NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


PORTAL UOL


Pilota à frente do avião presidencial não é novidade do governo Bolsonaro


Lucas Borges Teixeira | Publicada em 06/01/2019 04:01

Uma foto que circula pelas redes sociais desde a última semana de 2018 indica que o governo de Jair Bolsonaro traria uma mulher como pilota do avião presidencial pela primeira vez na história.

Se Bolsonaro fosse machista, não aceitaria essa capitã, tendo tantos homens e ela sendo da primeira turma de mulheres brasileiras a pilotar aviões da FAB! Cadê o bando do #elenão?

A foto que acompanha a mensagem mostra uma mulher na cabine de comando do Airbus A-319, avião presidencial desde 2005.

O UOL também recebeu mensagens de conteúdo semelhante via WhatsApp.

FALSO: Pilota entrou para o grupo no governo Temer

A mensagem usa informações verdadeiras de forma deturpada. A capitã Carla Borges, mulher que aparece na foto, é, de fato, a primeira mulher a pilotar o avião presidencial, mas não foi escolha de Bolsonaro.

Na verdade, Borges começou a integrar a equipe que pilota o Airbus A-319 em dezembro de 2016, quando o ex-presidente Michel Temer ocupava o Palácio do Planalto.

Ao UOL, a FAB (Força Aérea Brasileira), responsável pelo avião, confirmou que a capitã continua a integrar o grupo de pilotagem e que ela foi mesmo a primeira mulher a integrar o quadro.

Borges realizou seu primeiro voo no dia 22 de dezembro de 2016, quando levou Temer da Base Aérea de Brasília ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. "É com muita satisfação que hoje vamos fazer este voo sob o comando da Capitão Carla. Espero que outras colegas possam pilotar o avião presidencial", afirmou o então presidente na ocasião.

De currículo invejável na FAB, a capitã também foi a primeira pilota da corporação a fazer voo solo em caça.

Não é escolha do presidente

O texto também dá a entender que a equipe seria escolha ou dependeria de Jair Bolsonaro. A FAB explica, no entanto, que a seleção passa por critérios que não a indicação presidencial.

"Para ingressarem [no grupo de tripulantes], os pilotos são submetidos a um conselho operacional em que participam os chefes dos esquadrões (são três) e das seções envolvidas", explica a FAB.

Além da competência operacional, a corporação também leva o comportamento dos candidatos em conta. Os pilotos aceitos geralmente estão no posto de capitão ou major e podem integrar o grupo por, no máximo, sete anos.

PODER360 (DF)


Após ataques, Força Nacional começa a atuar neste sábado no Ceará

Vão reforçar segurança do Estado. Governo negou toque de recolher

Publicada em 05/01/2019 13:36

Depois de mais de 70 ataques criminosos registrados, a Força Nacional começa a atuar neste sábado (5.jan.2019) no Ceará. O envio de 300 agentes e 30 viaturas para o Estado foi autorizado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, após pedido do governador Camilo Santana (PT).

Segundo a Força Aérea Nacional, 132 militares e 20 homens da Polícia Federal decolaram na noite de 6ª feira (4.jan) em destino à Fortaleza. Foi a 2ª decolagem do dia. Outros 68 militares haviam saído mais cedo. Outros membros se deslocaram por via terrestre.

Os agentes atuarão no Estado por 30 dias, segundo nota do ministério. O prazo, no entanto, pode ser prorrogado.

Desde 4ª feira (2.jan), vários ataques violentos vêm sendo registrados em diversos pontos de Fortaleza e da região metropolitana. Entre as ocorrências, estão incêndios e depredação de patrimônio público. O pedido do governador veio após a explosão de uma bomba em em 1 viaduto e o incêndio de 2 ônibus.

Neste sábado, a SSPDS (Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social) e o governo do Estado informaram que era falsa uma nota que circulava por redes sociais e falava em toque de recolher.

OUTRAS MÍDIAS


TECNODEFESA - Comitiva da Força Aérea visita a Base Vandenberg (EUA)


Por Roberto Caiafa | Publicada em 05/01/2019 13:33

Uma delegação da Força Aérea Brasileira (FAB), composta por representantes da Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE), do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), visitou, em dezembro, o Combined Space Operations Center (CsPOC) e outras organizações que apoiam as operações espaciais da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) e do United States Strategic Command (USSTRATCOM), situadas na Base Aérea de Vandenberg (VAFB), na Califórnia.

Os militares brasileiros conheceram as instalações da 30th Space Wing, que possui um complexo formado por diversos sítios de lançamento.

Nessa oportunidade, a delegação conheceu as instalações exploradas comercialmente pela empresa SpaceX para lançar suas espaçonaves.

O Falcon 9 é um dos foguetes utilizados pela SpaceX naquele local para o transporte ao espaço de cargas úteis civis ou militares, tais como satélites, suprimentos para a Estação Espacial Orbital, missões interplanetárias, entre outras.

“A comitiva observou de perto o modelo operacional adotado pela SpaceX e reuniu ideias que poderão ser aproveitadas nas futuras operações espaciais do Brasil em lançamentos de foguetes a partir do Centro Espacial de Alcântara (CEA), cujos processos estão sendo desenvolvidos e aprimorados em busca de maior eficiência com economia de recursos humanos e de capital para o Programa Espacial Brasileiro”, explicou o Vice-Presidente da CCISE e chefe da delegação, Brigadeiro do Ar José Vagner Vital.

Outra organização visitada foi o Western Range Control Center (WROCC). Neste Centro, a delegação observou como a Força Aérea dos Estados Unidos realiza a preparação, a coordenação e o controle das operações de lançamento.

No Combined Space Operations Center, o Comandante da 14th Air Force e Diretor do Joint Force Space Component Commander (JFSCC), Major General Stephen Whiting, conduziu o grupo e explicou o funcionamento das unidades da USAF e sua interação com as organizações do USSTRATCOM nas atividades espaciais. O militar destacou a importância de uma adequada consciência situacional espacial (Space Situational Awareness – SSA) para a manutenção e operação da capacidade espacial instalada.

“Durante as discussões decorrentes, identificou-se a oportunidade de incrementar a cooperação em áreas da atividade espacial relacionadas ao SSA, como a instalação de uma estação de monitoramento no Brasil e a participação no exercício operacional Global Sentinel, beneficiando as atividades espaciais em geral dos dois países, além de melhorar a interoperabilidade entre as Forças Aéreas do Brasil e dos EUA”, destacou o Brigadeiro Vital.

Estas alternativas tornaram-se possíveis a partir de junho de 2018, quando foi assinado o Acordo SSA entre o Brasil e os EUA para troca de dados sobre objetos na órbita da Terra objetivando incrementar a segurança na operação dos sistemas espaciais dos dois países.

Outra constatação importante durante a visita, segundo a comitiva, foi como a evolução do Brasil no uso de ferramentas de Defesa Cibernética está tornando o Centro Espacial de Alcântara mais atrativo para os operadores de lançadores do mundo todo, pois esta capacidade é importante para garantir os níveis de segurança necessários nas operações espaciais, fazendo frente às ameaças modernas.

Por fim, o Brigadeiro Vital apresentou algumas alternativas de cooperação entre Brasil e EUA na área espacial, sob a perspectiva dos projetos do Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), enfatizando, principalmente, a possibilidade de operações espaciais a partir de Alcântara, evidenciando o aumento da resiliência das atividades espaciais dos EUA que o uso do CEA traria e a redução dos custos operacionais do Centro para o Brasil, além da contribuição destas atividades para o desenvolvimento socioeconômico e tecnológico do Maranhão e para a nação brasileira.