeroportos do Galeão e Santos Dumont, indo desde Niterói até a praia de Grumari, e do Oceano Atlântico até Nova Iguaçu, a área será permitida para sobrevoo apenas de aeronaves devidamente autorizadas.

Nos períodos das competições, também serão ativadas sobre os complexos esportivos da Barra, Deodoro, Maracanã, Engenhão e Copacabana as chamadas áreas VERMELHAS, cada uma com 7,4 quilômetros de raio (4 milhas náuticas). Somente poderão voar aeronaves com autorização expressa do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), incluindo as das Forças Armadas, órgãos de segurança pública, chefes de estado e autoridades públicas, aeronaves-ambulância e aquelas utilizadas pelas organizações dos eventos esportivos.

Qualquer veículo aéreo que descumprir essas orientações poderá ser interceptado em voo pelo COMDABRA. O decreto presidencial N° 8.758/2016 determinou que aeronaves consideradas suspeitas estarão sujeitas às medidas coercitivas de averiguação, intervenção, persuasão e até de destruição. Esta última medida pode ocorrer sob ordem do Comandante da Aeronáutica. Para executar tais ações, a Força Aérea Brasileira terá aviões de caça, helicópteros e aviões-radar em voo ou prontos para decolar.

Este conceito e estrutura militar para gerenciar o fluxo de tráfego aéreo já foi adotado em grandes eventos sediados pelo Brasil. As experiências na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), em 2012, na Copa das Confederações de Futebol FIFA Brasil 2013, a Jornada Mundial da Juventude Católica Rio 2013 e a Copa do Mundo de Futebol FIFA Brasil 2014 foram bem sucedidas e resultaram em reconhecimento internacional.

As ações de defesa aérea durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 serão coordenadas pelo COMDABRA, órgão do Comando da Aeronáutica sediado em Brasília (DF).

Para conhecer as alterações temporárias no espaço aéreo brasileiro durante a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, clique AQUI.


Aeronaves


AERONAVES UTILIZADAS

Receptivo, Segurança e Defesa


RECEPÇÃO DE AUTORIDADES

AAs comitivas com chefes de estado, de governo e soberanos que vierem ao Brasil para acompanhar a abertura, o encerramento e as competições dos Jogos Olímpicos Rio 2016 serão recebidas em bases aéreas da Força Aérea Brasileira, como realizado em eventos como a Rio+20.

Além do desembarque na Base Aérea do Galeão (BAGL), na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, as autoridades serão recepcionadas nas Bases Aéreas de São Paulo (BASP) e de Brasília (BABR), cidades em que serão realizadas partidas de futebol.

A FAB será responsável por coordenar as ações entre as instituições envolvidas, como Polícia Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Receita Federal, Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), para o desembaraço alfandegário.

O receptivo de autoridades é coordenado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e Ministério de Relações Exteriores (MRE).


SEGURANÇA DE INSTALAÇÕES


As bases aéreas estarão mobilizadas para atuar durante os jogos Olímpicos e Paralímpicos. A prioridade é manter a segurança das instalações militares. Além disso, militares treinados integrarão os grupos de motociclistas que autuarão como batedores de autoridades. Eles farão a escolta de delegações. Grupos de militares de infantaria da Aeronáutica foram treinados para atuar na abordagem em solo de aeronaves que tenham sido obrigadas a pousar por terem sido interceptadas. Também há efetivo para apoiar os órgãos de segurança pública, em caso de acionamento de uma missão de Garantia de Lei e da Ordem (GLO), quando o Ministério da Defesa determina a atuação das Forças Armadas.




DEFESA QUÍMICA, BIOLÓGICA, RADIOLÓGICA E NUCLEAR

Referência no atendimento de queimados, o Hospital de Força Aérea do Galeão recebeu a estrutura necessária para atender vítimas de ameaças químicas, biológicas, radiológicas e nucleares - conhecidas pela sigla QBRN. Dois quartos foram isolados com chumbo, para isolamento do contágio com elementos radioativos, como o césio, por exemplo, ou biológicos, como o ebola. Durante os jogos, também será montada uma estrutura para descontaminação de possíveis pacientes. Responsável pela evacuação aérea em caso de ameaças QBRN, as tripulações dos helicópteros da FAB e dos cargueiros C-130 Hércules e SC-105 Amazonas também precisaram adquirir e se adaptar a novos trajes para proteção dos militares.

Esporte

INFRAESTRUTURA ESPORTIVA


A s únicas pistas de atletismo a serem utilizadas para treinamentos de atletas dos Jogos Olímpicos ficam em um quartel da Força Aérea Brasileira. Além das duas pistas, o Centro Olímpico de Treinamento dos Afonsos, localizado no campus da Universidade da Força Aérea (UNIFA) engloba ginásios esportivos, uma piscina de 50 metros coberta e aquecida, uma piscina de 25 metros e alojamento para 142 atletas, além do Instituto de Ciências da Atividade Física (ICAF).

A infraestrutura permanecerá como legado para a Força Aérea, para o desporto militar e também para as comunidades da Zona Oeste do Rio de Janeiro. A UNIFA, além de treinar atletas e militares, também sedia projetos como o "Forças no Esporte", em parceria com o Ministério dos Esportes.

ATLETAS MILITARES


A Força Aérea Brasileira (FAB) tem 39 esportistas convocados para representar o Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Entre os nomes mais conhecidos estão o do maratonista Marilson dos Santos, o ginasta Arthur Zaneti e o jogador de badminton Ygor Coelho.

Os sargentos da Aeronáutica estarão nas modalidades de handebol (masculino e feminino), voleibol de praia (masculino), tiro com arco, taekwondo, natação (100m peito, 100m livre), ginástica artística (argolas e barra fixa), canoagem slalom, badminton, pentatlo moderno, hóquei sobre grama, tiro esportivo, ciclismo (pista e estrada) e no atletismo (maratona, 5.000m, revezamento 4x100 e 4x400, arremesso do peso, lançamento do disco e lançamento do martelo).

No total, a FAB mantém 203 atletas do Programa de Atletas de Alto Rendimento de 16 modalidades. Os primeiros atletas foram incorporados na graduação como sargentos em 2014.

O Programa Atletas de Alto Rendimento é uma parceria dos ministérios da Defesa e do Esporte e tem o objetivo de fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível. Os esportistas têm à disposição todos os benefícios da carreira militar, como salários, plano de saúde, férias e assistência médica, incluindo nutricionista e fisioterapeuta, além de disporem de todas as instalações esportivas militares adequadas para treinamento. Os atletas também são beneficiados pelas bolsas Pódio e das categorias Olímpica, Internacional e Nacional do Ministério do Esporte.


Conheça os atletas da FAB já classificados para os Jogos Olímpicos Rio 2016.


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