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...para o início dos Jogos Olímpicos RIO 2016.

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Atleta da FAB é selecionado para representar o Brasil no triatlo nas Olimpíadas

Espaço Aéreo


Durante a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, será instalada, no prédio do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), a Sala Master de Comando e Controle. Representantes de diversos órgãos governamentais, tais como Secretaria de Aviação Civil, ANAC, Polícia Federal, Anvisa, concessionárias de aeroportos, dentre outros, atuarão na Sala Master. Serão 24 horas por dia, compartilhando informações sobre a chegada, os deslocamentos e a partida de autoridades, delegações e do público espectador. Cercado por videowalls, ou seja, uma estrutura composta de diversos painéis de LED, o ambiente permitirá aos seus integrantes a visualização da situação das aeronaves nos aeroportos, bem como sua evolução no espaço aéreo. As informações disponibilizadas em tempo real permitem uma rápida tomada de decisão que é feita de modo colaborativo entre as partes envolvidas.

A operação vai envolver 39 aeroportos, incluindo as principais portas de entrada para a competição - Galeão, Santos Dumont e Guarulhos -, os terminais das cidades que vão sediar os jogos de futebol (Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Manaus e São Paulo) e os que poderão ser utilizados como alternativa para desembarque ou estacionamento de aeronaves.

A ANAC estima que, somando a movimentação dos Jogos Olímpicos e dos Paralímpicos, sejam realizados 270 mil embarques e desembarques nos quatro dias de pico.

Defesa Aérea


As ações de defesa aérea durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 serão coordenadas pelo Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), órgão do Comando da Aeronáutica sediado em Brasília (DF) cuja missão é empregar o poder aeroespacial brasileiro a fim de assegurar a soberania do Espaço Aéreo Nacional.

Seguindo os critérios de segurança adotados mundialmente em eventos similares de grande repercussão e para manter os níveis dos serviços de tráfego aéreo prestados, o Comando da Aeronáutica definiu áreas de exclusão em determinadas porções do espaço aéreo brasileiro com tamanhos e níveis de acessos diferentes.

Os critérios adotados para definir as áreas consideraram a segurança e o impacto operacional. A segurança do público, de atletas, de autoridades, de aeronaves e das instalações e a preocupação constante em reduzir os impactos operacionais para os usuários do espaço aéreo nortearam a localização, o tamanho e os níveis de acesso das referidas áreas.

Este conceito e estrutura militar para gerenciar o fluxo de tráfego aéreo já foi adotado em grandes eventos já sediados pelo Brasil. As experiências na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +20), em 2012, na Copa das Confederações de Futebol FIFA Brasil 2013, a Jornada Mundial da Juventude Católica Rio 2013 e a Copa do Mundo de Futebol FIFA Brasil 2014 foram bem sucedidas e resultaram em reconhecimento internacional. Para conhecer as alterações temporárias no espaço aéreo brasileiro durante a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, clique AQUI.

Entenda como funcionam as áreas de exclusão
RESERVADA(indicada pela cor branca), RESTRITA (indicada pela cor amarela) ou PROIBIDA (indicada pela cor vermelha).



As áreas de exclusão estão localizadas onde ocorrerão as competições oficiais dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016: Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Os períodos de vigência dessas restrições serão estabelecidos de acordo com o início das competições oficiais e durante a abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Vale ressaltar que o período de vigência das restrições varia de acordo com o evento. Isso significa que uma mesma cidade poderá ter horários diferentes conforme os eventos que receberá.

Receptivo e Segurança


RECEPTIVO

As comitivas com chefes de estado, de governo, soberanos, ministros do esporte que vierem ao Brasil para acompanhar a abertura, o encerramento e as competições dos Jogos Olímpicos Rio 2016 serão recebidas em bases aéreas da Força Aérea Brasileira (FAB).

Além do desembarque na Base Aérea do Galeão (BAGL), na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, as autoridades serão recepcionadas nas Bases Aéreas de São Paulo (BASP) e de Brasília (BABR), cidades em que serão realizadas partidas de futebol.

A FAB será responsável por coordenar as ações entre as instituições envolvidas, como Polícia Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Receita Federal, Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), para o desembaraço alfandegário.

O receptivo de autoridades é coordenado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e Ministério de Relações Exteriores (MRE).



SEGURANÇA

A estrutura das bases aéreas estarão mobilizadas para atuar durante os jogos Olímpicos e Paralímpicos. A prioridade é manter a segurança das instalações militares. Além disso, militares treinados integrarão os grupos de motociclistas que autuarão como batedores de autoridades. Eles farão a escolta de delegações. Grupos de militares de infantaria da Aeronáutica foram treinados para atuar na abordagem de solo de aeronaves que tenham sido obrigadas a pousar por terem sido interceptadas.

Infraestrutura de apoio


Além da atuação nas áreas prioritárias de defesa aérea, controle de tráfego e esporte, a Força Aérea Brasileira também tem incumbências complementares. Para atendê-las, foram feitos investimentos nas áreas de infraestrutura e de equipamentos, que serão importantes mesmo após as competições.

O ginásio poliesportivo construído nas dependências da Universidade da Força Aérea (UNIFA), no Rio de Janeiro (RJ), é um dos exemplos. O espaço, com cerca de 1.200 metros quadrados de área total, será utilizado para o treinamento dos atletas tanto nos Jogos Olímpicos quanto nos Paralímpicos. Com capacidade para 160 lugares, o local possui marcações para as modalidades de voleibol, handebol, basquete e futebol de salão. O espaço conta ainda com um mezanino de 180 metros quadrados que será aparelhado com equipamentos de musculação.

Outro caso é a ampliação do Centro de Tratamento de Queimados, que fica no Hospital de Força Aérea do Galeão, também no Rio. A unidade, que já era referência, recebeu a estrutura necessária para atender vítimas de ameaças químicas, biológicas, radiológicas e nucleares - conhecidas pela sigla QBRN. Dois quartos foram isolados com chumbo, para isolamento do contágio com elementos radioativos, como o césio, por exemplo, ou biológicos, como o ebola. Durante os jogos, também será montada uma estrutura para descontaminação de possíveis pacientes.

Responsável pela evacuação aérea em caso de ameaças QBRN, as tripulações dos helicópteros da FAB e dos cargueiros C-130 Hércules e C-105 Amazonas também precisaram adquirir e se adpatar a novos trajes para proteção dos militares.

Atletas da FAB

Conheça os atletas da FAB já classificados para os Jogos Olímpicos Rio 2016.


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