NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Força de vendas da Boeing é crucial para a Embraer, diz fundador da brasileira

Ex-presidente da Embraer, Ozires Silva aponta a possibilidade de que, com acordo entre as empresas, as aeronaves brasileiras possam ser vendidas nos EUA como nacionais; ele defende ainda o fim do monopólio da Infraero para o fomento da aviação regional

Luciana Dyniewicz, O Estado De S.paulo Publicado Em 28/06 - 04h00

Fundador da Embraer e um dos principais responsáveis pelo projeto de privatização da fabricante de aviões, em 1994, Ozires Silva vê no negócio entre a brasileira e a americana Boeing uma oportunidade para ampliar a força de vendas da Embraer. “A força de vendas da Boeing é muito importante para nós”, diz ele, que levanta ainda a possibilidade de as aeronaves da Embraer serem “americanizadas”. “Isso significa que elas poderiam ser vendidas nos Estados Unidos, o maior mercado do mundo, como aviões nacionais”, acrescenta.

A negociação entre as duas companhias foi anunciada no fim do ano passado e pode resultar na criação de uma terceira empresa, na qual a Boeing teria 80% de participação e a Embraer, 20%. A nova companhia deve envolver apenas o braço de aviação comercial da brasileira. O segmento militar ficará de fora do acordo por determinação do governo brasileiro, que detém uma ação especial (“golden share”) da Embraer que lhe dá direito a veto em negociações como a que está em curso.

“Isso (a manutenção da área militar) é assim no mundo todo. Nos EUA mesmo, o governo proíbe que a Boeing venda aviões militares sem sua autorização. O governo brasileiro seguiu o mesmo procedimento e está certo”, avalia Silva. “Imagina a Boeing vendendo para governos inimigos dos EUA.”

Para o ex-presidente da Embraer, uma desvantagem do acordo entre as fabricantes é a possibilidade de a americana se “desinteressar” pela brasileira. “Os vendedores da Boeing podem pretender vender mais aviões Boeing que Embraer. Pode acontecer. Não tem como mexer nisso.”

Silva, porém, acredita que o cenário é favorável para o acordo, já que a europeia Airbus se associou, em outubro do ano passado, à canadense Bombardier em um programa de desenvolvimento e vendas de aviões com até 150 lugares. A Bombardier concorre diretamente com a Embraer, que também tem foco em aeronaves desse porte. Com a parceria entre as duas, tanto Boeing como Embraer acabaram perdendo força para competir no mercado global.

Interesse. Além dessa necessidade de fazer frente à parceria entre Bombardier e Airbus, a Boeing procura, na compra de parte da Embraer, se desenvolver rapidamente em um dos mercados mais promissores do setor e no qual ainda não atua, o da aviação regional – que depende de aviões de médio porte. Silva conta que, quando apresentou ao governo brasileiro a proposta de criação da Embraer, na década de 60, já acreditava que esse mercado tinha grande potencial, pois poderia conectar o interior com as capitais.

“Hoje, você olha o mercado mundial, estão realmente pensando em aviões da categoria dos da Embraer. Foi nesse momento que a Boeing, vendo o que aconteceu com Airbus e Bombardier, pensou aonde poderia ir. Eles disseram: ‘vamos construir tudo (aeronaves de médio porte) a partir do zero? Não, vamos conversar com a Embraer’.”

Na avaliação de Silva, para a aviação regional avançar no Brasil, é necessário acabar com o monopólio da Infraero. Isso, segundo ele, faria com que os aeroportos tivessem de ser mais competitivos, o que baratearia custos para empresas aéreas e passageiros.

Ainda de acordo com ele, uma maior abertura do Brasil em geral para o comércio internacional também daria mais competitividade para as empresas brasileiras e permitira que surgissem novos casos de sucesso como o da Embraer. “A Embraer venceu no mercado internacional porque entrou numa competição e ganhou essa competição. O mercado acomoda as pessoas se elas estão protegidas por um dispositivo legal qualquer.”

Silva se diz surpreso com a intenção da Boeing de comprar a Embraer – a americana “sempre foi referência aqui” – e destaca que o espírito de empreendedor funciona em um momento de negociação como o atual. “Uma característica essencial do empreendedor é coragem e ousadia. A gente não sabe quais são os riscos, mas o empreendedor trabalha para que esses riscos sejam minimizados.”

 

Ministro da Cultura lidera ranking de gastos com viagens nacionais em 2018


Juliana Braga Publicado Em 29/06 - 06h00

Os dois funcionários do governo que mais gastaram com viagens nacionais em 2018 foram os ministros da Cultura, Sérgio Sá Leitão, e do Trabalho, Helton Yomura.

O primeiro gastou R$ 87 mil e, o segundo, R$ 66 mil com diárias e passagens. Os dados foram compilados pela CGU.

O Ministério do Trabalho afirmou que Yomura viajou para defender a reforma trabalhista. A assessoria de Sá Leitão disse que ele opta por voos comerciais, evitando usar FAB.

Veja o ranking dos 10 que mais gastaram com passagens e diárias nacionais:

1 SERGIO HENRIQUE SA LEITAO FILHO R$ 87.340,29
2 HELTON YOMURA R$ 66.816,35
3 SELMA VICENTE ANDRADE DA SILVA R$ 62.270,22
4 EKTOR LUIS PASSINI R$ 59.688,95
5 MARIALBA DA GLORIA GARCIA CARNEIRO R$ 58.263,14
6 FELIPE SARTORI SIGOLLO R$ 55.694,61
7 MARIA HELENA GUIMARAES DE CASTRO R$ 51.151,54
8 MARIO RODRIGUES JUNIOR R$ 48.218,69
9 ROSSIELI SOARES DA SILVA R$ 47.768,81
10 CLELIA LUCIA CAMILO DE MORAIS ANTUNES R$ 47.520,92

 

TV GLOBO - BOM DIA BRASIL.


Número de balões perto de aeroportos aumenta 10% no primeiro semestre

Pilotos são obrigados a desviar a rota de aviões para evitar acidentes.

Publicado Em 28/06

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PORTAL UOL


Cinco mil homens das forças armadas e polícias fazem operação no Rio


Por Jovem Pan Com Agência Brasil Publicado Em 28/06 - 08h34

ImagemAs forças armadas fazem hoje (28) uma operação conjunta com as polícias do Rio de Janeiro nas comunidades do Chapadão e da Pedreira, na zona norte da cidade. Os militares executam um cerco às comunidades, patrulhas, desobstrução de vias e revistas de pessoas e de veículos.

Policiais militares auxiliam no patrulhamento e no bloqueio de vias. Já os policiais civis fazem a checagem de antecedentes criminais e cumprem mandados judiciais.

Participam da operação 5.580 homens, dos quais 5.400 são militares das forças armadas, 100 policiais civis e 80, policiais militares. Na operação, estão sendo usados veículos blindados, aeronaves e equipamentos de engenharia.

Segundo o Comando Militar do Leste, a operação foi deflagrada no contexto das medidas implementadas pela Intervenção Federal na Segurança Pública.

Operação interdita túnel

Outra operação policial, realizada pela Polícia Militar, na manhã desta quinta em razão de disparos registrados no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro, interditou os dois sentidos do túnel Noel Rosa.

O Centro de Operações da Prefeitura do Rio disse que a Polícia Militar está atuando no local e pede que os motoristas evitem passar pela região.

Morre sargento

Um sargento identificado apenas como Pinheiro morreu após ser baleado na cabeça no Morro dos Macacos, elevando para 70 o número de agentes de segurança mortos no Rio em 2018.

Com informações de Agência Brasil, Estadão Conteúdo e do repórter Jovem Pan no Rio, Rodrigo Viga.

 

JORNAL DIÁRIO DE PERNAMBUCO


Avião hipersônico promete ligar Londres a Nova York em 2 horas

Aeronave de passageiros anunciada pela Boeing poderá chegar à velocidade de 6 mil quilômetros por hora

Por Estado De Minas Publicado Em 28/06 - 20h44

A Boeing, empresa norte-americana de desenvolvimento aeroespacial e de defesa, divulgou nesta quinta-feira (28), durante conferência do Instituto Americano de Aeronáutica e Astronáutica, que ocorre em Atlanta, nos Estados Unidos, o projeto do primeiro conceito hipersônico de transporte de passageiros da companhia.

O avião hipersônico voará a uma velocidade denominada Mach 5, que equivale a 5 vezes a velocidade do som. O jato fará o trajeto da Europa à Austrália em cinco horas, de Los Angeles a Tóquio em três e de Londres para Nova York em menos de duas.

O Concorde, aeronave supersônica comercial que voou entre os anos de 1976 e 2003, por exemplo, voou em Mach 2.02 (equivalente a 2,2 vezes a velocidade do som) e fazia o trajeto Nova York-Londres em 3 horas e meia.

Kevin Bowcutt, técnico sênior e cientista responsável pelo projeto, estima que a aeronave seja uma realidade dentro de 20 ou 30 anos. "Estamos entusiasmados com o potencial da tecnologia hipersônica para conectar o mundo cada vez mais rápido”, disse.

"A Boeing está construindo o projeto baseado em seis décadas de trabalho no desenvolvimento e vôo de veículos hipersônicos experimentais, o que nos torna a empresa certa para liderar o esforço de levar essa tecnologia ao mercado no futuro", acrescentou.

Segundo o CEO da Boeing, Dennis A. Muilenburg, esse é um conceito que pode redefinir a aviação e conectar o mundo mais rápido que nunca. De acordo com a empresa, a aeronave poderá ser utilizada para fins militares e comerciais.

 

AGÊNCIA BRASIL


Forças Armadas recuperam 76 veículos roubados em operação no Rio


Por Douglas Corrêa Publicado Em 29/06 - 19h30

O Comando Conjunto das Forças Armadas divulgou no final da tarde de hoje (28) um balanço da operação realizada desde as primeiras horas da manhã nas comunidades do Chapadão e da Pedreira, zona norte do Rio, uma das regiões da cidade onde ocorrem mais roubos de carga, devido à proximidade com a Via Dutra e a Avenida Brasil.

Ao todo, 11 pessoas foram presas e um menor apreendido. Um homem foi morto quando tentava fugir para o Morro da Barão, na Praça Seca, ligada à mesma facção criminosa que atua nas duas localidades em que houve a operação. Foram recuperados também 30 carros, 44 motos e dois caminhões, totalizando 76 veículos todos roubados. Um carregamento de bebidas importadas foi recuperado pelos militares.

Essa foi a maior operação das Forças Armadas em comunidades do Rio, desde o início da intervenção federal na segurança pública do Rio. Foram empregados 5.400 militares das Forças Armadas, com apoio de 180 policiais civis e militares.

Equipes das Forças Armadas derrubaram 36 barricadas colocadas pelo tráfico nos principais acessos aos morros do Chapadão e da Pedreira com o objetivo de impedir a passagem dos carros das forças de segurança do estado. Os militares fizeram 3.600 revistas de pessoas que saiam ou chegavam nas comunidades, e outras 2.400 em carros e motos.

De acordo com o Comando Conjunto das Forças Armadas, a ação não prejudicou a rotina nas duas comunidades, principalmente o funcionamento de escolas públicas e do comércio local.

Morro dos Macacos

Em outra ação de segurança realizada no Rio, o sargento Jason da Costa Pinheiro, 42 anos, foi morto com um tiro de fuzil na cabeça durante operação contra o crime organizado no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, zona norte do Rio, segundo balanço divulgado no final da tarde de hoje (28) pela Polícia Militar.

 

Jungmann diz que melhor política contra a criminalidade é a prevenção


Por Cristina Indio Do Brasil Publicado Em 28/06 - 21h22

ImagemO ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que se fala muito em repressão à criminalidade no Brasil, quando a melhor política que pode ser praticada é a da prevenção. Na visão dele, a sociedade, com razão, quer punição aos criminosos, mas, nomeando todas as facções espalhadas no país, alertou que o sistema penitenciário é “controlado pelas grandes gangues”. “Nós nos tornamos recrutadores dos soldados para o crime organizado que vai para dentro do sistema penitenciário, ou seja, nós estamos fazendo crescer um monstro para nos destruir. Vamos ser claros. Precisamos desarmar isso”, disse.

De acordo com o ministro, o “motor da violência” no Brasil está na juventude de 15 a 24 anos. “Se olhar o que acontece no sistema prisional e nas periferias é ver essa moçada que está morrendo, mas também está matando muito acima da média”, disse, destacando que são esses jovens que, ao serem presos, aumentam o número de integrantes de facções criminosas nas prisões.

Esta violência também se reflete na sociedade. “Uma sociedade que é vulnerável, que sai daqui e pode levar uma bala perdida, como aquele garoto ou os policiais que estão morrendo para salvar nossas vidas. Isso é trágico, revoltante e indigno”, disse o ministro.
Terceira maior população carcerária

De acordo com o ministro, o sistema prisional brasileiro tem atualmente a terceira maior população carcerária do mundo, atrás dos Estados Unidos e da China. Ele destacou que os números, que não são exatos, apontam para 726 mil apenados no Brasil, número que cresce a cada ano. Jungmann disse que a população prisional está crescendo, em média, 7% ao ano. Isso resultará, ao final de 2019, em mais de 1 milhão de presos no Brasil.

“São jovens que estão indo para a cadeia, é o nosso futuro que está indo para a cadeia e esses jovens que estão lá sobretudo são pretos, pardos, de baixa educação e de baixa renda, ou seja, somos também seletivos neste sentido. Não estamos criando oportunidade para esta juventude”.

Plano nacional

Para o ministro, o Brasil precisa elaborar um plano decenal de segurança pública construído por todos os que fazem parte dessa área. Jungmann disse que, pela primeira vez, o governo federal lidera ações de segurança pública e avaliou que este é o motivo de, até agora, não ter sido preparada uma política nacional para o setor.

Essa lacuna, para Jungmann, não foi solucionada pela Constituição de 1988, que embora tenha definido atuações nas áreas de saúde e educação, inclusive com destinação de recursos, não garantiu tratamento semelhante para a segurança.

Uma das preocupações com a criação do ministério, foi definir além das áreas de atuação, as formas de garantir os recursos necessários para um setor que dependia apenas de orçamento de governos estaduais. Segundo o ministro, com o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) esta situação mudou porque os recursos passaram a ser definidos por lei. A isso, se juntou a linha de crédito aberta pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a contratação de empréstimos aos estados destinados a projetos da área de segurança.

Integração

Segundo Jungmann, a palavra-chave para enfrentar o crime organizado no país é integração, sem o que não se resolve o problema. Na visão do ministro, parte do enfrentamento dessa questão, avançou com a criação do Susp, alimentado por dados e avaliações de órgãos de segurança federais e estaduais. Além disso, começou a funcionar a Câmara Setorial de Prevenção Social e de Segurança, que se reúne frequentemente no Palácio do Planalto, com a participação dos ministros da área social do governo. Um dos resultados desses encontros é a parceria com o ministério da Educação para a inauguração de uma Escola de Segurança Pública.

Jungamann deu as declarações durante participação no Rio International Defense Exhibition -Ridex 2018, no Pier Mauá, centro do Rio, uma feira de equipamentos de Defesa. Depois da palestra, o ministro foi atendido, em uma sala reservada, por uma médica da marinha, porque estava sentindo muita dor provocada por uma otite no ouvido esquerdo. Lá mesmo ele foi medicado e percorreu a feira.

 

PORTAL DEFESANET


Visiona apresenta portfólio completo em soluções baseadas em sistemas satelitais


Publicado Em 28/06 - 09h40

Empresa dos grupos Embraer Defesa & Segurança e Telebras, a Visiona oferece ao mercado um amplo portfólio de produtos e serviços para projeto e integração de sistemas satelitais, sensoriamento remoto e telecomunicações por satélite. A Visiona está credenciada como Empresa Estratégica de Defesa (EED) e possui 6 Produtos Estratégicos de Defesa relacionados ao fornecimento de soluções espaciais.

A Visiona atuou como Prime Contractor do Projeto SGDC, o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações do governo brasileiro, sendo responsável pela estruturação do programa, engenharia de sistemas, gerenciamento do projeto, aquisição, implantação e testes do sistema entregando o satélite em órbita dentro do prazo previsto e atingindo ou superandos os principais requisitos do programa.

A empresa vem trabalhando no desenvolvimento de tecnologias espaciais críticas, em particular no desenvolvimento dos sistemas de Controle de Órbita e Atitude e Gestão de Dados de Bordo, os principais elementos de software embarcado de um satélite e atualmente em fase de testes, no Sistema de Controle de Solo do satélite, e na tecnologia de Rádio Definido por Software espacial.

Mais recentemente a Visiona anunciou o programa do nanosatélite VCUB1, o primeiro satélite projetado por uma empresa brasileira, com lançamento previsto para o 1º semestre de 2020.

O satélite, que conta com a parceria do SENAI-SC, deverá permitir a validação no espaço das tecnologias desenvolvidas pela Visiona e será equipado com uma câmera de alta resolução espacial e de um rádio definido por software reconfigurável no espaço voltado para missões de coleta de dados e Internet das Coisas (IoT).

A empresa também firmou acordos de cooperação tecnológica com o CEMADEN - Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, e com o Governo do Estado de Santa Catarina para o desenvolvimento de aplicações e validação das capacidades do satélite.

A Visiona tem forte atuação no mercado de sensoriamento remoto, atuando como distribuidora oficial de algumas das principais operadoras de satélite do mundo - AIRBUS, DIGITALGLOBE, MDA, RESTEC, SIIS e URTHECAST - o que lhe permite acessar uma constelação virtual de 30 sensores de observação da Terra, modelos digitais de elevação com vários níveis de precisão e as melhores tecnologias de aplicação existentes no mundo. A empresa também atua no mercado de comunicações via satélite, em particular no projeto e implantação de redes de alto desempenho.

 

Thales e sua subsidiária Omnisys apresentam na primeira edição da RIDEX uma experiência naval completa


Publicado Em 28/06 - 11h10

A Thales, líder mundial em tecnologia nos mercados de Defesa, Aeroespacial, Espacial, Transporte e Segurança, é uma das patrocinadoras da RIDEX – Rio International Defense Exhibition, que acontece entre os dias 27 e 29 de junho no Pier Mauá, no Rio de Janeiro.

No evento, a companhia apresentará suas soluções tecnológicas mais avançadas para a indústria de defesa. Presente no país há mais de 50 anos, a Thales é uma importante parceira da Marinha do Brasil. Dentro do programa de aquisição de submarinos, a companhia fornece sonares, sistemas de comunicações e de guerra eletrônica.

A Omnisys, subsidiária da Thales no Brasil, desenvolveu em parceria com o Instituto de Pesquisa da Marinha (IPqM) sistemas de guerra eletrônica fornecidos para corvetas Classe-Barroso e Classe-Inhaúma e fragatas da Classe-Niterói e Navio Escola Brasil.

Como fruto de um relacionamento de longo prazo com todas as forças armadas brasileiras, a empresa possui atualmente mais de 26 Produtos e Serviços Estratégicos de Defesa (PED), incluindo o sonar Kingklip, recentemente adicionado à lista.

Kingklip é um sonar de casco destinado para plataformas de porte médio que opera em modo ativo e passivo em frequência média. É um sonar de alto desempenho para missões de vigilância submarina, bem como para proteção das águas litorâneas.

Um dos exemplos do comprometimento da Thales com o Brasil foi a qualificação, em dezembro de 2017, da Omnisys para a produção local de transdutores no Centro de Excelência em Sonares, inaugurado em janeiro de 2016, na cidade de São Bernardo do Campo (SP).

Com investimentos de mais de R$ 20 milhões, é a primeira empresa a construir uma infraestrutura industrial capaz de fabricar equipamentos de sonares no Brasil. Esse montante faz parte dos mais de R$ 400 milhões investidos pela Thales no Brasil na última década, que contemplaram ainda um centro de excelência para produção de radares de controle do tráfego aéreo; o Centro de Tecnologia Espacial, apoiando de perto o programa do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC); um centro de serviços, para manutenção, reparo e revisão de todos os radares da Thales instalados no país; e o Centro de Desenvolvimento de Software para aviônicos.

Nesta edição inaugural da RIDEX, a Thales apresenta uma maneira inovadora de apresentar sua expertise no evento. Uma área contará com demonstrações do portfólio da companhia, usando telas digitais interativas, vídeos e animações.

Serão realizadas apresentações personalizadas das soluções de missão para todos os tipos de plataformas: subaquáticas, de superfície e aéreas.

“É uma satisfação para nós estar na primeira edição da RIDEX e entre os principais players da indústria, demonstrando nosso expertise, sobretudo na área naval, para um público altamente exigente. Nos dá muito orgulho o fato de estarmos qualificados para produzir transdutores no país para o mercado de sonar brasileiro, bem como para a cadeia de fornecimento de sonar global da Thales”, afirma Ruben Lazo, vice-presidente da Thales para América Latina.

 

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL GAZETA DO POVO - Tropa do Exército embarca em Curitiba para força-tarefa de ajuda a venezuelanos

Tropas do Paraná e Santa Catarina formarão força-tarefa de ajuda aos imigrantes da Venezuela em Roraima

Marcos Xavier Vicente Publicado Em 28/06 - 16h043

ImagemA primeira das três tropas do Exército com militares do Comando Militar do Sul que atuarão em Roraima na força-tarefa humanitária de ajuda a imigrantes venezuelanos embarcou na tarde desta quinta-feira (27) no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. No total, 70 militares da 5ª Divisão de Exército (5ª DE), que engloba os quartéis do Paraná e Santa Catarina, embarcaram em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). Estão previstos mais dois embarques de Curitiba nos dias 5 e 12 de julho, totalizando 221 militares da 5ª DE.

Batizada de Operação Acolhida, a força-tarefa, que também inclui a FAB e a Marinha, acontece em cooperação com agências nacionais e internacionais, além de organizações não-governamentais (ONGs) de ajuda humanitária. Quatro mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira com Roraima fugindo da crise econômica de seu pais já foram atendidas pela operação, principalmente na capital, Boa Vista, e na cidade de Pacaraima.

As tropas do Paraná e Santa Catarina foram deslocadas ao Norte do país por já terem experiência em trabalhos humanitários, como no atendimento em desastres ambientais, como enchentes, e operações internacionais, como a missão de paz no Haiti. “Os militares já possuem a confiança da população, tanto brasileira quanto venezuelana, pela credibilidade conquistada pelo seu modo de tratar as pessoas com respeito e garantir a segurança nas áreas nas quais atuam”, enfatiza o comando da 5ª DE em nota.

Os militares ficarão três meses em Roraima e boa parte deles são voluntários. A 5ª DE enviou para a força-tarefa em Roraima profissionais com formação superior e técnica em diversas áreas.

 

PORTAL AEROFLAP - Embraer está quase fechando contrato dos KC-390 com Portugal


Publicado Em 28/06

ImagemA Embraer está quase fechando o contrato de venda do KC-390 para a Força Aérea de Portugal, contemplando cinco aeronaves com funções para realizar múltiplas missões, inclusive de avião-tanque (KC).

O contrato final está sendo discutido no momento entre a Embraer e o Governo Português, de acordo com o presidente-executivo da empresa brasileira, Paulo Cesar Silva.

De acordo com Paulo, as entregas para Portugal começarão em 2021, e isso está estipulado em contrato, com o país, uma opção para adquirir mais uma unidade também está incluída.

Vale ressaltar que Portugal participa do processo de construção do KC-390, através da Ogma, uma empresa nacional que é responsável pela fabricação de várias estruturas principais do KC-390.

"Portugal é um grande parceiro nosso. Estamos felizes com o relacionamento ", diz Silva.

O KC-390 é capaz de executar diversas missões, como transporte de carga, lançamento de tropas ou de paraquedistas, reabastecimento aéreo, busca e salvamento, evacuação aeromédica e combate a incêndios, além de apoio a missões humanitárias.

A aeronave pode transportar até 26 toneladas de carga a uma velocidade máxima de 470 nós (870 km/h), além de operar em ambientes hostis, inclusive a partir de pistas não preparadas ou danificadas.
Enquanto isso a Embraer caminha para entregar no prazo o primeiro KC-390 da Força Aérea Brasileira, para a Ala 11 no Rio de Janeiro.

A aeronave também será exibida durante a RIAT (Royal International Air Tattoo) e a feira de Farnborough, os dois são grandes eventos de aviação, com maciça presença das maiores indústrias e clientes do mundo.

 

PORTAL O MUNICÍPIO (SC) - Ciclista brusquense de alto rendimento terá apoio das Forças Armadas

André Gohr receberá recursos da Aeronáutica e planeja participação nas Olimpíadas 2020

Cristóvão Vieira Publicado Em 28/06 - 05h15

ImagemApós um treinamento intensivo de três meses em Campo dos Afonsos, bairro do Rio de Janeiro onde é localizada a base da Força Aérea Brasileira, Gohr foi condecorado como terceiro-sargento. Embora o interesse da Aeronáutica com o brusquense seja exclusivamente em seu desempenho como atleta, a preparação foi como a de um recruta comum: ele aprendeu técnicas de resgate, sobrevivência, camuflagem e uso de armas.

Com esta patente, Gohr está apto a receber o apoio financeiro, representando o Brasil em competições militares. Agora terceiro-sargento, o brusquense precisará se apresentar imediatamente sempre que for convocado, mas não tem a obrigação de manter uma rotina militar. Seus principais compromissos como atleta é encaminhar para o CDA mensalmente uma planilha de rendimento, com suas conquistas, e manter a documentação em dia.

Satisfeito com a nova empreitada, Gohr, atleta de alto rendimento frequentemente convocado para representar o país em competições pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), acredita que agora está mais seguro para alcançar objetivos maiores. “Nós que somos atletas de modalidades não muito prestigiadas no Brasil temos sempre o receio de não termos como nos manter nos treinamentos e competições. Mesmo eu que estou em uma equipe de ponta, sempre fico na insegurança no fim do ano se o projeto continuará ou não. Agora tenho a certeza de que o dinheiro estará lá na conta todo mês”.

Embora seja uma missão mais complicada, Gohr não descarta a possibilidade de representar o Brasil nas Olimpíadas de 2020, em Tóquio, no Japão.

Até para isso, segundo ele, os recursos da Aeronáutica serão fundamentais. “Eu consigo focar com muito mais segurança neste objetivo. É difícil porque ainda estarei com 24 anos, e no ciclismo se atinge um ápice mais próximo dos 30, mas não é nada impossível”.

O que pode atrapalhar, contudo, é o baixíssimo índice do Brasil no ranking olímpico. Com desempenho ruim nas últimas edições, o país pode contar com apenas uma vaga para o ciclismo de estrada, o que dificultaria muito a entrada de Gohr nas Olimpíadas.

Apoio militar no esporte

Em 2016, nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, 68% das medalhas conquistadas pelo Brasil foram obtidas por militares como Gohr. O projeto de investir nos atletas de alto rendimento por parte das Forças Armadas começou em 2011 e apenas evoluiu desde então. Os números foram superiores a Londres, em 2012, sendo que a soma chegou a 145 militares integrantes do Time Brasil que alcançaram 13 medalhas.

“As Forças Armadas estão salvando o esporte de rendimento alternativo ao futebol, que é uma modalidade de grande visibilidade. Agora nossa concentração maior, além das nossas competições como civil, é nos Jogos Mundiais Militares, que pode ser considerada a Olimpíada Militar”.

Em 2019, a edição dos Jogos Mundiais Militares será na China, e Gohr já se prepara para a primeira participação no evento. Sobre a continência que foi batida por muitos dos atletas militares medalhistas durante as Olimpíadas, o atleta explica que não há uma cobrança por isso. “Nas palestras foi esclarecido que não é uma exigência em competições civis bater a continência no pódio, foi uma atitude espontânea em forma de gratidão pelo apoio das Forças Armadas”.

Próximos compromissos

Por enquanto sem competições militares, Gohr disputa pela sua equipe de São José dos Campos o Campeonato Brasileiro de Ciclismo, realizado em Maringá. Neste ano ele já conquistou o título na Volta do Uruguai Sub-23. Em seguida ele corre a Volta Internacional de Guarulhos.

Devido a um escândalo de doping por parte de companheiros de sua equipe, o brusquense acabou sendo prejudicado e sua escalação para representar o Brasil nos campeonatos Pan-Americano e Sul-Americano de ciclismo foi cancelada. Nada menos do que seis casos foram detectados no clube, e com isso a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) emitiu nota explicando porque cancelou a escalação de todos os atletas da Funvic

São José dos Campos.

Isto, contudo, não abalou Gohr, que agora se diz revigorado com o apoio da Aeronáutica. “Estou muito feliz. Era um objetivo da minha carreira nos últimos anos, e depois de uma longa espera tudo deu certo. Espero representar a pátria da melhor forma possível”.