INTEGRAÇÃO

Aeronave da FAB transporta rondonistas para cinquentenário do Projeto Rondon

310 alunos e professores participam da operação em 15 municípios de Rondônia
Publicado: 07/07/2017 12:50h
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Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Emília Maria

Estudantes e professores de trinta universidades brasileiras participam da Operação Rondônia Cinquentenário, que teve seu início nesta quinta-feira (06), em Porto Velho (RO), e celebra os 50 anos da primeira expedição do Projeto Rondon.

O Ministro da Defesa, Raul Jungmann, acompanhado do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, e de outras autoridades militares e civis, além dos rondonistas, participou da solenidade de descerramento de uma placa comemorativa no Memorial Marechal Rondon.

"O Projeto Rondon é a concretização dos sonhos de seu idealizador, um homem generoso, voltado para a paz e com profundo respeito pelo outro", destacou o Ministro.

Na quarta-feira (05), o Boeing 767 da Força Aérea Brasileira realizou o transporte de 160 rondonistas dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal até a capital rondoniense.

"O trabalho e o apoio das Forças Armadas é fundamental para o Projeto, seja no transporte, na logística em geral ou no acompanhamento das atividades", ressalta o professor Guilhardes Jesus Junior, da Universidade Federal de Santa Cruz, de Ilhéus (BA), que participa pela oitava vez de uma missão Rondon.

Há 50 anos, o Projeto Rondon leva universitários a diferentes regiões do País, contribuindo com o desenvolvimento local sustentável e com a construção e promoção da cidadania. Nesta operação, são 310 participantes realizando atividades em 15 municípios de Rondônia.

"Acredito que todos os universitários  deveriam ter essa experiência de sair e vivenciar outras realidades. O Projeto Rondon promove amizades e possibilidades incontáveis de novos conhecimentos. É uma mostra de que nosso País é viável", defende o médico Michel Silvestre Zouain Assbu, que participou da primeira expedição do Projeto em 1967. Na época, o estudante de Medicina de 23 anos enfrentou os desafios de realizar atendimentos complexos em condições precárias.

Fotos: Sgt Bruno Batista/CECOMSAER


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