NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Força necessária

Pouco se fez para que a Força Nacional de Segurança Pública assumisse papel protagonista

Publicado Em 09/06 - 02h00

Transforma-se em perigosa rotina nacional a concessão de poder de polícia às Forças Armadas para que atuem em situações críticas na área de segurança.

Previstas pela Constituição e reguladas por legislação complementar, as chamadas operações de Garantia da Lei e da Ordem, que deveriam se restringir a casos excepcionais e episódicos, vêm se repetindo num processo de banalização.

No passado recente, convocou-se o Exército para auxiliar os governos de Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Norte na pacificação de regiões conflagradas ou na manutenção da ordem pública.

Em fevereiro deste ano, o presidente Michel Temer (MDB) designou um general para o comando de uma intervenção no setor de segurança pública fluminense. Por fim, durante a recente paralisação de caminhoneiros, a Presidência autorizou a ação das Forças Armadas para desbloquear rodovias.

Afora a constatação das ineficiências do combate ao crime no Brasil, é preciso ressaltar que não são triviais os inconvenientes dessas constantes convocações.

Embora tenham papel a cumprir na garantia da lei e da ordem, Exército, Marinha e Aeronáutica são instituições voltadas, sobretudo, para a defesa do país. Não são talhadas para policiar ruas, prender assaltantes ou combater quadrilhas de traficantes de drogas.

Utilizá-las nesse tipo de atividade expõe militares a situações que podem provocar excessos de violência e outras falhas causadas pela falta de treinamento especializado. Mais grave ainda é o risco de corrupção das tropas pelo crime organizado, o que constituiria uma degradação institucional de consequências trágicas.

A solução mais adequada para tais situações existe, mas jamais atingiu as dimensões e as características necessárias para desempenhar suas funções. Trata-se da Força Nacional de Segurança Pública, criada em 2004. Desde então, pouco se fez para que a instituição assumisse papel protagonista.

Em meio a carências orçamentárias e descaso governamental, promessas de aumento do efetivo não foram cumpridas, e a FNSP permanece mero grupamento temporário de policiais e bombeiros cedidos pelos governos estaduais.

É preciso que se transforme em carreira do serviço público, a ser trilhada por profissionais de elite do setor de segurança.

 

JORNAL O GLOBO


O essencial da manhã


Por O Globo Publicado Em 08/06 - 7h37

Morte e falsificação no Araguaia

O médico legista Manoel Fabiano da Costa foi denunciado à Justiça Federal por adulterar laudo cadavérico da primeira vítima no cárcere da guerrilha do Araguaia, durante a ditadura militar. O Ministério Público Federal diz que ele encobriu a tortura e o assassinato do barqueiro Lourival Moura Paulino — um dos 62 desaparecidos da guerrilha reconhecidos pelo Estado brasileiro.

Barreira burocrática

O Gabinete de Intervenção ainda não utilizou o R$ 1,2 bilhão destinado, pela União, aos investimentos na segurança do Rio. Os militares dizem que já listaram as prioridades — transporte, armamento e equipamento —, mas enfrentam a burocracia para efetuar compras.

O general Walter Braga Netto assinou no fim de maio o plano estratégico da intervenção, com 66 metas. Usar militares da reserva para reforçar os efetivos do estado é uma delas. O custo foi estimado em R$ 1 bilhão.

O vereador do Rio Marcello Siciliano (PHS) voltou a depor na investigação sobre o assassinato de Marielle Franco. Ele foi acusado por uma testemunha de tramar o crime.

 

Primeiro-ministro sueco é interrogado em processo de Lula sobre venda de jatos

Por esse novo acordo, governo brasileiro abandonou dez anos de negociação com Boeing e Dassault Rafale

Por Afp Publicado Em 08/06 - 19h10

ESTOCOLMO — O primeiro-ministro sueco, Stefan Löfven, prestou depoimento como testemunha de defesa nesta sexta-feira, em Estocolmo, a pedido da justiça brasileira, em um caso que investiga possíveis irregularidades na venda ao Brasil de caças multiuso Jas Gripen. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está sendo processado no caso por lavagem de dinheiro e tráfico de influência.

Os promotores acusam Lula de receber R$ 2,25 milhões. O dinheiro teria sido transferido por meio de uma empresa de seu filho Luis Cláudio, para influenciar sua sucesssora, Dilma Roussef, na compra do modelo Gripen, produzido pela fabricante de aviões sueca Saab.

Löfven negou qualquer conhecimento de suborno relacionado ao contrato assinado em 2013, mas admitiu que ajudou a promover o avião sueco quando ainda não era chefe de governo. "Eu sou um trabalhador, é óbvio que ajudo uma empresa sueca a criar empregos na Suécia", disse Löfven ao jornal sueco Aftonbladet.

No depoimento, o primeiro-ministro também negou ter se encontrado com Lula e Dilma Rousseff na África do Sul, durante cerimônia de enterro de Nelson Mandela. Ele também disse não conhecer Mauro Marcondes, suposto intermediário entre a Saab e Lula. A audiência de Löfven durou menos de cinco minutos, segundo o jornal.

No final de dezembro de 2013, o Brasil pôs fim a mais de 10 anos de negociações para a compra do modelo F/A-18 Super Hornet, da americana Boeing, e do modelo francês Rafale, para escolher o Gripen sueco, em um contrato de US$ 4,5 bilhões. O negócio envolvia a compra de 36 aeronaves, e foi assinado em outubro de 2014, alguns meses depois de Stefan Lövfen se tornar primeiro-ministro.

O presidente da Saab, Marcus Wallenberg, e seu diretor geral Håkan Buskhe também deram seu testemunho sobre o caso. De acordo com a agência de notícias TT, ambos disseram que não conheciam Mauro Marcondes.

 

Coibir boatos no WhatsApp é desafio

Mesmo se publicação original for apagada, mensagem circula

Por Miguel Caballero Publicado Em 09/06

Se o TSE começa a punir autores de fake news em sites como o Facebook, a tarefa será muito mais difícil no WhatsApp, o aplicativo de troca de mensagens que possui mais de 60 milhões de contas ativas no Brasil e foi determinante, por exemplo, na greve dos caminhoneiros. Identificar o autor de uma publicação no WhatsApp é muito mais difícil — se a linha telefônica não estiver relacionada a um CPF, chegar ao usuário demandará grande investigação.

Além disso, uma publicação mentirosa que está sendo muito compartilhada pelo Facebook some para todos os usuários quando a mensagem original é apagada. Isso não ocorre nos arquivos distribuídos pelo WhatsApp, que continuam se espalhando.

— Uma ordem de proibir que tal conteúdo seja divulgado no WhatsApp é praticamente inócua. No Facebook ou no Twitter, é como se a publicação estivesse pregada num mural público. Fica ali exposta, suportada num endereço da internet, uma URL. Identificada, basta que o autor a apague. No WhatsApp, a comunicação se dá em grupos fechados, ou entre usuários. É mais difícil rastrear — explica o advogado Fernando Neisser, autor do livro “Crime e mentira na política”. — O WhatsApp é o grande desafio para o TSE nesta eleição. O problema não será o celular do “seu Zé” compartilhando uma notícia falsa. Já se tem equipamento onde são instalados dois mil chips de celulares, ligados a bancos de dados de números de telefone, podendo disparar centenas de milhares de posts por hora via WhatsApp. O desafio é localizar esses grandes polos.

 

REVISTA ISTO É


O candidato encrencado de Lula

Durante a gestão de Luiz Marinho à frente da prefeitura de São Bernardo do Campo, a OAS recebeu R$ 1 bilhão, fruto de um grande esquema de corrupção, com licitações dirigidas e obras superfaturadas, que envolveu o ex-presidente Lula e o então sócio da empreiteira Léo Pinheiro

Germano Oliveira Publicado Em 08/06 - 18h00

A OAS, uma das cinco maiores empreiteiras do Brasil, não apenas brindou o ex-presidente Lula com um tríplex no Guarujá. Nem somente atuou como uma espécie de mestre-de-obras da reforma do sítio do petista em Atibaia. A construtora, envolvida até o talo na Operação Lava Jato, tomou de assalto os cofres da Prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, durante a gestão do petista Luiz Marinho como prefeito da cidade (2009 a 2016). Em oito anos, a OAS nadou de braçada na administração petista instalada no berço do PT escorada em um mega esquema de corrupção, arquitetado por meio de um conluio triangular entre o presidente da empreiteira José Aldemário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, o então prefeito Marinho, hoje candidato a governador de São Paulo pelo PT, e o ex-presidente da República, cuja família ainda mora na cidade. Com generosos recursos do governo federal petista, a OAS foi contratada, por meio de licitações direcionadas e fraudulentas, para executar as principais obras da gestão Marinho, sobretudo a partir de 2012, sob orientação direta e explícita de Lula.

Naquele ano, interessado em turbinar o pupilo, o ex-presidente recomendou que Léo Pinheiro procurasse o então prefeito petista para que as obras fossem direcionadas à empreiteira. Como resultado da conversa, a OAS faturou em torno de R$ 1 bilhão, mas nenhuma das obras foi concluída, já que a empreiteira quase faliu depois da Lava Jato em 2014 e Léo Pinheiro, inclusive, acabou preso em 2015, deixando um cemitério de ferros retorcidos pelas principais ruas da cidade.

O esquema envolvendo Lula, OAS e Luiz Marinho começou a ser desvelado durante a delação premiada de Léo Pinheiro ao Ministério Público Federal. Pinheiro revelou aos procuradores que, orientado por Lula e com o aval de Luiz Marinho, a OAS aliada à Serveng venceu de maneira dirigida a licitação do chamado “Centro Seco”, que previa a construção de um piscinão para armazenar 220 milhões de litros de água das chuvas.

R$ 3 bilhões Foi o total de recursos do Governo Federal (Lula e Dilma) despejados na prefeitura petista de São Bernardo do Campo (de 2009 a 2016)

O contrato foi fechado com a OAS por R$ 296 milhões. Só um túnel de canalização de água, com um quilômetro de extensão e diâmetro equivalente ao de uma obra de metrô, custou R$ 100 milhões.

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Aditivos suspeitos

Em 2014, Marinho assinou dois aditivos favorecendo a OAS, elevando o custo da obra para R$ 353 milhões. Os recursos vieram do Ministério das Cidades, durante o governo Dilma. A atual administração estima que o superfaturamento pode ser de, no mínimo, R$ 60 milhões. Em 2015, auge da Lava Jato, a obra parou, sendo retomada apenas no fim do ano passado. “Só o túnel é um grande desperdício”, disseram à ISTOÉ engenheiros familiarizados com o empreendimento.

O mesmo modus operandi adotado para o piscinão de São Bernardo se reproduziu em outras obras na cidade, conforme apurou reportagem de ISTOÉ. Em janeiro de 2012, a empreiteira da Lava Jato foi contratada pelo petista para recuperar o Ribeirão dos Couros, orçado em R$ 173,2 milhões. Hoje, as obras também permanecem estagnadas, enquanto a atual gestão tenta romper o contrato com a OAS. A duplicação da avenida Lauro Gomes, pela qual a OAS embolsou R$ 59,6 milhões em 2014, teve o mesmo destino: a paralisação. Outra empreitada nociva para os cofres da prefeitura foi o favorecimento à OAS em um contrato de R$ 258 milhões, assinado em julho de 2014, para a construção do corredor Leste-Oeste, que envolvia a duplicação de avenidas e a construção de três viadutos (Castelo Branco, Kennedy e Rotary), em 13 quilômetros de vias. As obras deveriam ter sido entregues no final do governo de Luiz Marinho, mas foram suspensas ainda nos alicerces. Apesar disso, a prefeitura petista não teve pudores em aprovar aditivos que favoreceram a OAS em mais R$ 33,8 milhões. Não precisa dizer que se trata de mais um caso com cheiro forte de superfaturamento.

O atual prefeito, Orlando Morando (PSDB), empossado em janeiro de 2017 em meio ao caos das obras paradas, contratou o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para fazer um levantamento dos estragos deixados pelo antecessor. Ele queria ter certeza de que poderia retomar as obras, eliminando os contratos fraudados da OAS. Não foi possível, sob pena de ter de pagar uma multa de R$ 7 milhões para a empreiteira. A prefeitura ainda teria que gastar R$ 1 milhão por mês só para manter o túnel do piscinão. Sem manutenção, ele poderia ruir. O túnel está localizado no centro da cidade, com 822 mil habitantes. “Poderia ser uma tragédia”, disse o prefeito Morando.

A herança maldita deixou seqüelas maiores. Para concluir as obras, o atual prefeito contraiu um empréstimo de US$ 125 milhões (R$ 400 milhões) junto à Confederação Andina de Fomento. Ou seja, a OAS foi mantida, apesar das suspeições. “A cidade gastaria mais se eu abrisse novas licitações”, afirmou Morando. Além disso, a Procuradoria de Justiça da Prefeitura encaminhou um ofício, via judicial, para o MPF do Paraná pedindo o teor da delação de Léo Pinheiro, para a responsabilização das autoridades que se beneficiaram com o esquema.

A ligação entre Lula e Luiz Marinho, de 59 anos, remonta à década de 80, quando os dois eram dirigentes sindicais no ABC paulista. O ex-presidente sempre acalentou o desejo de que Marinho fosse seu sucessor político. Marinho, a exemplo de Lula, foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, e ministro do petista por duas vezes (do Trabalho e da Previdência Social). Atualmente, ele é presidente do Diretório Estadual do PT, e candidato de Lula a governador de São Paulo.

Ele aparece com 4% nas pesquisas de intenção de votos, segundo o Ibope de maio. Verba para campanha nunca lhe faltou. Se em 2008, Luiz Marinho havia torrado R$ 15 milhões para se eleger, na campanha mais cara do País proporcionalmente, gastando R$ 30 por voto, em 2012 a dinheirama despejada pelo governo federal foi ainda maior e ajudou Marinho a se reeleger com facilidade. Marinho gastou R$ 11,2 milhões e ainda destinou R$ 5 milhões para financiar a campanha de 242 candidatos a vereador. Uma gastança sem tamanho, que contou inclusive com dinheiro de caixa dois da Odebrecht, segundo afirmou o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da empreiteira, Alexandrino de Alencar, em sua delação premiada. De acordo com ele, Marinho recebeu uma propina de R$ 450 mil, por ter favorecido a Braskem num contrato de fornecimento de nafta da Petrobras.

Testas de ferro

Seguir o caminho da propina não é simples. ISTOÉ apurou em cartórios que Marinho não coloca bens em seu nome. Na eleição que disputou em 2008, ele declarou ao TRE não ter patrimônio algum. Com a ameaça de ter a candidatura impugnada, apresentou nova declaração informando ter um terço de um terreno no Riacho Grande, em sociedade com a mulher Nilza Aparecida de Oliveira, no valor de R$ 10 mil. Revelou também ter aplicações financeiras em poupança no valor de R$ 22,5 mil, também em parceria com a mulher, apesar de ter sido ministro duas vezes de Lula e ganhar salários que hoje equivaleriam a R$ 33 mil. Na disputa pela reeleição em 2012, a declaração foi equivalente, apenas corrigindo o valor das aplicações para R$ 52 mil, embora já tivesse sido prefeito por quatro anos, com salários R$ 25 mil por mês. Os valores apresentados no TRE são no mínimo suspeitos, para quem, em oito anos na prefeitura, acumulou R$ 2,4 milhões só em salários, fora os benefícios. Fontes ouvidas por ISTOÉ no ABC dizem que Marinho usa testas de ferro para receber valores por ele. Um deles seria Luiz Fernando Teixeira Ferreira, deputado estadual pelo PT e irmão do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP). Luiz Fernando chegou a ter escritório em São Bernardo durante a gestão Marinho, onde fazia acertos em nome do prefeito. Segundo a delação de Alexandrino de Alencar, ex-diretor da Odebrecht, foi ele quem recebeu as propinas destinadas a Marinho, no valor de R$ 550 mil, usados na campanha de 2012. Já Luiz Antonio Bueno Jr, outro ex-diretor da Odebrecht Infraestrutura, disse em sua delação que deu R$ 300 mil, via caixa 2, para o deputado Teixeira Ferreira usar na campanha de 2014, dinheiro que ele recebeu com o codinome de “Lamborguiny” e por meio da senha “empada”. Outro testa de ferro de Marinho seria o advogado Edson Asarias, investigado por desvios de dinheiro do Museu do Lula. No final de 2016, a PF apreendeu na casa de um ex-secretário de Marinho, preso na “Operação Hefesta”, uma contabilidade paralela do museu. Nela, um total de R$ 1,5 milhão figurava como quantia destinada para o advogado. Nas planilhas, aparecia o ítem “caixa – azarias – museu- Saab”, em alusão à empresa responsável por tocar o projeto do avião de caça sueco Gripen, para o qual Marinho fez lobby pesado – apenas mais uma do arsenal de tramóias do candidato de Lula. Um dia explode.

Gripen, um lobby suspeito

Durante a era petista no poder, Lula e Dilma cultivaram raras divergências. Uma delas girou em torno da compra de 36 aviões caça, de guerra, para a Força Aérea Brasileira (FAB), ao custo de US$ 5,4 bilhões (R$ 20 bilhões). Lula queria comprar os aviões da Rafale (França). O acerto já havia sido feito com o então presidente francês Nicolas Sarkozy. Em 2010, tão logo eleita, Dilma contrariou seu criador: demonstrou interesse em fechar negócio com americana Boeing. O lobby de Luiz Marinho desequilibrou o jogo. Só que em favor de outra empresa: a sueca Saab, fabricante dos caças Gripen. Numa das cartadas para convencer Dilma a bater o martelo pelos suecos em 2014, Marinho garantiu que a produção de peças para o avião aconteceriam em São Bernardo, gerando empregos na cidade. Mais uma empreitada frustrada. A Saab chegou a montar um escritório no 23º andar do Edifício Domo Office, em São Bernardo, informando que lá seria seu centro de pesquisas, a um valor de R$ 50 milhões. Hoje, apesar do governo já ter desembolsado grandes somas à empresa sediada na Suécia, o negócio ainda não decolou. Para piorar, o advogado Edson Asarias, ligado a Luiz Marinho, está sendo investigado pela PF por ter recebido pagamentos da Saab de outubro de 2010 até o início de 2016, numa apuração que também inclui o ex-prefeito petista. Além deles, Lula e seu filho Luiz Cláudio são réus por conta da operação que envolveu a compra dos caças. Três meses antes de ser condenado pelo juiz Sergio Moro no episódio do tríplex, Lula prestou depoimento sobre o caso.

O superfaturado “Museu do Lula”

As obras da construção do Museu do Trabalhador, conhecido como “Museu do Lula”, viraram uma tremenda dor de cabeça para o ex-prefeito Luiz Marinho. Responsabilizado pelo superfaturamento, Marinho tornou-se réu duas vezes. A obra, com licitação fraudulenta, segundo a Justiça Federal, foi tocada pelo consórcio Cronacon-Cei-Flasa, pelo valor de R$ 18 milhões, em abril de 2012. O dinheiro foi liberado pela ex-ministra da Cultura, e então petista Marta Suplicy, hoje senadora pelo MDB. Marinho foi responsável pelo aditivo que elevou o custo para R$ 21,6 milhões. O MPF estima que houve um superfaturamento no total de R$ 9 milhões.

As obras, que hoje atingem 60% do total, foram paralisadas em 2014 por falta de repasses dos recursos federais. Em dezembro de 2016, às vésperas de Marinho deixar o cargo, a PF fez a “Operação Hefesta” e prendeu três secretários do petista. A Justiça Federal aceitou a denúncia contra 16 pessoas, incluindo Marinho, por suspeita de fraude em licitação e corrupção na obra, hoje embargada. Se Marinho for condenado, terá que devolver R$ 16 milhões aos cofres públicos, mais multa de R$ 5 milhões por danos morais à coletividade, de acordo com o pedido do MPF.

PORTAL G-1


Fux diz que Justiça vai remover imediatamente fake news

Presidente do TSE defende atuação preventiva da inteligência e diz que há linha tênue entre controle de conteúdo e liberdade de expressão

Por G1 Sp, São Paulo Publicado Em 08/06 - 13h36

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Fux, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (8) em São Paulo que a Justiça irá "remover imediatamente" notícias falsas que se espalharem pelo país e que forem abusivas.

Na quinta-feira (7), de maneira inédita, o TSE determinou a retirada do ar de notícias apontadas como falsas pela pré-candidata à Presidência pela Rede, Marina Silva. Segundo o TSE, trata-se da primeira decisão no tribunal para combater as chamadas "fake news" envolvendo pré-candidatos na disputa de 2018.

"Diante de uso abusivo, sabidamente inverídico, da notícia sabidamente inverídica, que cause dano irreparável à candidatura, por exemplo, vamos remover imediatamente a notícia", afirmou Fux, durante o evento "Fórum Brasil Futuro", realizado em um hotel na capital paulista.

Segundo Fux, ao contrário dos Estados Unidos, onde notícias falsas são monitoradas e "reprimidas a posteriori", mas não retiradas do ar preventivamente, no Brasil a retirada de notícias falsas deverá ser feita previamente.

"No Brasil, isso não funciona (de não retirar do ar previamente a notícia falsa que causa dano), porque uma notícia falsa em segundos derrete uma candidatura. Então temos que atuar preventivamente na inteligência, na busca de dados, e é uma área muito tênue mas que a atuação brasileira tem sido muito eficiente", salientou o ministro.

O presidente do TSE diz não ver necessidade de uma legislação específica que penalize "fake news".

“Os delitos digitais, muito embora o direito brasileiro prevê que não ´há crime sem lei anterior que o defina’, mas a verdade os crimes digitais, por mal ou bem, acabam caindo numa figura (jurídica). Por exemplo, fake news. Ah, não temos uma legislação de fake news. Não precisa, não precisa. Porque a lei eleitoral prevê como crime eleitoral a propaganda abusiva que visa denegrir a candidatura alheia, o uso indevido dos meios de comunicacao, entre outros a internet. É uma ilusão imaginar que hoje a criação de novos delitos escapam à apreciação do judiciário”, defendeu o ministro.

"Mesmo nos delitos digitais, o mais importante é a atuação da área de inteligência. E, na área de inteligência, ela deve ser feita tão perfeita porque nós temos uma linha tênue entre o controle do conteúdo e a liberdade de expressão", salientou Fux.

Decisão a favor de Marina Silva

Na quinta, o ministro do TSE Sérgio Banhos determinou a retirada do ar de notícias apontadas como falsas de Marina.

No pedido, Marina Silva afirmou que o perfil no Facebook chamado "Partido Anti-PT" estaria publicando informações inverídicas para ofender a imagem dela. Uma das matérias dizia que ela foi delatada na Lava Jato, outra que recebeu caixa dois, uma terceira que seria "recebedora de propina" e também uma que indicava ser beneficiária de repasses da Odebrecht.

Conforme a defesa dela, não existem provas de que ela esteja envolvida com irregularidades, não sendo ré e nem investigada na Lava Jato.

Na decisão, o ministro considerou que é importante garantir que o processo eleitoral corra de modo regular, ainda mais em tempos de mídias sociais, que ajudam a proliferar as informações. Por isso, deu prazo de 48 horas para retirada das notícias do Facebook. Ele também determinou que o Facebook informe dados do criador do perfil e dos administradores.

Em nota, o Facebook afirmou que respeita a Justiça brasileira e cumpre as decisões judiciais de remoção de conteúdo específico e de fornecimento de dados "nos termos do Marco Civil da Internet e da legislação eleitoral. Neste caso específico, ainda não fomos notificados”.

 

Fuga de bandidos da Babilônia provoca tiroteio em área militar na Urca e fecha bondinho do Pão de Açúcar

Uma das principais atrações turísticas do Rio ficou fechada por mais de duas horas. Aeroporto Santos Dumont interrompeu operação por 15 minutos.

Por G1 Rio Publicado Em 08/06 - 15h52

Os bairros da Urca e do Leme, na Zona Sul do Rio de Janeiro, tiveram trocas de tiros na tarde desta sexta-feira (8). Na Urca, o tiroteio interrompeu por cerca de duas horas o funcionamento do bondinho do Pão de Açúcar. O aeroporto Santos Dumont, na região central da cidade, ficou fechado por 15 minutos, entre 15h15 e 15h30, por causa dos tiroteios.

A região da Urca, onde aconteceu a troca de tiros, é rota de parte das aeronaves que chegam ou decolam pelo Santos Dumont. A Infraero informou que o fechamento do aeroporto por 15 minutos não atrapalhou a operação do Santos Dumont.

Na troca de tiros, um policial do Batalhão de Choque, da Polícia Militar do Rio de Janeiro, foi ferido nas pernas por estilhaços de uma granada. Uma operação foi montada pela PM com o apoio da Polícia Civil. Seis fuzis foram apreendidos e um criminoso foi preso.

Moradores relataram ter visto policiais e suspeitos armados em confronto na Praia Vermelha. Ainda segundo testemunhas, os criminosos teriam fugido pela mata que liga a Urca ao Morro da Babilônia, no Leme.

Vídeos que circulam em redes sociais mostram um homem chegando na região da Urca pelo morro que liga o bairro ao Leme e intensos tiroteios na região.

Confronto teve início com operação policial

De acordo com a Polícia Militar, por volta das 8h, o Batalhão de Choque (BPChoque) iniciou uma operação com base em dados de inteligência, pela mata em direção às comunidades da Babilônia e do Chapéu-Mangueira, zona sul da cidade.

Por volta das 13h, os policiais se depararam com um grupo de homens armados na mata. Um policial do BPChoque foi ferido nas pernas por estilhaços de granada.

Os PMs foram encurralados e um helicóptero da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), da Polícia Civil, foi deslocado para o local para auxiliar os policiais.

O policial ferido, que não teve o nome divulgado até o momento, foi socorrido por uma embarcação Polícia Militar na Urca e encaminhado ao Hospital Central da corporação. As informações iniciais são de que os ferimentos sofridos pelo PM são sem gravidade.

Na operação, a PM apreendeu seis fuzis na mata. Os policiais ainda prenderam um dos criminosos que estava em fuga pelo local.

O Exército acionou o Primeiro Batalhão de Guardas para proteger a Vila Militar residencial que existe no Morro da Babilônia e também para proteger os quartéis do Leme e da Praia Vermelha, na Urca. O bairro possui uma série de unidades militares como o Círculo Militar da Praia Vermelha e a Escola Superior de Guerra.

De acordo com o porta-voz do Comando Militar do Leste (CML), Carlos Frederico Cinelli informou que a situação no momento está controlada e que a Polícia Militar é quem está responsável pelo combate a a bandidos que fugiram para a Urca.

Moradores da Babilônia sofrem há quatro dias com confrontos. A comunidade estava sob domínio da facção TCP, que também controla a favela vizinha, o Morro Chapéu-Mangueira. Na madrugada de segunda-feira (4), a favela foi invadida por bandidos do Comando Vermelho.

Bondinho fecha pela primeira vez por segurança

O Bondinho do Pão de Açúcar, teleférico que liga a Praia Vermelha ao Morro da Urca e ao Morro do Pão de Açúcar, teve seu funcionamento interrompido por volta das 15h por conta do tiroteio. De acordo com a assessoria do serviço foi a primeira vez que o serviço foi interrompido por "questão de segurança pública".

Cerca de 100 pessoas precisaram, de acordo com a assessoria do bondinho, ficar abrigadas no anfiteatro do Morro da Urca até o fim dos tiroteios.

Um guia turístico que ficou com os clientes no alto do Pão de Açúcar, até o tiroteio parar, disse que o caso é "péssimo para a imagem do Rio".

Ao ouvirem o som dos disparos, funcionários do bondinho deixaram o local em busca de proteção. "A gente tem visto que tem tiroteio no Rio. Nesta área, que é militar, nós ficamos preocupados", contou um do funcionário do bondinho.

Estudantes mexicanas, pela primeira vez no Rio, disseram que ficaram assustadas mas que foram bem atendidas e só desceram quando estavam em segurança.

A assessoria informou que, por volta das 17h, o serviço "foi retomado para descida dos visitantes em segurança".

A concessionária, que administra o bondinho, informou que o serviço foi retomado apenas para recolher os visitantes que estavam no Complexo do Pão de Açúcar. Logo depois, o funcionamento foi suspenso.

O bondinho funciona diariamente até às 21h.

Relatórios da CIA citam tensão entre militares e a Igreja durante a ditadura no Brasil


Por Gerson Camarotti Publicado Em 08/06 - 20h25

Telegramas do Departamento de Estado Americano e relatórios da CIA (Agência de Inteligência dos EUA) revelam que o governo dos Estados Unidos acompanhou durante quase duas décadas a tensa relação entre a ditadura militar brasileira e a cúpula da Igreja Católica no país.

Os documentos a que GloboNews teve acesso, classificados como confidencial ou secretos, foram liberados nos últimos anos.

Em vários desses textos, a Igreja Católica é apontada como a mais influente organização não-governamental do Brasil e como a principal adversária do regime militar. Segundo um desses relatos de 1981, o governo estava apreensivo sobre o potencial para influenciar a política eleitoral e radicalizar os pobres.

Telegramas do início dos anos 70 já alertavam para o confronto entre as duas instituições e ressaltavam a deterioração das relações.

Os relatórios também destacam a atuação especial de alguns influentes prelados como o arcebispo Dom Helder Câmara e os cardeais Dom Paulo Evaristo Arns e Dom Aloisio Lorscheider, que denunciavam torturas e violações aos direitos humanos do regime militar.

Num relatório secreto de 1971, se destacava a preocupação com as denúncias feitas por Dom Helder ao governo brasileiro em viagem pela Europa e ressaltava que sua indicação ao prêmio Nobel da Paz foi um golpe para o governo Médici.

Essa informação é confirmada num relatório secreto do Itamaraty, do início dos anos 70, e que foi revelado pela Comissão Nacional da Verdade. O governo militar agiu por diversos anos para impedir que Dom Helder ganhasse o Prêmio Nobel.

Com a eleição do presidente Jimmy Carter, nos Estados Unidos, em 1977, a Igreja no Brasil passa a ganhar nova força no enfrentamento ao regime durante o governo Geisel.

Relatórios citam inclusive uma troca de correspondência entre o então arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns e o presidente Carter.

Um outro memorando do departamento de estado mostra a carta do cardeal enviada ao presidente Carter que fazia um alerta sobre a repressão com uma lista de nomes de pessoas que haviam desaparecido.

Para o professor de relações institucionais da Fundação Getúlio Vargas, Matias Spektor, esses documentos evidenciam justamente a preocupação do regime militar com as repercussões internacionais das denúncias da Igreja.

“Aquilo que a Igreja faz tem nessa nova documentação muita evidência de como a política externa do regime militar inclui o acompanhamento do que esses padres, esses bispos estão fazendo quando saem do país, quando estão viajando. o medo é que as críticas feitas pela igreja comecem a machucar a imagem internacional do regime, que efetivamente acontece”, disse o professor Matias Spektor.

Igreja como inimiga

O que esses documentos mostram de mais surpreendente é que a tensão entre a ditadura militar e a Igreja não ficou restrita aos anos 70. Já na fase final do regime, no governo Figueiredo, com o processo de abertura já em andamento, segundo um relatório, a relação piora e chega ao seu ponto mais baixo desde os anos setenta.

Esse informe diz que essas relações começaram a se deteriorar, entre outros motivos, pelo envolvimento da Arquidiocese de São Paulo – a mais progressista do Brasil – em uma greve de seis semanas pelo maior sindicato de metalúrgicos.

Outro relato tem a avaliação de que a liderança do regime militar passa a tratar a Igreja como inimiga e que o governo brasileiro de então estava assustado com o comportamento dos bispos e cardeais.

"Brasília está particularmente preocupada com o envolvimento da Igreja na política partidária e se ressente de sou seu suposto papel de "árbitro moral", diz o documento.

Até mesmo a ala considerada mais moderada da Igreja, passa a reagir. Um outro memorando diz que apesar da divisão dentro da Igreja, houve unidade do episcopado no enfrentamento ao regime quando o governo militar passou a ameaçar a Igreja e cita um episódio envolvendo o então o arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal dom Eugênio Sales.

Um líder moderado que comanda a arquidiocese do Rio de Janeiro. O cardeal, que no passado se orgulhava de suas boas relações com os militares, não só cancelou o recebimento de uma medalha das forças armadas, como fez questão de acompanhar o padre no aeroporto.

Outro momento de destaque registrado nos relatórios é com a visita do papa João Paulo II ao Brasil, em 1980. A passagem dele ao Brasil foi interpretada como um reforço na luta pelos direitos humanos.

"Suas declarações públicas foram interpretadas como apoio e incentivo a pressionar o governo em questões como a reforma agrária, a redistribuição de renda e os direitos dos trabalhadores", diz o documento.

Um gesto simbólico do papa, – um abraço em Dom Helder ao desembarcar no Recife – foi destacado até com foto no documento da CIA, que viu no gesto uma forma de avalizar ações do arcebispo que fazia a denúncia mais contundente às violações dos direitos humanos na ditadura.

“A efusiva saudação de João Paulo II ao arcebispo Helder Camara de Recife e Olinda – o mais bem conhecido progressista do Brasil – e a calorosa recepção do cardeal Arns foram notados pelo clero mais conservador”, diz o documento.

Um memorando que relata a conversa do então presidente João Batista Figueiredo com Henry Kissinger, já na condição de ex-secretário de estado dos Estados Unidos, destaca que o presidente fez uma referência especial à Igreja Católica, que em sua opinião, “é muito forte e tem muita influência porque os padres têm contato direto e próximo com pessoas de baixo nível de escolaridade, particularmente no interior do país”.

Para o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, esses documentos servem como reflexão para que essa história não se repita.

“O que nós conseguimos com a Constituição de 1988. Isso para o futuro é vital. As novas gerações não conhecem a história. Hoje se fala inclusive na volta dos militares. Não é o que os militares estão querendo. Os militares têm se manifestado de maneira muito digna, muito precisa em relação à Constituição. Mas esse desejo de achar que é uma força que pode reconquistar a tranquilidade de um país. Só a democracia pode”, afirma Dom Leonardo Steiner.

 

PORTAL R7


Governo anuncia desenvolvimento de tecnologia nuclear


Publicado Em 08/06 - 23h19

O Brasil avança no desenvolvimento de tecnologia nuclear. O país terá um submarino e um reator para a produção de material usado no tratamento de doenças.

Assista ao vídeo em: https://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/governo-anuncia-desenvolvimento-de-tecnologia-nuclear-08062018

 

BANDNEWS TV


Soltar balões de ar quente é prática ilegal e traz grande risco


Publicado Em 08/06

Na época das festas juninas, é muito comum vermos balões de ar quente soltos pelos ares. A prática, que é ilegal, traz um grande risco para o tráfego aéreo e, consequentemente, para as pessoas que são transportadas na aviação

Assista ao vídeo em: http://bandnewstv.band.uol.com.br/videos/ultimos-videos/16455862/soltar-baloes-de-ar-quente-e-pratica-ilegal-e-traz-grande-risco.html?mobile=true

 

RADIO AGENCIA NACIONAL.


Militares são capacitados em operação contra exploração e abuso sexual


Michelle Moreira Publicado Em 08/06 - 12h40

Militares brasileiros participaram, nesta semana, de um curso da Organização das Nações Unidas (ONU), em Boa Vista (RR) sobre proteção contra a exploração e o abuso sexual.

Representantes da ONU explicaram os conceitos de violência sexual e como identificar situações de tráfico de pessoas.

Foram apresentados estudos de caso e esclarecidos mitos sobre o tema, bem como a forma correta de o agente de segurança entrar em ação.

A formação abordou como esses crimes ocorrem em situações de deslocamentos forçados e fluxos migratórios mistos, que reúnem refugiados e migrantes, como é o caso dos venezuelanos que chegam ao Brasil pelo estado de Roraima.

Esta é a segunda capacitação do tipo já realizada no estado. Em maio, generais e majores que coordenam as ações humanitárias nos abrigos do estado participaram da formação.

O curso é voltado para os militares que participam da Operação Acolhida, destinada a apoiar a montagem de estruturas e organização de atividades para ao acolhimento de venezuelanos que saem do país de origem por causa da crise humanitária em que vivem e ingressam no Brasil, via Roraima, em busca de melhores condições de vida.

 

JORNAL O DIA


Prefeitura usará drones na segurança pública

Previsão de entrada em operação dos equipamentos é até o fim do ano

Por O Dia Publicado Em 08/06 - 19h01

Rio - O prefeito Marcelo Crivella lançou, nesta sexta-feira, o programa Sentinela Carioca, que usará drones para serviços da Prefeitura e que também estão disponíveis para auxiliar na Segurança Pública. Entre as possibilidades de uso estão ações de Defesa Civil; atendimento ao 1746; licenciamento de estabelecimentos comerciais; operações de trânsito; meio ambiente e fiscalização dos transportes.

"Hoje estamos dando um passo muito importante para melhorar a segurança da cidade e também a vigilância do meio ambiente, das obras ilegais, do comércio ilegal, do combate à poluição e à destruição das matas. E também para a gente vigiar melhor nossas praias e evitar afogamentos", destacou Crivella.

Durante o lançamento do programa, foi apresentado um termo de referência para o chamamento de empresas e consórcios interessados em participar da licitação para contratação dos drones. O edital será publicado em até um mês, informou o presidente do Iplan Rio, Fábio Pimentel.

A demanda da prefeitura é por 18 drones: oito do tipo 1 (mais simples); cinco do tipo 2; três do tipo 3; e dois do tipo 4 (mais complexos, caso dos drones anfíbios). A previsão de entrada em operação dos equipamentos, que serão alugados pela Prefeitura por um período de dois anos, renováveis por mais dois, é até o fim do ano.

O contrato consiste na locação de drones e serviços de manutenção preventiva e corretiva, além de treinamento de profissionais, que serão capacitados para operação dos equipamentos. Esses profissionais serão da Prefeitura do Rio. Todas as normas e especificações para os drones de uso público serão validadas e reguladas pelos órgãos competentes, no caso: Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), além da Prefeitura.

 

PORTAL VEJA.COM


Mundo morto

Coluna publicada em VEJA de 13 de junho de 2018, edição nº 2586

Por J.r. Guzzo Publicado Em 08/06 - 06h00

Precisamos falar um pouco sobre o regime militar no Brasil, porque em nosso país, ao contrário do que em geral acontece no resto do mundo, a história vai ficando mais incerta com o decorrer do tempo. É a velha tirada do ex-ministro Pedro Malan: o Brasil é um país tão difícil que aqui não dá para prever nem o passado. Apareceram na praça, pouco tempo atrás, mais informações sobre o período do “regime militar”, ou “ditadura militar”, conforme o lado da rua em que o cidadão está — e o tema, que periodicamente sai do túmulo, circula pelos meios de comunicação e volta a ser enterrado, ganha de novo seus quinze minutos de fama. Desta vez, fomos informados de que os generais que mandavam no governo, inclusive um presidente da República, seu sucessor e outros colossos das Forças Armadas, autorizaram a “execução sumária” de “opositores do regime”. A informação é de um documento da CIA, a agência de espionagem dos Estados Unidos, e não esclarece se os seus espiões ouviram, de vivo ouvido, a conversa em que os chefes militares decidiram dar essas ordens. Seja como for, as dúvidas não vêm mais ao caso. A “denúncia da CIA” morreu de inanição pouco depois de ter nascido — não chegou a impressionar os especialistas nem, menos ainda, a interessar os indiferentes ao assunto.

A curiosidade, nesse último episódio de viagem ao passado, não é a falta de um ponto de chegada. O esquisito é a repetição da tentativa de manter vivos um mundo e uma época que estão mortos — apesar dos resultados cada vez mais frouxos que se obtêm com esses esforços de ressurreição. Pretende-se estabelecer a “verdade” sobre o passado — chegaram a criar até uma “comissão nacional” para essa tarefa. A cada tentativa, naturalmente, não se estabeleceu verdade nenhuma. Como seria possível, se o centro da questão está em fatos que aconteceram há cinquenta anos? As responsabilidades teriam de ter sido apuradas lá atrás. Mas para isso seria indispensável que os militares tivessem perdido seu combate contra os grupos que queriam derrubá-­los — só assim poderiam ter sido presos, julgados e condenados. (Ou “executados sumariamente”, talvez.) Acontece que os militares não perderam. Saíram do governo porque quiseram e foram em boa ordem para as suas casas, protegidos por uma lei de anistia legalmente aprovada. Não passou pela cabeça de ninguém, na hora, chamar o general Pedro ou o coronel Paulo para responder a inquérito nenhum. Caso encerrado, então. Punições desse tipo ou vêm imediatamente após o encerramento do conflito, ou não vêm nunca mais. Não dá para reabrir o Tribunal de Nuremberg ou os Processos de Tóquio. Não dá para descobrir a verdade sobre a Guerra dos Farrapos. Pode até dar — mas é inútil.

O que acaba acontecendo, na vida real, é que, a cada expedição arqueo­lógica feita para descobrir a “verdade histórica”, o passado se torna mais obscuro, e não mais claro. Em vez de se saber mais, fica-se a saber menos. No caso do regime que vigorou de 31 de março de 1964 até 31 de dezembro de 1978, quando foi revogado o Ato Institucional nº 5, a passagem do tempo torna as coisas especialmente mais vagas para o brasileiro comum. O período é descrito pelos fiscais da história nacional como o mais negro de toda a existência do Brasil — os tais “anos de chumbo”, piores que qualquer desgraça que o país tenha vivido até hoje. Mas, a cada dia que passa, mais ralo vai ficando esse caldo. Hoje, só cidadãos que já estão com 72 anos de idade, ou mais, tinham chegado aos 18 e eram adultos em 1964. Todos os oficiais atualmente na ativa nas Forças Armadas eram crianças na época, ou nem tinham nascido. Dos que sobreviveram, muitos não acham que aqueles foram “anos de chumbo” — ou nem sequer se lembram de algum incômodo causado em seu dia a dia pelo “regime”. Mais de 60% da população atual do Brasil, ou acima de 125 milhões de pessoas, tem até 40 anos de idade. Nenhuma delas era viva quando o AI-5 foi revogado e as liberdades públicas e privadas foram restabelecidas. Por que essa gente toda iria achar que o governo militar é uma questão fundamental em sua vida? Não é. Não vai ser nunca.

Os chefes militares foram responsáveis por mortes, torturas e prisões ilegais. Claro que foram: o AI-5 não aboliu o Código Penal nem tornou legal o homicídio. Como cometer crimes sem autorização superior? Todos achavam, aliás, que estavam fazendo muito bem — na sua visão, havia simplesmente um inimigo a eliminar. Não vão mudar de ideia. Esperam, ao contrário, que o tempo traga cada vez mais gente para o seu lado.

 

PORTAL AIRWAY


Embraer busca clientes para o Super Tucano na Europa


Thiago Vinholes Publicado Em 08/06/2018

A Embraer está em busca de seu primeiro cliente na Europa para o turbo-hélice de ataque leve A-29 Super Tucano (EMB-314), revelou um executivo da empresa nesta semana ao site Jane’s 360.

Falando durante uma conferência de assuntos militares em Londres (SMi Close Air Support), Simon Johns, vice-presidente de vendas da Embraer na Europa e Norte da África, disse que o Super Tucano pode ser oferecido na Europa com armamentos fabricados no continente como uma alternativa de baixo custo para aviões a jato e helicópteros de ataque.

A Embraer sugeriu a Ucrânia como uma das nações que poderiam adquirir o Super Tucano, já que é um país que carece de financiamento para a compra de novas aeronaves de combate e encontraria do modelo brasileiro uma opção acessível e com um considerável poder de combate.

Para tornar o Super Tucano mais atrativo na Europa, a Embraer está oferecendo alguns aprimoramentos à aeronave. Como citou Johns, as mudanças “incluem a integração de munições antitanque, como o míssil Hellfire da Lockheed Martin, que já está no roteiro da aeronave, bem como foguetes guiados a laser”.

“Há cenários em que o Super Tucano, operando em um campo de batalha com um sistema de defesa aérea benigno ou semi-degradado no lado oposto, poderia realizar a missão de destruir tanques que foi largamente deixada para helicópteros de ataque até agora.”

Para cumprir esse tipo de missão, o Super Tucano agora possui um receptor de aviso de radar (que avisa quando o avião é detectado por um radar) e sistema de alerta de aproximação de missões desenvolvido para um ambiente de maior ameaça no teatro europeu.

Além do Brasil, o Super Tucano é empregado atualmente pelas forças aéreas de outros 12 países nas Américas, África, Ásia e Oriente Médio.

 

OUTRAS MÍDIAS


JANE´S 360 - Embraer pitches Super Tucano to Europe


Reuben Johnson, Kiev Publicado Em 08/06

Embraer is looking to secure its first European customer for the EMB-314/A-29 Super Tucano light attack turboprop, a company official said on 7 June.

Speaking at the SMi Close Air Support (CAS) conference in London, Embraer’s vice president for sales in Europe and North Africa, Simon Johns, said that the Super Tucano could provide European air arms with a lower-cost alternative to jets and helicopters for many of their missions.

Embraer also pointed to nations like Ukraine that lack funding for a new multirole combat aircraft, and which would find the Super Tucano an affordable option that would add considerable combat power. Furthermore, the Super Tucano’s ability to operate close to the frontline makes it agile and flexible enough to respond to events in a timely fashion.

As part of this drive into Europe, Embraer is offering some enhancements to the baseline aircraft. As Johns noted, the changes “include the integration of dedicated anti-tank munitions, like the Lockheed Martin [AGM-114] Hellfire missile, which [is] already in the roadmap of the aircraft, as well as laser guided rockets.

“There are scenarios where the Super Tucano, operating in a battlespace with a benign or semi-degraded air defence system on the opposing side, could perform the tank-killing mission that has largely been left to helicopter gunships until now.”

Pursuant to being equipped to perform these missions, the Super Tucano now has a radar warning receiver and missile approach warning system in development for an increased threat environment in the European theatre.

INDÚSTRIA DE DEFESA E SEGURANÇA - AKAER é responsável pelos ensaios do Sistema de Manejo e Lançamento de Cargas do KC-390


Publicado Em 08/06/2018

A Akaer é a responsável pelos ensaios de Qualificação do Sistema de Manejo e Lançamento de Cargas em Voo (CHADS, sigla em inglês Cargo Handling and Aerial Delivery System), do cargueiro KC-390. O projeto vem sendo desenvolvido desde o ano passado e deve ser concluído nos próximos meses.

A equipe de Engenharia de Sistemas da Akaer desenvolveu todas as interfaces do sistema e o operacionalizou dentro do moderno laboratório da empresa, onde os testes foram realizados. O cliente entrega o equipamento a ser testado e a empresa desenvolve e integra diversos sistemas necessários para que o equipamento funcione fora da aeronave, como sistemas elétricos, mecânicos, hidráulicos, pneumáticos, entre outros. Na sequência são realizados os testes para a validação do equipamento seguindo as normas.

No caso do CHADS, a Akaer realizou os testes do equipamento para o lançamento da carga em voo, verificando o funcionamento dos dispositivos que permitem a execução de tal manobra, como os pallets que armazenam a carga, os trilhos e travas internas para o deslize dessa carga pela rampa de lançamento, os paraquedas acoplados nas cargas dentro do cargueiro e todo o sistema que comanda essa operação. Os testes avaliaram os comportamentos dos equipamentos e sistemas em variadas situações como temperaturas extremas (frio e quente), vibrações provocadas por pousos, decolagens e turbulências, dentre outros. Ao todo, a Akaer fará testes em 10 itens do sistema, sendo que cada dispositivo passa por 10 diferentes ensaios.

Ao final do projeto, a empresa entrega um relatório de qualificação com todas as informações obtidas com os testes e sugestões para ajustes do projeto, quando for o caso.

ENGENHARIA DE SISTEMAS

A Akaer conta com uma equipe qualificada na área de Engenharia de Sistemas, além de laboratório próprio e parceria com laboratórios nacionais e internacionais para a realização de testes de qualificação. Nos últimos anos, a empresa participou de projetos estratégicos. Além dos testes do CHADS, a empresa já desenvolveu e validou os consoles táticos do helicóptero EC725 para a Marinha do Brasil, participou do desenvolvimento do sistema de decolagem automática (E2TS) da Embraer e validou a aviônica da aeronave EMB-110, da Elbit, entre outros projetos.

Em todos os casos, a Akaer identifica os requisitos do sistema, projeta as interfaces, faz a integração com o equipamento e realiza os testes de validação em laboratório, para confirmar se os requisitos iniciais estão sendo cumpridos.

 

DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL) - Generais, sargentos e cabos na corrida às eleições de outubro

São cerca de 80 membros das Forças Armadas a concorrer a cargos eletivos nas próximas eleições - da presidência a deputado estadual

João Almeida Moreira Publicado Em 09/06 - 00h01

O capitão na reserva Jair Bolsonaro, candidato à presidência da República do Brasil em outubro pelo PSL, lidera em todos os cenários de primeira e segunda voltas, excluído o nome de Lula da Silva, do PT, preso em Curitiba e praticamente fora da corrida, segundo sondagem da DataPoder360 publicada na terça-feira. Dias antes, durante a greve de camionistas que paralisou o país e pode custar mais de 15 mil milhões de euros ao país, gritou-se "intervenção militar já". Qual, então, o papel das forças armadas nas eleições?

"O papel de protagonista", de acordo com o general na reserva Sergio Roberto Peternelli, que ao longo de um ano de trabalho fez o levantamento de todos os militares que pretendem concorrer a cargos eletivos, não só ao Planalto, mas também aos postos de governador, senador, deputado federal ou deputado estadual. "Será em torno de uns 80, seguramente um recorde por larga margem desde 1985", afirma ao DN (ver entrevista ao lado).

O assunto chama a atenção por se verificar num país que ainda há 33 anos vivia sob ditadura militar. De 1964, quando um golpe derrubou o governo de João Goulart, a 1985, ano em que se iniciou o processo de redemocratização com a eleição indireta do civil Tancredo Neves, cujo falecimento antes da posse permitiu a ascensão ao poder do também civil José Sarney, a presidência do Brasil esteve, em sequência, nas mãos dos marechais Castelo Branco e Costa e Silva e dos generais Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Batista de Figueiredo.

Embora todos os números apontem para uma diminuição da criminalidade no Brasil, a sensação de insegurança no país, especialmente no Rio de Janeiro, contribui, segundo a maioria dos observadores, para o advento de candidatos das forças armadas. Outro fator passa pela perceção de que os militares são menos vulneráveis ao fenómeno da corrupção, exposto de forma avassaladora na Operação Lava-Jato desde 2014, do que os políticos tradicionais. Finalmente, o "efeito Bolsonaro" estimulou mais candidaturas provenientes do setor - uma boa parte concorre pelo mesmo PSL e quase todos partilham as ideias conservadoras do líder das sondagens para o Planalto.

"Esses políticos tiveram a oportunidade de chefiar o país e foram uma vergonha, destruíram o Brasil moral e economicamente", disse o general Antonio Hamilton Mourão, na posse como novo presidente do Clube Militar. Às vésperas do julgamento de Lula da Silva no Supremo Tribunal Federal, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, avisou que "o exército partilha o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade", no que foi entendido como pressão sobre a justiça. O general de brigada Paulo Chagas, que concorre a governador do Distrito Federal, respondeu-lhe nas redes sociais: "Caro comandante, amigo e líder, receba a minha emocionada continência, tenho a espada ao lado, a sela equipada, o cavalo trabalhado e aguardo as suas ordens, Lula é um ilusionista, o pior mal que aconteceu a este país."

Além de Chagas, há mais quatro candidatos militares a governador estadual: o coronel Ulysses, no Acre, o general Eliéser Monteiro, no Rio Grande do Norte, o coronel Ribamar Monteiro, no Maranhão, e o general Guilherme Theóphilo, no Ceará.

O caso de Theóphilo é sintomático da ascensão dos militares na política por ser apoiado pelo senador Tasso Jereissati, ilustre membro do PSDB, que em 1986 derrotou o triunvirato de coronéis que dominava o Estado. Entre esses três militares, estava César Cals, tio de Theóphilo. "Theóphilo é de uma outra geração, um democrata", justificou Jereissati, que foi líder do seu partido até meados deste ano. Contribui para o eventual sucesso eleitoral do general no Ceará a impressão de que está a lutar contra o que de pior a política brasileira produz, as alianças por conveniência: o candidato rival, Camilo Santana, é apoiado por coligação que inclui os supostamente desavindos PT, de Lula e Dilma Rousseff, e MDB, de Michel Temer.

 

PLANO BRAZIL - Especial: Brasil e a geopolítica das armas


E.m.pinto Publicado Em 08/06 - 22h52

William Waack comenta a sua participação no evento “O Brasil e a geopolítica das armas”: evento do Ministério da Defesa discutiu como e com quem o Brasil poderia ter acesso a modernas tecnologias bélicas.

http://www.planobrazil.com/william-waack-comenta-a-sua-participacao-no-evento-o-brasil-e-a-geopolitica-das-armas-evento-do-ministerio-da-defesa-discutiu-como-e-com-quem-o-brasil-poderia-ter-acesso-a-modernas-tecnologias-be/

 

AVIAÇÃO E MERCADO - Viracopos fica na 7ª colocação entre os melhores aeroportos do mundo

Relatório foi realizado pela empresa internacional AirHelp com base em dados do primeiro trimestre deste ano

Leonardo Oliveira Publicado Em 08/06/2018

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), ficou na 7ª colocação entre os Melhores Aeroportos do Mundo em estudo realizado pela empresa AirHelp e divulgado ontem pelo site internacional Bloomberg.

O relatório AirHelp Score 2018 classifica 72 companhias aéreas e 141 aeroportos com base no desempenho no tempo e na qualidade do serviço, bem como no sentimento dos clientes manifestado pela rede social Twitter. A AirHelp é uma empresa internacional que auxilia passageiros com pedidos de indenização por atrasos, cancelamentos ou overbooking de vôos

Esta é a sexta pesquisa anual da AirHelp, que usou dados captados do primeiro trimestre do ano para classificar as companhias aéreas internacionais e aeroportos.

“Este reconhecimento se soma a outras duas importantes conquistas deste ano pelo Aeroporto de Viracopos: a de Melhor Aeroporto de Carga do Mundo e o de Melhor Aeroporto do Brasil (pela sétima vez). O interessante é que parte do estudo considera a manifestação espontânea dos passageiros, que são o nosso foco”, disse o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich.

“O levantamento demonstra mais uma vez que Viracopos está no caminho correto, que é o de promover melhorias continuas da prestação de serviços aos nossos clientes”, disse o diretor-presidente de Viracopos, completou o diretor de Operações de Viracopos, Marcelo Mota.

Os 10 melhores aeroportos de 2018 (Fonte: AirHelp)

1- Aeroporto Internacional de Hamad, Doha (DOH)
2- Aeroporto Internacional de Atenas, Atenas (ATH)
3- Aeroporto Internacional de Tóquio Haneda, Tóquio (HND)
4- Aeroporto de Colónia-Bona, Colónia, Alemanha (CGN)
5- Singapore Changi Airport, Cingapura (SIN)
6- Aeroporto Nagoya Chubu Centrair, Nagoya, Japão (ONG)
7- Aeroporto Internacional de Viracopos, Campinas, Brasil (VCP)
8- Amman Queen Alia Airport, Amã, Jordânia (AMM)
9- Aeroporto Internacional Guararapes-Gilberto Freyre, Recife, Brasil (REC)
10- Aeroporto Internacional de Quito, Quito, Equador (UIO)

Fonte: https://www.bloomberg.com/news/articles/2018-06-06/the-best-and-worst-airlines-and-airports-of-2018

Terminal de Carga

Viracopos foi eleito melhor aeroporto de carga do mundo no Air Cargo Excellence Awards 2018. O anúncio foi feito no mês de abril, em Nova York (EUA). A premiação é realizada pela Air Cargo World, uma das principais publicações do setor, e celebra as melhores performances na área de transporte aéreo mundial.

A avaliação é baseada na pesquisa Air Cargo Excellence, que foi criada em 2005 e é divulgada anualmente na Air Cargo World. Aeroportos e companhias aéreas de todo o mundo são reconhecidos de acordo com suas pontuações em vários fatores de desempenho.

Viracopos ficou na primeira colocação mundial na categoria de até 400.000 ton./ano. Em 2017, o Terminal de Carga de Viracopos movimentou 204,3 mil toneladas, entre exportação, importação, doméstico e curier (remessas expressas).

Terminal de Passageiros

Viracopos foi eleito pela sétima vez o melhor terminal aéreo do país na pesquisa de satisfação de passageiros realizada pela Secretaria de Aviação Civil (SAC). O estudo entrevistou 19.473 passageiros no embarque e no desembarque dos 20 principais aeroportos do Brasil nos meses de janeiro, fevereiro e março deste ano. O anúncio foi feito no dia 25 de abril de 2018.

Na satisfação geral dos passageiros, Viracopos atingiu a nota 4,63, em uma escala que vai de 1 a 5. A média geral dos 20 aeroportos foi de 4,30. Até o ano passado, a pesquisa avaliava 15 aeroportos.

Viracopos também foi eleito Melhor Aeroporto do Brasil, na mesma pesquisa, no 4º trimestre de 2013, 4º trimestre de 2014, 1º trimestre de 2015, 1º trimestre de 2016, 2º trimestre de 2017 e 3º trimestre de 2017.

A SAC realiza a “Pesquisa de Satisfação do Passageiro” desde 2013. São avaliadas as experiências dos passageiros em diversos itens de infraestrutura, atendimento, serviços, além do desempenho de processos aeroportuários como check-in, inspeção de segurança, restituição de bagagem, entre outros.