DIA DOS PAIS

Leia depoimentos de filhos que têm pais militares

Mudanças de cidade, dias longe de casa, disciplina e exemplo. Afinal, como é ser filho de um militar? Leia depoimentos e veja nossa galeria de fotos
Publicado: 09/08/2015 07:00
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Fonte: Agência Força Aérea

  Ele me pede muita coisa. Manda eu arrumar meu quarto, manda eu fazer meu dever de casa, mas ele me ajuda muito. Ele me ensina muita coisa. Adoro quando ele leva a gente para assistir ao evento de música que tem todo ano (o Concerto do Aviador). É muito bonito todo mundo de farda. Gosto muito também das formaturas que ele participa. Amo meu pai!
Thalia Mirella Cortes de Almeida, 7 anos, filha do Sargento Thiarley Eduardo dos Santos

 

Ser filho de militar é receber uma grande herança. Nunca esquecerei de meu pai dizendo que a única e maior herança que ele me deixaria seria o estudo. Mas é muito mais que isso. O seu legado para mim foi de muito aprendizado e experiências extraordinárias vividas por todo o Brasil. Além de tudo o amor incondicional e admiração pelo serviço de meu pai me fez crescer alimentando um sonho de menino: Servir o meu país.
Tenente Aron Matheus Ferreira Martines, filho do Capitão da reserva Borges

Ser filha de militar é ter a oportunidade de conhecer um pouco de cada região do País ao longo da vida. É aprender a conviver desde cedo com diversas culturas e realidades sociais, com as mudanças constantes e com a saudade nos momentos em que chegam as missões. Além de ter o melhor exemplo de caráter, responsabilidade e comprometimento em casa, ter um pai militar me proporcionou construir uma identidade sempre capaz de me adaptar e enfrentar às adversidades.
Tenente Juliana Maia, filha do Sargento Ednardo da Costa Junior


  Sinto-me imensamente honrada em ter um pai tão presente e especial como o meu! Quando o vejo fardado, imagino-o como um super-herói, pronto para me defender em qualquer situação. Seu jeito alegre de encarar a vida deixam meus dias mais leves e tranquilos e seu caráter incontestável faz-me acreditar que vale a pena ser honesto e lutar pelo que acreditamos.Assim é meu pai: homem, criança, militar, esposo, amigo... simplesmente "Meu Pai", que consegue transformar um dia triste e cinzento em um dia especial, num simples piscar de olhos!
Ingrid Rosalina Maranhão Flach, 13 anos, filha do Suboficial Luís Roberto Flach


  Ter um pai militar da FAB é um dos maiores orgulhos para mim. As melhores recordações que tenho da minha infância são das incontáveis vezes que acompanhei meu pai durante o expediente aqui na Academia da Força Aérea, em Pirassununga (SP). Era meu herói, tudo aquilo que eu sonhava para minha vida adulta. Poder servir na mesma unidade aonde meu pai devotou grande parte dos seus quase quarenta anos de serviço ativo na Força Aérea Brasileira é uma grande responsabilidade mas, principalmente, motivo de grande alegria para mim. Quando olho para essas fotos que estão separadas por exatos 25 anos me emociono e ao mesmo tempo me motivo para tentar ser um pouco do homem e do militar exemplar que meu pai sempre foi.
Tenente Márcio Francisco Inforzatto, filho do Capitão da reserva Mario Inforzatto


  Eu tenho muito orgulho do meu pai. Ele é o melhor pai de todos. Eu quero seguir os passos dele e também ser piloto. Quando a Esquadrilha da Fumaça passa aqui cima da minha casa, fico na varanda com todo o orgulho para dar um tchauzinho para ele. Eu amo ele.
Beatriz Gobett, 9 anos, filha do Tenente-Coronel Marcelo Gobett Cardoso

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