NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


PORTAL R7


Crime organizado usa pequenos aviões para levar drogas aos países vizinhos


Publicado em 26/07 - 08h55

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Algumas aeronaves foram tão utilizadas pelo crime organizado que ficaram totalmente sucateadas. Assista à terceira reportagem da série Crime sem Fronteiras.

 

AGÊNCIA BRASIL


Operação na Rocinha, no Rio, entra hoje no segundo dia


Vitor Abdala | Publicado em 26/07 - 08h14

A Polícia Militar e as Forças Armadas prosseguem hoje (26) com uma operação na Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro.

A ação foi iniciada na manhã de ontem por equipes do Comando de Operações Especiais, na Rocinha e no Vidigal.

Também participam agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), unidade que coordena uma ocupação permanente na Rocinha desde setembro de 2012.

As tropas foram acionadas ontem à tarde para dar apoio à Polícia Militar e cercar a favela. Houve confrontos durante a ação, mas não há informações sobre presos ou feridos.

 

AGÊNCIA SENADO


Proposta para criar a Polícia Nacional de Fronteiras aguarda análise no Senado


Publicado em 26/07 - 09h26

Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no início de fevereiro cria a Polícia Nacional de Fronteiras. A PEC 3/2018 inclui a nova corporação no capítulo sobre a Segurança Pública, ao lado das polícias federal, rodoviária, ferroviária, civil, militar e de corpos de bombeiros. Além de criar a Polícia de Fronteiras, a proposta do senador Wilder Morais (DEM-GO) tira da Polícia Federal a atribuição constitucional de “exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras”. A votação das Propostas de Emenda Constitucionais estão, no entanto, suspensas enquanto durar a intervenção federal no Rio de Janeiro. O senador Pedro Chaves (PRB–MS) acredita que a medida pode contribuir para combater a violência em todo o país. Ouça mais detalhes no áudio da repórter da Rádio Senado Larissa Bortoni.

 

AGÊNCIA CÂMARA


Proposta disciplina uso de drones por órgãos de segurança pública


Publicado em 26/07 - 17h30

A Câmara analisa projeto de lei do Senado que disciplina o uso de veículos aéreos não tripulados (Vants), também conhecidos como drones, por órgão de segurança pública (PL 9425/17).

Pela proposta, esses órgãos deverão priorizar o emprego de Vants capazes de armazenar e transmitir imagens nas atividades de investigação e de policiamento ostensivo, desde que respeitadas a vida, a integridade física, a intimidade, a privacidade e a imagem das pessoas.

A proposição proíbe o emprego de Vants dotados de armamento ou totalmente autônomos e assegura a prestação de assistência e socorro médico aos feridos e a comunicação do ocorrido à família ou a pessoa por eles indicada, quando houver violação da vida ou integridade física das pessoas, bem como o direito a indenização.

De acordo com a proposta, os cursos de formação e capacitação dos agentes de segurança pública deverão incluir conteúdo programático que os habilite a operar Vants. O projeto também prevê que órgãos de segurança pública definam a quantidade e a qualidade adequadas de Vants para o cumprimento de suas missões.

O texto determina ainda que a o uso de Vants seja regulamentado pela autoridade de telecomunicações, pela autoridade de aviação civil e pela autoridade aeronáutica.

O autor da proposta, senador Wilder Morais (PP-GO), defende que o equipamento é uma valiosa ferramenta de que os órgãos de segurança pública podem dispor tanto na investigação, como no patrulhamento.

“Em diversas situações, como nas ações de inteligência policial, no monitoramento ambiental, de trânsito ou de fronteiras, no acompanhamento de alvos e no apoio a operações policiais, esses dispositivos podem permitir a visualização remota de áreas muito perigosas, extensas ou de difícil acesso, substituindo os helicópteros ou a presença física de policiais, de modo mais barato, rápido e seguro”, afirmou.

Tramitação

O projeto tramita em regime de prioridade e será analisado por comissão especial antes de seguir para o Plenário. Outros 12 projetos que já tramitavam na Câmara sobre o mesmo assunto, como o PL 16/15, foram apensados à proposta e serão analisados pela mesma comissão.

 

TV VANGUARDA (SP)


Justiça nega liminar para obrigar governo a garantir empregos em acordo


Publicado em 26/07

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Embraer e Boeing vão criar uma nova empresa.

 

PORTAL AIRWAY


Caça Gripen bombardeia incêndio na Suécia

Técnica inusitada de combate a chamas foi usada para deter um incêndio florestal que avançava por uma área militar no país escandinavo

Thiago Vinholes | Publicado em 26/07

O verão muito seco enfrentando pela Suécia vem provocando uma série de incêndios florestais pelo país nas últimas semanas, especialmente em áreas de difícil acesso. Para tentar deter o avanço das chamas em uma área de treinamento militar em Älvdalen, os bombeiros suecos adotaram uma abordagem diferente: chamaram a força aérea sueca para bombardear o incêndio.

A ação foi realizada nessa quarta-feira (25) com um caça Saab Gripen C, que lançou uma única bomba de precisão guiada a laser e GPS sobre uma área de incêndio. O artefato utilizado foi uma bomba GBU-49/B Paveway de 500 libras (227 kg), armamento capaz para derrubar um prédio pequeno ou destruir um taque de combate.

“É uma tentativa (bombardear o incêndio) de remover o oxigênio do fogo, e só foi possível porque o fogo está em um campo de tiro militar”, disse Johan Szymanski, coordenador das equipes de resgate e bombeiros que atuam nos incêndios, em entrevista a rede de televisão sueca SVT. “Nossa opinião é que esse incêndio é único e, por isso, podemos usar métodos de extinção não convencionais.”

A área bombardeada pelo Gripen na Suécia vem enfrentando uma série de incêndios florestais nas últimas duas semanas, informaram as autoridades locais. Não só isso, a região também pode conter artefatos militares não detonados. Por esse motivo, as ações em solo dos bombeiros na zona de treinamento militar foram interrompidas em 18 de julho.

De acordo com Szymanski, havia regras que limitavam o pessoal a ficar a um quilômetro da área de treinamento. Ainda segundo o líder das equipes de resgate, havia o temor de artefatos explodirem com o calor das chamas da região, que agora estão sob controle. O coordenador ainda acrescentou que a operação com o Gripen validou a técnica e a ação pode ser realizada novamente no futuro.

Szymanski disse que avaliação preliminar é que a explosão teve um efeito muito bom e que partes do incêndio no campo de tiro foram extintas. “Nós também podemos ver que os incêndios que estão um pouco mais afastados não foram afetados negativamente pela bomba, então não houve propagação devido ao bombardeio.”

Fogo contra fogo

Essa não foi a primeira vez que a Suécia empregou armas reais para apagar incêndios na região de treinamento em Älvdalen. De acordo com uma declaração oficial das forças armadas do país, o exército já usou fogo de artilharia para “sufocar” incêndios no passado.

Apagar incêndios com explosões também não é uma ideia inédita. Esse tipo de técnica normalmente é utilizada para combater incêndios em poços de petróleo. Nesses casos, os bombeiros utilizam bombas improvisadas e as aproximam dos incêndios usando guindastes, em vez de lançá-las de um avião.

A ideia de bombardear incêndios com um avião também não é novidade. A técnica é usada desde a década de 1940. Após o final da Segunda Guerra Mundial, a força aérea dos Estados Unidos desenvolveu várias armas dedicas ao combate a incêndios florestais. Algumas eram bombas cheias de água ou retardantes químicos equipadas com espoletas de proximidade para explodi-las logo acima do fogo.

A técnica de bombardear um incêndio aproveita o efeito mecânico da explosão com o deslocação de materiais, por arrastamento ou por destruição. Em outras palavras, a detonação empurra tudo que estiver ao seu redor, inclusive o oxigênio que alimenta as chamas em um incêndio.

O uso mais famoso de uma bomba contra um incêndio aconteceu no Uzbequistão em 1966, quando o país ainda fazia parte da União Soviética. O artefato nuclear foi utilizado para encerrar um incêndio em um poço do gás natural que já durava mais de três anos. A explosão foi realizada a cerca de 1.500 metros de profundidade e programada para “empurrar” o material ao seu redor para esmagar o canal de gás e sufocar o incêndio. A operação foi um sucesso: o incêndio foi extinto 30 segundos após a detonação subterrânea.

O uso de bombas militares lançadas por aviões contra incêndios, porém, só é viável em áreas isoladas. Dificilmente uma ação desse tipo seria autorizada em uma área privada ou próximo de áreas urbanas. Para esses casos é mais apropriado o uso de aviões de combate a incêndio convencionais, que despejam agentes químicos por uma grande faixa de áreas em chamas.

 

JORNAL CORREIO DO POVO


Apesar do corte no orçamento, Ministro da Defesa garante recursos para as Forças Armadas

General Joaquim Silva e Luna assegurou verba para operações e exercícios militares

Publicado em 26/07 - 14h24

Apesar do contingenciamento decorrente de cortes no orçamento, as operações conjuntas e exercícios militares não serão prejudicadas em 2019. A garantia foi dada nesta quinta-feira pelo ministro da Defesa, General de Exército Joaquim Silva e Luna, que esteve em visita ao Comando Militar do Sul, em Porto Alegre. 

“Não pode pois sacrificaria o adestramento do nosso pessoal e a prontidão operacional”, lembrou. “O orçamento reduzido afeta, mas o esforço das Forças Armadas é investir o máximo”, assegurou, acrescentando que os números dos recursos disponíveis para o próximo ano ainda não foram divulgados mas reconhece que deverão ser inferiores às necessidades.

O ministro da Defesa também destacou o emprego do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), o primeiro desta natureza no país e destinado ao uso militar e civil através das respectivas bandas X e Ka que são independentes. O equipamento foi construído por meio de parceria entre os ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

“Esse satélite foi concebido a partir de 2011 e foi lançado em 2017. É um projeto exitoso. Desde sua concepção trata de comunicação e defesa”, afirmou. Em relação ao emprego militar na faixa X, o General de Exército Joaquim Silva e Luna enfatizou que a “governança total desse satélite está completamente nas mãos do Ministério da Defesa”.

A operação e monitoramento encontra-se com a Força Aérea Brasileira. Já a banda Ka, operada pela Telebrás, foi liberada a utilização na semana passada. “Foi lançado em Roraima e a partir da semana que vem no Piauí”, revelou. “A ideia é que se instale telefonia de banda larga em todo o país. Tem localidades que não falam em celular. Todos os hospitais e escolas terão telefonia de banda larga”, disse.

 

OUTRAS MÍDIAS


PARANÁ PORTAL - Licitação para o controle de tráfego no aeroporto de Maringá será revisada

A administração acatou a orientação do Tribunal de Contas do Estado e revisou o texto.

Redação E Metro Maringá | Publicado em 26/07 - 10h15

A licitação da empresa que vai operar o tráfego aéreo do Aeroporto Regional de Maringá Silvio Name Jr. deve ser reaberta nos próximos dias. A administração acatou a orientação do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) e revisou o texto.

A licitação foi suspensa, há alguns dias, pelo TCE-PR, porque previa a contratação de empresa operadora para atuar em conjunto com o pessoal concursado sem distinguir qual a responsabilidade de cada um na prestação dos serviços.

Segundo o superintendente, Fernando Rezende, a administração havia seguido orientação do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta). “Queríamos licitar apenas a operação, mas vamos seguir o TCE-PR. A vencedora vai operar com seus funcionários e vamos abrir concurso para contratação de 18 técnicos. Caso não sejam preenchidas as vagas, o que é provável devido a complexidade exigida aos cargos, a empresa que vencer pode renovar por mais 12 meses”, explica.

Decisão

O TCE-PR suspendeu a licitação do Aeroporto Regional de Maringá para contratação de empresa para operar a Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA) de Categoria Especial – torre de controle, estação meteorológica de superfície e sala de serviço de informação aeronáutica (AIS).

O TCE-PR acatou Representação formulada pela empresa Airlift Soluções Aeronáuticas Ltda. em face do edital da Concorrência Pública da empresa Terminais Aéreos de Maringá SBMG S.A.

O conselheiro do TCE-PR entendeu haver a possibilidade de comprometimento da competitividade e da impessoalidade na licitação, devido à confusão e à ambiguidade do instrumento convocatório, que podem afastar licitantes em razão da falta de clareza dos termos da contratação.

Ele considerou que a licitação mistura elementos de contratação simples de mão de obra com a de serviços de operação da EPTA, o que traz insegurança jurídica à administração pública e aos licitantes. Além disso, Guimarães frisou que o edital não deixa clara a responsabilidade da contratada, pois prevê que ela responderá pela operação do EPTA e, ao mesmo tempo, será submetida à fiscalização da Gerência de Navegação Aérea da SBMG quanto às normas operacionais das EPTAs no Brasil.

 

JORNAL O DIÁRIO (PR) - Reunião em Foz do Iguaçu discute programa de proteção integrada de fronteira


Publicado em 26/07 - 18h09

Representantes das forças de segurança pública do Paraná e do governo federal discutiram nesta quinta-feira (26), em Foz do Iguaçu, o Programa de Proteção Integrada de Fronteira. A reunião é uma das ações desenvolvidas que visam a integração das polícias na segurança de fronteira.

O secretário estadual da Segurança Pública, Julio Reis, ainda acompanha representantes da Presidência em visita a órgãos de segurança do Estado na região.

De acordo com Reis, a visita de integrantes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Forças Armadas, tem importância nacional para a segurança de fronteira, especialmente no Paraná. “Vamos expor para eles como é o nosso trabalho aqui na fronteira, inclusive com o nosso Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira, o GGIfron, Também vamos falar da recente operação em Foz, que foi realizada em 11 estados, mas o melhor resultado esteve em Foz do Iguaçu”, disse o secretário.

A operação Esforço Integrado, realizada em junho desse ano ao longo da fronteira brasileira, é um dos temas e experiência dos debates entre os líderes da segurança. Para o secretário, o Brasil tem essa dificuldade que é a extensão da fronteira, muito diferente de outros países, mas o enfrentamento tem sido cada vez mais rigoroso com recordes de apreensão e prisões, como foi nessa operação Esforço Integrado aqui no Paraná.

O investimento em tecnologia, como a aquisição de câmeras e reconhecimento de placas, são instrumentos que fortalecem a segurança de fronteira e vão ao encontro das políticas nacionais de combate ao crime nessa região.

O Programa de Proteção Integrada de Fronteiras, apresentado pelo GSI, tem como objetivos estratégicos integrar e articular ações de segurança pública da União, de Inteligência, de Controle Aduaneiro e das Forças Armadas com as ações dos Estados e municípios situados na faixa de fronteira, incluídas suas áreas interiores e na costa marítima; integrar e articular com países vizinhos as ações previstas no objetivo estratégico; aprimorar a gestão dos recursos humanos e da estrutura destinada à prevenção, ao controle, a fiscalização e a repreensão a delitos transfronteiriços e buscar a articulação com as ações da Comissão Permanente para o Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fonteira (CDIF).

Estavam presentes na reunião a comandante-geral da Polícia Militar do Paraná, coronel Audilene Rosa de Paula Dias Rocha; o delegado-geral da Polícia Civil, Naylor Robert de Lima; o capitão de mar e guerra Leonardo da Silva Mello, e capitão de mar e guerra José Benoni Valente Carneiro, ambos do Gabinete de Segurança Institucional; o tenente-coronel aviador Luciano Fontana Lima; o representante da Abin, Rogério Chaves Cavalcante; o representante da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) na fronteira, José Camilo; e o diretor da Senasp, Vitor Campos, além de representantes das polícias militar e civil do Paraná, do Departamento de Inteligência do Paraná (Diep), do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), da Receita Federal, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

 

GAUCHAZH (RS) - Ministro da Defesa diz que fiscalização na fronteira será incrementada, apesar da falta de recursos

General Joaquim Silva e Luna confirmou que dificuldades financeiras impactam projetos de aviões e submarinos

Humberto Trezzi | Publicado em 26/07 - 14h47

Em visita-relâmpago a Porto Alegre, o ministro da Defesa, general da reserva Joaquim Silva e Luna, confirmou que a prioridade das Forças Armadas continua sendo vigilância de fronteiras. E que isso, além de não parar, será incrementado, apesar da crônica falta de recursos para os militares.

— Empreendemos fiscalização sistemática por meio da Operação Ágata, junto com Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, e isso vai aumentar. É imprescindível para o país e para o adestramento dos nossos soldados — informa Silva e Luna, que palestrou para oficiais do Comando Militar do Sul (CMS) nesta quinta-feira (26).

O general admitiu, no entanto, que o contingenciamento de recursos tem afetado a rotina das Forças Armadas, assim como de outros setores governamentais. Mais de 90% do orçamento militar para 2019 (que deve girar em torno de R$ 15 bilhões) é utilizado em pagamento de pessoal e manutenção. Menos de 10% é para investimentos.

Entre os investimentos considerados estratégicos e que estão em compasso de espera está a aquisição de 36 caças supersônicos Grippen, suecos. Desde 2017 um protótipo está em testes por pilotos brasileiros, mas as primeiras entregas dos jatos devem acontecer só em 2021. Um dos motivos, não confirmado e nem desmentido pelo ministro, seria a espera por recursos que possam honrar a compra.

Outra aquisição pretendida e ainda não viabilizada é do KC-390, avião cargueiro a jato fabricado pela Embraer, que deve substituir os quadrimotores Hércules no transporte de tropas militares. Um deles está em voo de testes, mas as encomendas ainda não foram confirmadas pela Força Aérea Brasileira (FAB).

Um terceiro projeto, que tramita de forma lenta, é o de submarinos nucleares. A entrada em serviço do primeiro submarino estava prevista para 2025, mas o cronograma agora ficou para 2017. Oficiais graduados da Marinha estimam que, com os prazos de testes, a entrada efetiva em operação deverá ser ao fim da década de 2020. O planejamento de longo prazo da Marinha contempla uma frota de seis submarinos nucleares, que se somarão aos 15 convencionais. Tudo a depender de recursos.

Um dos pontos positivos destacados pelo ministro é o entrosamento da área de comunicações das Forças Armadas, hoje contemplando os principais pontos do país, inclusive Amazônia. Isso tem permitido fiscalização e abate de aeronaves clandestinas, inclusive.